Senador Wilder apoia MP que prorroga contratos de parceria no setor de transporte

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Para discutir a Medida Provisória (MP 752/2016) que trata da prorrogação de contratos de parceria no setor transportes, serão realizadas duas audiências públicas nesta semana no Senado. O senador Wilder Morais, que é revisor da MP, antecipa a sua posição e diz ser favorável à aprovação da matéria.

A MP tramita no Senado numa comissão mista. O debate nas duas audiências marcadas para esta semana deve contar com representantes do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e a Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa), o Tribunal de Contas da União (TCU), da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), também devem enviar representantes às audiências.

Segundo o senador Wilder Morais, essa MP representa um avanço e vai ajudar o Brasil na retomada do crescimento econômico e na geração de empregos. A MP autoriza a prorrogação e a relicitação de contratos de parceria dos setores rodoviário, ferroviário e aeroportuário que fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Segundo o governo, a intenção é viabilizar novos investimentos no setor de transportes. A prorrogação alcança as concessões em andamento. Já a relicitação será aplicada quando houver problemas na execução dos contratos de parceria.

As duas audiências serão realizadas de forma interativa, com a possibilidade de participação popular. Críticas, dúvidas e sugestões poderão ser enviadas por meio do portal e-Cidadania. A comissão tem como presidente o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e como vice o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG). O deputado Sergio Souza (PMDB-PR) é o relator e o senador Wilder Morais é o revisor.

“Outras iniciativas como essa devem ser propostas no Congresso Nacional. Precisamos de uma legislação mais moderno para setores da economia que podem gerar emprego e renda. Isso é fundamental nesse momento em que vive o Brasil”, defendeu o senador Wilder.

Wilder defende governo e rebate Lúcia

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Entrevista publicada pelo jornal Diário da Manhã — 5 de março de 2017

Senador elogia governador por buscar investimentos: “O PIB goiano cresce acima da média nacional e subiu mais de mil por cento pelo trabalho de Marconi”

 

HÉLTON LENINE

Diário da Manhã – Como o sr. avalia o governo do presidente Michel Temer?

Senador Wilder Morais – Temer encontrou um País quebrado, desacreditado internacionalmente, com todos os índices bons em queda…

DM – Um dos índices em queda é o da popularidade dele…

Wilder – Essa quebradeira foi provocada pela incompetência e a demagogia dos três mandatos anteriores. Para solucionar, Temer teve de tomar medidas impopulares e está fazendo as reformas necessárias. No início, a aprovação fica baixa, mas reage junto com os índices da economia. E já começa a ter modificação na economia, com a inflação caindo e o comércio reagindo. A popularidade será consequência.

DM – E o governo de Marconi Perillo em Goiás?

Wilder – Marconi é um professor de gestão pública. Seus mandatos em Goiás são utilizados por professores e jornalistas de todo o País como exemplos de administração. O terceiro mandato foi um doutorado de quatro anos e o atual é um pós-doutorado em várias áreas.

DM – Não é o que acha a sua colega de bancada, a senadora Lúcia Vânia?

Wilder – Mas é o que acha a maioria dos quase 7 milhões de goianos. Avaliação cada qual faz a sua, mas não podemos negar os números. O PIB de Goiás cresce acima da média nacional. Aliás, até 400% a mais que o restante do País.

DM – Lúcia diz que, em vez de viajar, está trabalhando, numa referência direta à missão internacional que Marconi faz atualmente.

Wilder – O que Marconi está fazendo é trabalho e trabalho do mais alto nível. Falei sobre os bons números do PIB e eles se tornaram possíveis por causa do talento de Marconi, inclusive, para buscar investimentos. Feliz o povo que tem um governante inovador, moderno e antenado como Marconi. Isolar-se é um ato provinciano, tacanho, atrasado. É inconcebível imaginar um governo fechado em si mesmo na era da globalização e em face do recrudescimento da crise econômica nacional. Como empresário, sou testemunha da importância das missões comerciais que colocaram Goiás como um dos grandes players mundiais. Graças à política ousada voltada para o comércio exterior do governador Marconi Perillo desde a primeira gestão, em 1999, o Estado e os empresários acumularam expertise neste setor, como a reconquista do mercado russo para a carne goiana, e outras incursões vitoriosas da nossa paradiplomacia que, em 18 anos, multiplicou por mais de 25 vezes o que o Estado exportava em 1998.

DM – As viagens de agora estão dando resultado?

Wilder – Há pouco, o governador Marconi Perillo e o CEO da Caracal Internacional, Hamad Salem Al Ameri, assinaram, em Abu Dhabi, o protocolo de intenções para implantar uma planta da companhia bélica em Goiás. A indústria, que fabrica armas de pequeno calibre, fará um investimento inicial de R$ 100 milhões na construção e início das operações da unidade no Estado, com geração de 600 empregos diretos.

DM – Um negócio das Arábias…

Wilder – A melhoria dos preços das commodities no mercado internacional e a prospecção de negócios levam, agora, o governador Marconi Perillo à Arábia Saudita, que tem muito dinheiro, grandes fundos soberanos, e empresários com interesse de investir em novos mercados e empreendimentos. Como empresário, aplaudo a política de atração de investimentos para Goiás continuar a crescer e a oferecer empregos e oportunidades. Como político, sei que isso eleva o prestígio da classe, tão combalido no País.

DM – Os goianos querem saber quanto isso rende. Está rendendo?

