Wilder quer destravar obras paralisadas em Anápolis

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Destravar as grandes obras paralisadas na cidade de Anápolis. Essa foi uma das propostas do secretário de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Wilder Morais, durante visita à cidade nesta quarta-feira (20). Wilder se encontrou com Anastacios Apostolos Dagios, presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA) e do Comdefesa-GO e com vários empresários e autoridades do município.

Em duas semanas à frente da SIC, Wilder Morais tem feito vários contatos com empresários, reuniões com investidores interessados em vir para Goiás e traçado metas e planos para alavancar a economia do Estado. Na cidade de Anápolis ele visitou duas grandes obras de responsabilidade do Governo Goiano que estão paralisadas, o Aeroporto de Cargas e o Centro de Convenções.

Segundo o secretário Wilder, a partir de agora ele vai definir as primeiras ações para concluir essas obras, observando o que a população e os empresários desejam. Wilder disse que fará estudos para ver a viabilidade jurídica e econômica da sugestão para se implantar no Centro de Convenções um Parque Tecnológico, ideia que ele considerou bastante interessante.
“Faremos todo esforço possível para achar o caminho jurídico para fazer essa parceria. O Centro de Convenções é uma obra muito grande e com um custo muito alto. Se nós temos parceiros que querem ajudar, com certeza o governo do Estado fará essa análise sobre a parceria. O governador Caiado, como anapolino que é, quer destravar todas essas obras na cidade de Anápolis”, falou Wilder.

O Centro de Convenções de Anápolis está numa área de 32 mil metros quadrados e consumiu R$ 139,5 milhões dos cofres do Estado, sendo inaugurado em abril de 2018, porém está inutilizado desde então. Já o Aeroporto de Cargas, obra ainda inacabada, teve custos de R$ 350 milhões e está paralisado em razão de problemas ambientais, apurados por órgãos de fiscalização.
O secretário também esteve no local onde será construída a Plataforma Multimodal, que são grandes centrais de inteligência que combinam multimodalidade (vários tipos de transporte), telemática e otimização de transportes e frete, estrutura fundamental para assegurar o processo de crescimento e industrialização de Anápolis.

Wilder ainda participou da 63º reunião ordinária da ACIA. Dentre vários assuntos tratados, um dos principais foi a retomada do desenvolvimento de Anápolis, ponto fundamental para o crescimento da cidade, através do funcionamento do Centro de Convenções, do Aeroporto de Cargas, da Plataforma Multimodal, do Porto Seco e da Ferrovia Norte Sul.
“Temos do lado do Aeroporto de Cargas a Plataforma Multimodal. Temos a Ferrovia Norte-Sul e o Porto Seco. O que precisamos fazer agora é um estudo mais amplo para permitir a integração de todos os atores que estão lado a lado. Em todos esses projetos temos um diferencial, a transparência. E faremos o projeto com as pessoas que vivem aqui. Vamos pensar em todas as etapas de um projeto dessa magnitude para que efetivamente elas possam cumprir o seu papel, que é fazer Anápolis crescer ainda mais”, disse Wilder.

Investimentos de acordo com a característica de cada região, defende secretário Wilder Morais

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A Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC) está definindo a implantação de novas indústrias de acordo com a característica de cada região, identificada por meio de um estudo feito pela equipe de desenvolvimento regional. Segundo Wilder Morais, uma das prioridades será o desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal.

Wilder Morais, que comanda a SIC, também destaca a importância do fornecimento de energia elétrica de qualidade para a instalação de novas empresas no Entorno do DF e nas outras partes do Estado. A secretaria solicitou à Enel informações sobre a disponibilidade de energia em cada região do Estado para subsidiar a atração de outros negócios. “Hoje temos em Anápolis empresas que serão inauguradas no meio do ano e que estão com dificuldade de energia. Nesses lugares que estamos com iminência de instalação e para os quais foi feito lá atrás compromisso de fornecimento de energia, a Enel tem que nos comprovar que está trabalhando para que isso possa acontecer”, diz o secretário.