Wilder – Acompanho com interesse o assunto e sei que, graças a essas missões, mais R$ 3 bilhões estão em fase adiantada de negociação para que corporações se instalem e tragam prosperidade, emprego e renda às diversas regiões do Estado. Marconi, hábil e talentoso, está em missão internacional oficial para, como sempre, atrair recursos e investidores. Goiás não pode se apequenar. Precisa pensar grande e além das fronteiras. Este é um dos segredos que explica a vitalidade do estado, o primeiro a sair da crise no país, um dos poucos que manteve o cumprimento de compromissos a despeito das dificuldades impostas pelo cenário nacional. Se o Brasil está em crise, o que o governante deve fazer? Chorar, lamentar ou buscar solução? Marconi busca e as soluções vêm. Tem sido assim há quase 20 anos e os goianos querem que continue assim.

DM – Por falar em continuar, Lúcia é contra o vice José Eliton ser candidato à reeleição porque estará no cargo de governador…

Wilder – Pois eu penso exatamente o contrário. A regra é essa e José Eliton estará cumprindo a regra. Assim ela [Lúcia Vânia] foi candidata à reeleição exercendo o cargo de senadora e dentro da regra. Eu vou apoiar a reeleição de José Eliton a governador, o PP será pioneiro novamente na pré-campanha e no apoio ao PSDB.

DM – O sr. acha que a chapa marconista está pronta, então?

Wilder – Para governador, sim: nosso candidato será José Eliton. Marconi será senador se quiser, mas vejo grande possibilidade de candidatura em âmbito nacional. Converso com muita gente, empresários, políticos, e é incrível a repercussão de seus governos em Goiás. Todo mundo elogia.

DM – Tem vaga nessa chapa para sua candidatura à reeleição?

Wilder – Estou trabalhando muito para isso. Sem gritaria, sem alarido, mas com projetos, com a defesa de Goiás, ajudando Marconi e José Eliton.

DM – Com José Eliton para governador e Marconi e o senhor para o Senado, seria por isso que Lúcia está criticando o governo?

Wilder – Não sei as razões de quem critica, sei as minhas para elogiar. Mas não identifico motivos para o combate. Com o incentivo e o apoio de Marconi, Lúcia Vânia foi ministra de Fernando Henrique, candidata a governadora e eleita e reeleita senadora.

DM – Seria ingratidão?

Wilder – Ingratidão é sentimento que, quando manifesto, tem reiteradas vezes gerado reação negativa por parte do eleitor, que costuma punir tais atitudes. Por outro lado, os partidos têm direito de se movimentar, mas não podem perder de vista a conjuntura. A base aliada ao governo está convencida de que o nome do vice-governador José Eliton é o mais qualificado, o mais preparado, o mais apto para enfrentar a disputa majoritária em 2018.

DM – Como escreveu em seu perfil no Twitter, o sr. concorda com a criação da secretaria voltada para habitação para substituir a Agehab?

Wilder – Como senador da moradia, eu aplaudo a mudança. Com certeza, vai dar mais fôlego e peso a este setor tão crucial para os goianos e para a economia. Vou continuar a batalha para ampliar os recursos oriundos do governo federal para que possamos construir casas e apartamentos para as famílias goianas, em especial as de baixa renda, que sonham e precisam da casa própria. Sei que esse caminho vai, paralelamente, impulsionar a economia e gerar milhares de empregos diretos no curto prazo.

DM – O sr. ajudaria à nova secretaria mesmo se for ocupada pelo PSB da senadora Lúcia?

Wilder – Claro. A secretaria não será de uma pessoa ou de um partido, mas do Estado e dos goianos que precisam de habitação.

DM – Em vez de brigar em Goiás, por que os três senadores não se unem pelo Estado?

Wilder – Respondo apenas por mim: sou inteiramente dedicado a Goiás. Convido a todos para a questão objetiva de propiciar segurança jurídica para as centenas de empresas que investiram no Estado se valendo das políticas de incentivos fiscais, na medida em que sua proposta de convalidação já foi aprovada pelo Senado e não pode sofrer modificação para prejudicar Goiás. Essa é a grande luta de Goiás que precisa nos unir a todos, em especial num momento em que nosso estado que está sendo questionado pelo Governo de São Paulo em Ação Direta de Inconstitucionalidade [ADI 2441] e que deve ser votada no Supremo Tribunal Federal (STF) por agora.

Boa gestão vem ações inteligentes e não de lamúrias

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Artigo publicado no jornal Diário da Manhã — 23 de fevereiro de 2017

Jorge do Escritório

A partir do momento em que me candidatei a prefeito do município de Firminópolis, ofereci meu nome para buscar soluções para o município. Portanto, agora que estou no comando da administração da cidade, não é certo que eu fique lamuriando que existem problemas e mais problemas para serem resolvidos na cidade e que os cofres municipais estão vazios e assim sem recursos para sanar tais problemas.

Esse papel não combina comigo. Os 2.473 eleitores que me elegeram me querem na cadeira do prefeito para gerar prosperidade ao município. É isso que estou buscando fazer, e não apenas para atender os que votaram em mim, mas para atender a todos firminopolinos. Que os cofres estão vazios isso é fato, mas esse fato, asseguro a todos que estão lendo este artigo, não vai atar as minhas mãos. A palavra inércia não existe em meu dicionário.

Tão logo venci as eleições a prefeito, recebi a ligação do senador Wilder Morais me parabenizando pela vitória. Aproveitei o ensejo da conversa e marquei uma visita a seu gabinete em Brasília. Mesmo ainda não sendo prefeito formalmente, fui falar com o senador Wilder com o propósito de buscar emenda para meu município. E felizmente fui atendido. O que não é nada de anormal na rotina de atendimento dele, pois prefeito que bate na porta de seu gabinete não volta de mãos vazias.

Durante a conversa que tive com o Wilder, isso depois de esperar dezenas de prefeitos que estavam na minha frente serem atendidos, ele me disse algo muito valioso; algo que reforçou ainda mais o meu objetivo de gestão: “Jorge, o povo de Firminópolis te escolheu a prefeito para você resolver os problemas da cidade. Lamentar problema é ação de gente fraca. Uma boa gestão é resultado de ações inteligentes e não de lamúrias. Vá ao gabinete dos senadores e deputados goianos, aos ministérios buscar recursos para sua cidade”.

Cofres vazios têm sido algo rotineiro, principalmente para a maioria das prefeituras brasileiras, cuja sobrevivência está ligada à dependência de recursos estaduais e federais. O governo federal, conforme o senador Wilder citou certa vez num de seus discursos na Tribuna do Senado, “precisa se atentar que os problemas estão nos municípios e que sobre eles pesa uma carga de obrigações impossíveis de se cumprir devido ao pequeno volume de recurso que possuem”.

Até estados estão situação crítica. Alguns inclusive em situação bem crítica, que é o caso do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. O PIB desses estados perto do de Goiás (2,9%) é bem maior: Rio de Janeiro 11,6%, Rio Grande do Sul 6,2%. Fato que mostra que Goiás tem sendo gerido de modo criativo. Lógico que enfrentando algumas dificuldades, mas não como as dos estados citados, que nem a folha de pagamento dos funcionários estão conseguindo honrar.

Wilder, o senador dos livros, lança mais 3

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Depois de fazer o maior evento literário da história de Goiás, com 1.200 pessoas e 800 autógrafos numa noite, Wilder prepara obras e eventos por todo o Estado

Nilson Gomes

A manchete do Diário da Manhã, em fevereiro passado, foi precisa: “Maior lançamento de livro da história de Goiás”. A referência era a evento protagonizado pelo senador Wilder Morais, que há um ano reuniu 1.200 pessoas e conseguiu autografar 800 exemplares de seu “Manual das Eleições”, elaborado em coautoria com o advogado Leonardo Batista. Agora, Wilder prepara mais três obras, um feixe de códigos a ser apresentado ainda neste mês, um estudo dedicado a prefeitos e vereadores (estreia prevista para 10 de março), além de pequenos trechos de sua trajetória contados como motivação para estudantes. Somados os volumes jurídicos, Wilder já lançou 14 livros, que são distribuídos em colégios e faculdades, nos quais faz palestras. Por isso, é chamado de “senador dos livros”.

O site e os perfis do senador nas redes sociais são recheados de imagens com o sucesso dos eventos. Há lançamentos no Estado inteiro, de Goiânia a cidades pequenas, como Cumari, no Sudeste, e Jaupaci, no Oeste. Pessoas que nunca haviam comparecido a um evento literário, fizeram parte das multidões. Nas fotos, filas imensas de Goianésia (no Vale do São Patrício) a Caiapônia (Oeste). Na região Metropolitana, o sucesso da Capital se repetiu em Hidrolândia, Bela Vista, Trindade… Foram centenas de autógrafos na terra natal do governador Marconi Perillo (Palmeiras), na da primeira-dama Valéria Perillo (Pirenópolis), na do vice-governador José Eliton (Posse) e também na da oposição (a Cristianópolis de Iris Rezende).

Por doar muitos livros, Wilder também os recebe. Livro foi o presente sugerido em sua festa de aniversário, em junho de 2016, àquela à qual compareceu o presidente Michel Temer em sua primeira aparição circulando no meio do povo. Foram mais de mil exemplares presenteados ao senador. Os livros que Wilder ganha compõem a biblioteca que está montando e colocando à disposição dos leitores em seu gabinete, no Setor Sul. A relação com os livros faz com que eles também sejam parte dos pedidos que recebe. Formandos da Faculdade de Jussara reivindicaram do senador a publicação de suas pesquisas em meio ambiente e empreendedorismo. Como são duas áreas de dedicação de Wilder, ele topou e a obra foi publicada.

Alguns dos acadêmicos em Jussara são de Itapirapuã, no Oeste do Estado. Ali ocorreu um fenômeno: cerca de mil de seus 7 mil habitantes prestigiaram o lançamento de um livro do senador Wilder. Como o município tem grande área rural e distritos, calculam-se em 3 mil os adultos da sede, onde aconteceu o evento. Não se tem notícia de um lançamento de livro que reuniu um terço da população de alguma cidade. Em termos proporcionais, as tardes e noites de autógrafos de Wilder têm públicos espantosos de tão grandes. Afinal, juntar cem pessoas num lançamento de livro em Cumari é como encher ao mesmo tempo o Estádio Serra Dourada e o Goiânia Arena. Para comparar o público do lançamento em Itapirapuã só se houvesse na Capital novo comício pelas Diretas Já.