O titular da SIC também defende a antecipação de investimentos pela empresa, principalmente em novas subestações em Goiânia e no interior e em linhas de transmissão. “Fizeram um plano de investimentos de cinco anos. Precisamos antecipar isso para que no máximo em dois anos possamos fornecer energia para industrializar o Estado. Nesse momento, o objetivo é que a gente possa se unir, conversar e achar a solução para dar continuidade aos investimentos que são importantes para Goiás.”

Wilder Morais tem como meta, a cada mês, anunciar o investimento de uma empresa em Goiás. Ele voltou a destacar que a política de incentivos fiscais continua competitiva em relação aos outros estados. “Estamos no centro do país, temos um agronegócio muito forte, o setor mineral como o terceiro do Brasil, então não tem motivo para o Estado de Goiás não ser escolhido para instalar empresas nacionais e multinacionais”.

O secretário mantém diálogo aberto com o setor produtivo para discutir a política de benefícios fiscais. “Existem algumas distorções que têm que ser corrigidas. É por isso que estamos falando com todas as áreas do setor produtivo, para que a gente possa dar segurança jurídica às empresas que investiram e que acreditaram no Estado.”

Wilder Morais prestigia posse de presidente da AGM

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O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, acompanhou na manhã desta quarta-feira (20) a posse da diretoria da Associação Goiana de Municípios (AGM). O prefeito de Hidrolândia, Paulo Sérgio de Rezende (Paulinho), foi reeleito para mandato de dois anos. A cerimônia de posse aconteceu na sede da AGM, no Setor Sul, em Goiânia. O vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota, representou o governador Ronaldo Caiado.

Durante o evento, Wilder Morais foi homenageado pelo presidente da AGM. “Ele esteve junto em todas as causas municipalistas, então os meus sinceros agradecimentos em nome de todos os prefeitos”, afirmou Paulinho, em referência à atuação do ex-senador, que levou a todos os municípios de Goiás emendas parlamentares. Nos seis anos e meio em que Wilder Morais esteve no Congresso, o montante destinado às cidades goianas ultrapassou R$ 4 bilhões.

O secretário desejou sucesso ao presidente da AGM no novo mandato. “Tenho uma amizade de muitos anos com o prefeito Paulinho. Não poderíamos deixar de prestigiar não só a posse do presidente, como de toda a diretoria”, disse o titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC). Ele afirmou que a SIC terá atuação em todas as regiões do Estado. “O Governo do Estado de Goiás e a SIC estão à disposição para trabalhar nos 246 municípios do Estado de Goiás”, destacou.

Posse de Wilder reúne multidão no Palácio Pedro Ludovico Teixeira

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Lideranças políticas de todo estado lotaram todos os ambientes de onde aconteceu a solenidade de posse de Wilder Morais.

 

A solenidade de posse de Wilder Morais como secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços contou com a presença de 103 prefeitos, vereadores, deputados e autoridades municipais e estaduais, além de representantes de diversos setores que lotaram o auditório Mauro Borges, hall interno e externo, as escadarias e a frente do Palácio Pedro Ludovico Teixeira.

Durante a posse, o governador Ronaldo Caiado ficou impressionado com a quantidade de pessoas que prestigiou o evento. “O convite feito pelo nosso secretário trouxe aqui amigos e amigas dos 246 municípios de Goiás, que nem couberam neste auditório. Eu quero agradecer a cada um, e dizer que conheço e reconheço todos vocês. Cada olhar de vocês vem minha memória a minha trajetória de vida, meus anos em campanha, os momentos da eleição, e vocês não sabem o quanto isto nos impõem mais responsabilidade”, declarou Caiado.

Durante o discurso, o governador destacou o perfil técnico, além do político, de Wilder. “Ele poderia ter escolhido cuidar da sua trajetória pessoal, que é gloriosa e vencedora, mas ele soube ter gesto e espírito público para se dedicar ao Estado de Goiás” apontou Caiado. O governador disse também admirar o secretário empossado pela dedicação que tem demonstrado, desde o período eleitoral, em trabalhar para desenvolver o Estado. Caiado destacou o perfil empreendedor e diplomático do novo secretário. “Wilder é uma pessoa que aglutina, que aproxima, que é fundamental num momento tão importante e tão delicado na trajetória do nosso Estado”, afirmou o governador de Goiás.