Exagero? A estatística é uma ciência. Estatisticamente, a população que apareceu em Itaberaí, às margens da GO 070, para receber autógrafo e fazer selfie com o senador Wilder se repete em Goiânia apenas em espetáculos de estrelas sertanejas – aliás, a noite de autógrafos de Wilder foi muito maior que a da cantora Joelma (ele com o “Manual das Eleições, ela com “Entre Olhares”), ambos em shoppings da Capital (o dele no Bougainville, o dela no Cerrado). O evento do senador só encontra similares com lançamentos de livros de líderes religiosos, como os da Igreja Universal e os dos padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo.

HABITAÇÃO

Além da dedicação aos livros, Wilder também é chamado de senador da moradia, por sua luta em favor da casa própria. A fama vem do tempo em que construía conjuntos habitacionais, como o Morada do Morro, em Senador Canedo, na Grande Goiânia, além de diversos prédios residenciais na Capital. Agora, Wilder ajuda o governador Marconi Perillo e o vice-governador José Eliton no combate ao déficit habitacional do Estado. Apenas neste ano, Wilder já fez cinco encontros com autoridades no assunto, que vieram a Goiás debater o assunto com lideranças municipais. Nesta segunda-feira, Wilder, Marconi e Eliton recebem o presidente nacional da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, em evento no Centro de Convenções de Goiânia. Por articulação de Wilder, vai ser assinado convênio para construir 30 mil casas nas 246 cidades goianas. Será um acontecimento suprapartidário: foram convidados prefeitos de todos os municípios.

Caixa tem 6 bi para custeio agrícola

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 6 de fevereiro de 2017

Wandell Seixas

Dentro de sua linha de crédito rural, a Caixa Econômica Federal dispõe de 6 bilhões de reais para custeio antecipado no Brasil. As unidades da CEF têm 10% para Goiás, o que representa 1 bilhão. A revelação é de Marise Fernandes de Araújo, superintendente regional no Estado. Segundo ela, até R$ 500 mil a operação é simplificada se esses recursos se destinam a soja, milho, trigo, arroz, feijão e sorgo. O tomate tipo salada deve entrar nesse rol de financiamento, mas a superintendente aguarda a definição para os produtores goianos. Os juros para essas operações serão a partir de 8,5%, conforme Âncoraas dimensões do projeto.

Com os recursos de 6 bilhões para a linha de custeio antecipado, a Caixa possibilita acesso a recursos para custear lavouras até 260 dias antes do início da safra de verão 2017-2018. Marise Araújo que com a antecipação dos recursos da próxima safra, o produtor pode negociar ainda no atual semestre a aquisição de insumos para o plantio. Em sua opinião, “o custeio antecipado proporciona as condições necessárias para que os recursos financeiros do Crédito Rural cheguem ao produtor em tempo hábil, simples e no melhor momento, para que possa se programar e reduzir custos”.

As alterações nas regras de limite por produtor, divulgadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano safra, proporcionam um maior acesso a recursos pelo produtor, que pode contratar até R$ 3 milhões no Custeio Antecipado, deduzido deste limite o valor contratado entre julho e dezembro de 2016.

Custeio Pronamp

A Caixa conta ainda com a linha de crédito Custeio Pronamp. Esta modalidade de custeio antecipado possui condições diferenciadas para os médios produtores que apresentam renda bruta anual de até R$ 1,76 milhão, com taxas de juros de 8,5% ao ano e limite de até R$ 1,5 milhão, e promove o desenvolvimento das atividades desse segmento, proporcionando o aumento da renda e da geração de empregos no campo.

A carteira de crédito Rural da instituição ultrapassou o montante de 7 bilhões de reais de saldo em operações ativas, acrescentou a superintendente. Marise adiantou, ainda, que para o ano agrícola 2016-17, que se encerra em junho deste ano, a Caixa deve superar o volume de 10 bilhões de reais em contratações nas linhas de crédito destinadas a custeio, investimento, industrialização e comercialização para produtores rurais, agroindústrias e cooperativas. O crédito rural está disponível em mais de 1.700 agências da Caixa para todo o Brasil.

Além disse, a empresa leva as principais feiras e eventos do setor, o Caminhão do Agronegócio, agência volante na qual o produtor pode, inclusive, ter acesso ao crédito rural e a diversas informações e produtos. Para auxiliar na elaboração dos projetos agrícolas ou pecuários, a Caixa possui ainda convênio com uma ampla rede de empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) em todas as regiões brasileiras.

Caixa abre as portas às prefeituras

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 1 de fevereiro de 2017

Wandell Seixas/Da Editoria de Cidades

A Caixa Econômica Federal (CEF) abriu o cofre às prefeituras goianas durante reunião, ontem, no auditório do seu edifício sede em Goiânia, aos cerca de cem participantes municipais, entre os prefeitos eleitos e suas equipes de 126 municípios convidados. Todos eles foram concitados a uma parceria com a instituição financeira. A superintendente regional no Sul de Goiás, Marise Fernandes de Araújo, e o superintendente regional no Norte de Goiás, Gilmar Lopes Peixoto, disseram que a instituição tem crédito disponível nos programas de habitação, infraestrutura e saneamento, entre outros, visando o desenvolvimento dos municípios.

Segundo a superintendente, com “essa abertura, além de atender os programas sociais, como da habitação dentro do Minha Casa, Minha Vida, a Caixa financia também os equipamentos e materiais destinados ao fomento da energia solar no meio rural e urbano e a produção de tomate salada em Goianápolis e demais municípios do Estado”. Marise Fernandes de Araújo lembrou que iniciativa nesse sentido no Brasil partiu do senador Wilder Morais e no meio rural de Goiás o estímulo conta com o apoio do governador Marconi Perillo.

O evento reuniu prefeitos, vice-prefeitos, secretários e gestores municipais. Na ocasião, foram abordadas as oportunidades mercadológicas e negociais nos municípios. Bem como o papel da Caixa como agente de políticas públicas do governo federal e sua atuação nos programas sociais e de habitação. Toda a equipe técnica da CEF esteve à disposição para atendimento às dúvidas dos presentes, consoante com a estratégia de recepção da entidade financeira aos prefeitos eleitos e reeleitos.

Municipalismo

O senador Wilder Morais (PP-GO) disse que embora esteja no Congresso Nacional “apenas quatro anos e meio e sentindo as dificuldades dos prefeitos no acesso aos ministérios”, sua equipe de trabalho em Brasília “tem procurado reduzir esse sacrifício ao máximo, procurando solucionar os problemas dos municípios”.

O processo burocrático constitui um dos grandes entraves. Mas, na medida do possível os recursos vão fluindo e contribuindo para o desenvolvimento municipal goiano. E o fomento do Programa Minha Casa, Minha Vida tem sido um deles, para resolver ao máximo a questão do déficit habitacional.

Déficit de moradia

A disposição manifestada pelos superintendentes regionais da Caixa Econômica Federal em dar apoio financeiro nas áreas prementes de infra-estrutura, como água e esgotos, foi bem recebida pela totalidade dos presentes. Com relação à habitação, a iniciativa do governo federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas para famílias de baixa renda, os prefeitos ou seus representantes ficaram profundamente satisfeitos. Em parceria com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos, o programa vem mudando a vida de milhares de famílias brasileiras. É oportunidade para quem precisa e mais desenvolvimento para o Brasil.

O prefeito de Valparaiso, Pabio Mossoró, confirma ao Diário da Manhã que o déficit de moradia na região do Entorno de Brasília é “marcante”. De Americano do Brasil, a prefeita Maria Sueli Rosa diz que “foram realizadas algumas casas através da Agehab, mas precisa de mais habitações”.

O prefeito de Mozarlândia, Adalberto José Ferreira, aponta déficit de duas mil moradias. Explica ele que o advento do Frigorífico JBS trouxe progresso e 10 mil empregos diretos e indiretos ao município. Mas, resultou que a cidade precisa abrigar mais duas mil famílias. Em Itapirapuã, a prefeita Zélia Camelo de Oliveira, aponta para 300 casas entre a sede do município e o distrito de Jacilândia. “O senador Wilder Morais tem sido um apoio nosso”, comenta.

José Elias Fernandes, prefeito de Aragarças, informou que já fez 500 inscrições ao Programa Minha Casa, Minha Vida, financiado pela Caixa em parceria com a Prefeitura. Segundo disse, 280 terrenos já estão encaminhados. Em Moiporá, o prefeito Wolnei Moreira da Silva acusa déficit de cem por cento. “Há vinte anos se não fez nada em termos de casa”, com financiamento, concluiu.

Senador Wilder participa do maior encontro de muladeiros do mundo

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Quando se ouve nas conversas entre vendedores e compradores dá para pensar que estão negociando carros de luxo ou imóveis: “Esta aqui custou 85 mil”, “esse eu não vendo por dinheiro nenhum”, “comprei por 20 mil e hoje consigo vender por uns 60”, “aquela lá, castanha, vale mais de 120 mil”. As frases são de frequentadores do 10º Encontro Nacional de Muladeiros, realizado em Iporá, no Oeste Goiano. O evento reúne anualmente mais de 2 mil animais da espécie muar e recebe visitantes de todo o País e do estrangeiro, além de ser ponto de encontro de lideranças políticas e do agronegócio. Nesta quinta-feira, 26, os senadores Wilder Morais e Ronaldo Caiado e o deputado federal Alexandre Baldy visitaram a feira, que é organizada pela Associação dos Muladeiros do Oeste Goiano (Amog).

Vestido com a camisa do Sindicato Rural de Iporá, Wilder visitou todos os standes da feira e passou pelo acampamento cumprimentando as comitivas de todo o Brasil que já têm na agenda o evento de Iporá como obrigatório. O senador participou da tradicional queima do alho e almoçou ao lado de prefeitos da região, reunidos pelo de Iporá, Naçoitan Leite. Wilder participou também do Desfile de Muladeiros, que marca o início do evento, que vai até o domingo, 29.

“Iporá está em uma região que orgulha Goiás e durante este evento orgulha todo o nosso País com este encontro de muladeiros muito bem organizado e de extrema importância para o agronegócio brasileiro. Por isso, eu, que sou frequentador da Região Oeste, vim aqui deixar meu abraço aos organizadores, ao prefeito Naçoitan, aos prefeitos das cidades vizinhas, que também participam, e dar meu apoio ao agronegócio, que foi o segmento que sustentou o nosso País nesse momento de crise. Nossa situação estaria muito pior se não fosse o agronegócio”, disse o senador Wilder.

O presidente da Associação de Muladeiros, Corivaldo de Sousa, explica que o evento é o maior do mundo nesse sentido porque só permite a entrada e exposição de muares. “Nos Estados Unidos tem o maior encontro de cavalos. Nós no Brasil, aqui em Iporá, temos o de muares”, diz ele.