 

Surpreso e muito satisfeito pelo prestígio, Wilder começou o discurso agradecendo a presença de toda liderança política e se desculpando por não ter conseguido acomodar todos. Decidido em guinar o desenvolvimento do Estado, secretário Wilder Morais sinalizou, durante o seu discurso, que trará várias inovações na gestão de programas como o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), Produzir, Banco do Povo, e nas ações de atração de investimentos, de forma a serem menos burocráticos e mais acessíveis à toda população goiana e às empresas que tiverem interesse em vir para Goiás. “Goiás sempre foi agressivo em benefícios e vai continuar sendo”, frisou.

Segundo o secretário, um dos focos de seu trabalho será a regionalização do desenvolvimento, para isso a sua equipe já fez um levantamento de todas as regiões de Goiás, com suas potencialidades econômicas e demandas. “Nós queremos levar empresas para aquelas regiões que hoje não têm nada de industrialização, ou empresas, seja na área do agronegócio, seja na mineração”.

Escolhido pelo governador Ronaldo Caiado, com apoio do setor produtivo, o secretário de Indústria, Comércio e Serviços ressalta as características que faz o Estado de Goiás se destacar entre as unidades da Federação para a atração de investimentos. Wilder cita a localização geográfica, a logística, o clima, e a força do empresariado goiano. Um dos pontos positivos, destacados pelo secretário, é a posição geográfica de Goiás. “Nosso Estado tem posição geográfica privilegiada, além de ter condições e suportes técnicos para despachar produtos para qualquer lugar do País e do mundo”, arrematou Wilder.

 

RECURSOS

Wilder informou que pretende dar maior transparência e levar para um número maior de empresas os recursos do Programa Produzir/Fomentar e Programa Banco do Povo. “Hoje temos em caixa cerca de R$ 100 milhões em caixa no Produzir e no Banco do Povo temos R$ 10 milhões, então vamos colocar isto para funcionar agora. Levar estes recursos para todos os 246 municípios goianos”, afirmou.

Além disto, o secretário explicou que trabalhará diuturnamente com o propósito de atrair novas empresas e fomentar produtividade das empresas já existentes no mercado goiano. “Mesmo com a pequena revisão temporária de cerca de 12% que foi feita no final do ano passado, Goiás é o Estado da Federação que mais possui incentivos fiscais. Isso porque nosso Estado acredita no empresário”, defendeu.

Segundo o titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, a instalação de novas empresas em Goiás é uma das saídas do colapso econômico que o Estado se encontra. Para ele, o mercado financeiro não deve ser o percursor da estabilidade econômica, por meio de elevadas taxas de juros. “A geração de emprego e renda deve estar no centro da política econômica”.

Mesmo antes de sua posse como secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais manteve diálogo aberto com os representantes dos setores produtivos de Goiás, reunindo-se com Adial, Forum Empresarial, Fieg, Associação dos Produtores de Borracha de Goiás, Crown Embalagens, Caramuru, Comigo, Cereal, indústrias automotivas como Caoa, Mitsubishi, John Deere, e outros.

Segundo Wilder, outro ponto que vai merecer sua atenção é o setor energético. Secretário já tinha esta preocupação no Senado, onde propôs alguns projetos de lei com foco nesta questão. Para conhecer melhor a capacidade energética de Goiás e seus gargalos, ele se reuniu com representante da Enel Distribuidora de Energia de Goiás, com a qual pretende manter contato contínuo a fim de assegurar investimentos e ampliação da rede de distribuição no Estado.