Segundo Corivaldo, além de comitivas de outros estados, visitantes de países como Estados Unidos, Chile, Colômbia, Argentina e Suíça também estão em Iporá.

Crise dos presídios tem solução

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 25 de janeiro de 2017

Wilder Morais apresenta duas propostas que podem modificar sistema de distribuição de recursos para construção de presídios; senador propõe mudar lei para reduzir população carcerária

A crise instituída nos presídios brasileiros é motivada pela falta de investimentos e uso da legislação para encarcerar a população de forma indiscriminada. O Brasil é um dos país com maior população, ocupando a quarta colocação com 607 mil detentos. Ruim de matemática, o país não observou uma conta nefasta e equivocada: nos últimos 15 anos, a população de presidiários aumentou 160%. Todavia, o aumento no número de presos não foi seguido pelo aumento da capacidade prisional.

O senador Wilder Morais propôs dois projetos de lei para modificar o atual sistema penitenciário brasileiro. A primeira proposta, afirma o parlamentar goiano, tem como intenção reduzir o poder do Governo Federal na concentração de recursos que podem ser usados na construção de presídios. Com a aprovação da proposta, os valores ficariam nos estados, o que facilitaria a aplicação direta na construção de presídios.

A primeira proposta tem como intuito modificar a Lei Complementar 79. Conforme Wilder, a ação possibilita a criação de fundos penitenciários estaduais — além de estabelecer a forma para dispor sobre os recursos que integram estes fundos.

Com tais recursos, as crises que ocorreram agora no Norte não se repetiriam, já que os estados poderiam criar mais vagas em presídios e separar os detentos por periculosidade e não por facções, como ocorre.

Segundo Wilder, a grave crise que assola o sistema penitenciário brasileiro “alcançou ares de notoriedade”. Ele lista os problemas: superlotação dos presídios, ausência de saúde pública no sistema prisional, ociosidade do detento, convivência promíscua entre reclusos, crescimento de organizações criminosas dentro das unidades prisionais.

Conforme Wilder, a Lei Complementar n° 79/94 não tem causado o efeito desejado na repressão do crime e recuperação do detento. “O Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) ainda não conseguiu cumprir plenamente as suas finalidades. E a prova disso é a grave crise penitenciária enfrentada pelo país.”

GOIÁS

Wilder afirma que estados como Goiás já se anteciparam e criaram fundos próprios. Mas é preciso fazer com que mais recursos cheguem neles. Devido ao contingenciamento realizado pelo Governo Federal nos últimos dois anos, estados como Goiás, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso optaram em criar seus fundos penitenciários.

Outra proposta do senador goiano em tramitação diz respeito a mudança na aplicação de penas. Ele quer reduzir momentaneamente a população carcerária. E a saída é criativa e ao mesmo tempo ousada: alterar o inciso I do artigo 44 do Código Penal, tendo em vista a modificação do requisito temporal para a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito. Em resumo, as penas restritivas de direito (não cumpridas dentro do presídio) serão aplicadas em caso de condenação por pena privativa de liberdade não superior a seis anos, em vez do limite de quatro anos atualmente em vigor. Esta faixa de dois anos seria suficiente para diminuir a população carcerária enquanto os governos não realizarem investimentos na construção de presídios.

Senador Wilder reúne na Superintendência da Caixa 70 prefeitos

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 21 de janeiro de 2017

Reunião com superintendentes Marise Fernandes e Gilmar Lopes foi a primeira de três que serão realizadas com prefeitos de todos os municípios do Estado. Foram convidados 78 e participaram 70

O senador Wilder Morais (PP) promoveu, nesta quinta-feira, 19, reunião com 70 prefeitos de 14 partidos, na Superintendência da Caixa Econômica Federal, em Goiânia, com os superintendentes Marise Fernandes de Araújo (Goiânia) e Gilmar Lopes Peixoto (Anápolis) para apresentar à Caixa as demandas de cada município na área de habitação e firmar convênios das prefeituras com o banco. Esta foi a primeira de três que serão realizadas com prefeitos de todos os municípios do Estado. Foram convidados 78 e participaram desta primeira 70. Aos prefeitos presentes na reunião foi apresentado um plano de ações para viabilizar a destinação de recursos para construção de unidades habitacionais nos municípios pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

Participaram da reunião os prefeitos de Adelândia – Joaquim dos Reis (PP); Água Limpa de Goiás – Valdir do Prado (PP); Amorinópolis – Silvio Isac de Souza (PMDB); Araçu – Joelton Bernardo da Costa (PMDB); Aragoiânia – Nauginel (PSDB); Arenópolis – Flávio Júnior Vilela (PMDB); Aruanã – Hermano Carvalho (PSDB) (representado pelo assessor Coimbra); Baliza – Fernanda Nolasco (PTB); Bela Vista – Nárcia Kelly (PTB); Bom Jesus de Goiás – Daniel Vieira Ramos (PTB); Caiapônia – Caio Lima (PP); Caldas Novas – Evando Magal (PP); Campinaçu – Milson Alves (PP); Campo Limpo – Arivart Alves (PP); Ceres – Rafael Melo (PSDB); cidade de Goiás – Selma Bastos (PT); Córrego do Ouro – Murilo César (PP); Damianópolis – Gilmar José Ferreira (PDT); Firminópolis – Jorge José de Souza (PP); Gameleira de Goiás – Wilson Tavares (PP); Goiatuba – José Alves Vieira (PP); Goianira – Carlos Alberto Andrade (PSDB); Guapó – Colemar Cardoso de Queiroz (PSDB); Heitoraí – Lúcio Pires dos Santos (PP); Hidrolândia – Paulo Sérgio de Resende (DEM); Ipameri – Daniela Vaz Carneiro (PSDB); Ipiranga de Goiás – Alex de Queiroz (PSD); Iporá – Naçoitan Leite (PSDB); Israelândia – Miriã Pires Barbosa (PSDB); Itaberaí – Roberto do Mercadão (PP); Itauçu – Moacir Dias Barbosa (PSDB); Itapuranga – Daves Soares da Silva (PSD); Jandaia – Milena Pereira Lopes (PMDB); Jaraguá – Zilomar Antônio de Oliveira (PSDB); Jataí – Vinícius de Cecílio Luz (PSDB); Matrinchã – Claudia Valéria Alves (PTN); Maurilândia – Edjane Alves (PSDB); Morrinhos – Rogério Troncoso (PTB); Morro Agudo – Anatair Antônio Santana (PSD); Nerópolis – Gil Tavares (PRB); Nova Aurora – Vilmar Dias Carneiro (PT); Nova Glória – Carlos Luiz de Oliveira (PP); Novo Gama – Sonia Chaves de Freitas – PSDB; Orizona – Joaquim Augusto Marçal (PSDB); Padre Bernardo – Francisco de Moura (PSDB); Palmeiras de Goiás – Vando Vitor Alves (PSDB); Paraúna – Paulo José Martins (PRB); Petrolina de Goiás – Dalton Vieira Santos (PP); Pires do Rio – Cleide Aparecida Veloso (PP); Porangatu – Pedro João Fernandes (PSDB); Posse – Wilton Barbosa (PSDB) (representado pelo vice-prefeito Minguito, do PP); Rialma – Fred Vidigal (PTB); Rio Quente – João Pena (PR); Rubiataba – José Luiz Fernandes (PSDB); Sanclerlândia – Itamar Leão do Amaral (PSDB); Santa Bárbara – Wagner Vaz (PP); Santa Cruz de Goiás – Mateus Felix Lopes (PRTB); São Domingos – Cleiton Gonçalves Martins (PSDB); São Francisco de Goiás – Wilmar Ferreira da Silva (PSDB); São Luís de Montes Belos – Antônio Paulo da Cruz (PSD); São Miguel do Araguaia – Nélio Pontes da Cunha (PSDB); São Miguel do Passa Quatro – Marcio Cecílio (PSDB); Taquaral de Goiás – Hélio Gontijo (PMDB); Uirapuru – Ailton Neri Amorim (PSDB); Uruaçu – Valmir Pedro (PSDB); Urutaí – Ailton Martins de Oliveira (PR); Vianópolis – Issy Quinan (PP); Vicentinópolis – Neilton Ferreira de Ozeda (PSDB); Terezópolis – Francisco Júnior (PSDB).

A superintendente Marise Fernandes, que fez a abertura do evento, agradeceu em seu discurso à iniciativa pioneira do senador Wilder, de reunir os prefeitos. “Foi uma verdadeira mobilização que envolveu desde o nosso presidente Occhi [Gilberto Occhi, presidente da Caixa], a superintendência nacional, as diretorias, os prefeitos. Estamos aqui para fazer a nossa parte, para orientar as formas corretas de execução e de apoio para que os senhores prefeitos, secretários e equipes de assessoramento saibam de todos os programas oferecidos pela Caixa. E vamos trabalhar para que, nesses quatro anos, de preferência já em 2017, vocês possam alcançar os recursos federais e transforma-los em melhorias e qualidade de vida para a população de suas cidades”, disse a superintendente.

O senador Wilder, chamado de anfitrião pelos prefeitos, destacou em seu discurso a importância de se trabalhar na busca de recursos para construção de moradias. E disse que prioriza em seu mandato orientação a prefeitos sobre como conseguir recursos. “Tive essa iniciativa porque a maioria dos prefeitos presentes aqui está em seu primeiro mandato, e a maioria dos recursos do governo federal passam pela Caixa. Então, quero agradecer à Caixa, em nome dos superintendentes Marise e Gilmar, por essa parceria, em que recebemos 67 prefeitos para discutir como trabalhar isso. Quero agradecer aos prefeitos e dizer que essa iniciativa, com certeza, vai levar recursos para os municípios de nosso Estado”, disse Wilder.

Prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PP) ressaltou o perfil municipalista do senador Wilder. “Sou muito feliz com o atendimento que o senador Wilder sempre nos dá, seja em Brasília ou Goiânia. É um municipalista. Atende prefeitos de cidades grandes, médias ou pequenas, sem distinção. Ele tem sido a voz dos prefeitos lá em Brasília. E esta iniciativa de hoje é mais uma de tantas que ele tem feito para aproximar os prefeitos do órgão públicos, para facilitar a vida dos gestores. E isso nos ajuda muito, a ajuda do senador é essencial para o nosso trabalho”, disse Magal.

De Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, a prefeita Sonia Chaves disse que o senador acertou em organizar as reuniões na Caixa “Às vezes o prefeito não tem condições de ter essas informações lá na sua cidade, e aqui a gente está tendo a oportunidade de conhecer toda a tramitação de projetos, e como inicia-los, para podermos desenvolver nossos municípios”, disse ela.

Nárcia Kelly (PTB), prefeita de Bela Vista, também “viu com muitos bons olhos” a reunião promovida pelo senador Wilder. “A caixa desempenha um papel fundamental para auxiliar os municípios na distribuição de renda e leva benefícios sociais a eles, então eu tenho que parabenizar o senador Wilder por essa iniciativa e também agradecê-lo. Por mais que a gente saiba e tenha conhecimento dos projetos, sempre tem algo novo e hoje foram passadas novas informações aqui”, disse Nárcia.

Do Oeste Goiano, o prefeito de Iporá, Naçoitan Leite (PSDB), disse que o senador Wilder é “uma pessoa muito bem vista em Goiás e no Brasil”. “Wilder hoje é respeitado no meio político, no meio empresarial, respeitado por todos os prefeitos de Goiás. Essa iniciativa é muito boa para os prefeitos terem um relacionamento com o senador e com o pessoal da Caixa. Isso ajuda porque é muito importante saber por onde ir procurar os benefícios. O senador está dando esse ‘norte’. Estou muito confiante que o senador estará onde ele sempre pensou que estaria politicamente falando”, observou Naçoitan.

O SENADOR DA HABITAÇÃO

Além de lutar no Senado por moradias a famílias de baixa renda, o senador Wilder quer também diminuir as despesas para essas famílias. Ele apresentou o projeto de lei nº 224, de 2015, para que o governo federal construa as unidades habitacionais já com equipamentos de geração de energia solar. “Seria não apenas uma ajuda a essas famílias, mas uma forma de modernizar a geração de energia no nosso país e, sendo uma fonte renovável, preservar o meio ambiente”, diz o senador.

A lei proposta por Wilder altera a Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009, para obrigar a instalação, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, sem ônus para os beneficiários, de equipamentos destinados à geração de energia elétrica própria com base em fonte solar fotovoltaica para injeção na rede elétrica das concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica.

O senador Wilder justifica que a irradiação solar global que incidente no território brasileiro é muito superior às verificadas em países que lideram o uso dessa fonte de energia, como Alemanha, França e Espanha.

Ele cita a nota técnica “Inserção da Geração Fotovoltaica Distribuída no Brasil – Condicionantes e Impactos”, publicada em 2014, para mostrar que as residências brasileiras, a partir da instalação de painéis fotovoltaicos em seus telhados, podem gerar 230% da energia elétrica que consomem. “Apesar de já haver, no Brasil, incentivos destinados à fonte solar fotovoltaica, os obstáculos para a disseminação dessa opção limpa de geração de energia elétrica ainda persistem. O custo e o investimento inicial são elevados. E esse problema é ainda mais grave junto aos cidadãos de menor poder aquisitivo”, diz Wilder.

Nesse contexto, o senador Wilder propõe o uso do programa Minha Casa, Minha Vida como veículo de expansão da fonte solar fotovoltaica. “Trata-se de uma forma de desenvolver a fonte solar fotovoltaica e de privilegiar a população de baixa renda”, diz o senador Wilder.

Safra recorde de 215 milhões de toneladas no Brasil

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 9 de janeiro de 2017

Tudo indica que o Brasil terá uma nova safra recorde, o que significa confiança dos produtores no mercado de consumo nacional e do exterior. Pelo cenário traçado, a safra deste ano pode chegar a 215 milhões de toneladas. Com essa perspectiva, o PIB do agronegócio pode crescer 2% nos próximos 12 meses.

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) projeta, por sua vez, ampliação do PIB nacional em 2016 de 21,5% para 23%. Conforme relatório da entidade, em dezembro, a agropecuária representou 48% das exportações totais do País. Os produtos do agronegócio tendem a assegurar saldo comercial de US$72,5 bilhões ao Brasil em 2016.

Oriundo do meio rural, ou mais precisamente do município goiano de Taquaral, o senador Wilder Morais (PP) comemora o êxito do campo, observando que os agropecuaristas “se comportam com inteligência e cria ferramentas de sustentação da economia, quando os brasileiros mais precisam”. A produção agropecuária respondeu por 20% do Produto Interno Bruto na última década, lembra o senador goiano.

Exemplos de sucesso

Wilder Morais, ligado ao Fórum Empresarial de Goiás pela sua condição de empresário na construção civil, vê o agronegócio como otimismo. “Está recheado de exemplos de sucesso que devem ser copiados pelos demais segmentos econômicos nacionais”, observa, justamente ele um empresário bem sucedido em obras que se estendem por vários países do mundo.

Ele atribui o êxito do agro “devido ao empreendedorismo do empresário rural, do uso da moderna tecnologia e gestão. “Por isso, os sojais, os cafezais e os milharais se disseminam na região Centro-Oeste”, diz confiante. Na pecuária, “até os Estados Unidos compram carne brasileira sem a menor restrição, demonstrando confiança em sua qualidade, na sanidade do nosso rebanho”.

O parlamentar bate na tecla da logística que atenda um Brasil moderno, pra frente, no escoamento de sua produção ou das mercadorias entre os Estados. “Precisamos da integração urgente do sistema viário, incorporando ferrovias, hidrovias, rodovias e portos, que, com certeza, redução em mais de 40% os custos nos fretes”, afirma categórico, defendendo, ainda, juros compatíveis, promovendo as reformas básicas para atendimento da sociedade brasileira.

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