 

EXPECTATIVAS

Representantes do setor produtivo têm manifestado apoio ao novo secretário e apostado em sua gestão. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, destacou, durante o discurso na solenidade de posse do novo secretário, a experiência de Wilder Morais na indústria. “Nós, empresários, industriais e comerciantes, vemos o Wilder como um homem empreendedor, uma pessoa que conhece o outro lado do balcão, o lado de quem produz e trabalha muito para levar Goiás para frente. Com essa experiência e com a disposição que ele tem, nós acreditamos que Goiás terá um salto importante nessa área de industrialização”, avalia.

O presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), Euclides Siqueira, vê com otimismo a escolha de Wilder Morais para a Pasta. Para ele, a experiência de Wilder Morais como empresário na indústria da construção civil também faz diferença. “Ele sabe das dores do empresário no cotidiano vivido junto ao governo. Então ele fará uma interlocução entre empresários e governo estadual para melhorar o ambiente de negócios no Estado de Goiás”, disse. Ele acredita ainda que Wilder Morais terá “jogo de cintura” para apresentar as demandas do Estado ao Congresso Nacional e ao Governo Federal.

Para o presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio), Marcelo Baiocchi, Wilder é um “homem de negócios, empreendedor e que tem a visão de crescimento, de valorização do Estado de Goiás”. Baiocchi elogiou a escolha do governador Ronaldo Caiado para a pasta. “Sabemos que, na sua competência, Wilder estará empenhado em fazer com que os empresários e as empresas de comércio, serviços possam ser valorizadas e possamos cada vez mais incrementar as nossas atividades empresariais dentro do Estado de Goiás”.

Wilder: missão de gerar empregos e fazer Goiás crescer na Indústria e Comércio

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O ex-senador Wilder Morais (DEM-GO) assume a titularidade da Secretaria de Indústria e Comércio (SIC) em solenidade às 10h desta terça-feira, no auditório Mauro Borges, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira.

Empresário, engenheiro civil e filantropo, Wilder foi a grande sensação da disputa eleitoral de outubro. Conquistou quase 800 mil votos na disputa pelo Senado. Na história de Goiás, foi o candidato estreante que mais obteve votos em um pleito acirrado em que ficou à frente do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) e Lúcia Vânia (PSB).

Na pré-campanha e campanha foi aliado em todos os eventos do governador eleito, Ronaldo Caiado (DEM-GO), ao percorrer os 246 municípios do Estado.

Não é a primeira vez que Wilder Morais assumirá uma secretaria. Entre 2010 e 2012 ele foi o responsável pela Secretaria de Infraestrutura do Estado de Goiás.

 

À frente desta pasta deixou encaminhadas duas importantes obras para Goiás: os estudos que foram a base da reforma do Aeroporto Santa Genoveva e a ponte entre Goiás e Mato Grosso – considerada uma das maiores obras públicas do Estado, com 577 metros de comprimento, seu valor final chegou a R$ 54 milhões.

Ainda como senador, no último mês, Wilder adiantou várias pautas com representantes do segmento empresarial, como ampliação de plantas, geração de empregos, capacidade instalada, incentivos fiscais, dentre outros denominadores comuns do empreendedorismo.

 

OTIMISMO

Em entrevista para a rádio Sagres, o empresário Sandro Mabel, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG) disse que Wilder é um gestor que transmite “otimismo”. “Wilder passa a imagem de otimismo sobre Goiás. Isso está correto. O empresário que deseja ampliar os seus investimentos precisa saber que vai aplicar o seu dinheiro num ambiente saudável”, disse o líder classista.

Aos mais próximos, o ex-senador afirma que se sente confortável em atuar na área que atua na vida privada, que gera riquezas, produtividade, empregos e tributos. “Quero ajudar o povo goiano a aprender a ganhar dinheiro”, disse em uma solenidade para 180 prefeitos, quando foi anunciado futuro secretário da área.

 

TAQUARAL

Wilder Morais tem 50 anos, nasceu em Taquaral e enfrentou a extrema pobreza durante a infância. Na adolescência foi estudar em Goiânia. Formou-se em engenharia civil e empreendeu, tornando-se  um dos maiores construtores de supermercado no mundo.

Paralelo ao trabalho parlamentar, exercido em Brasília, tornou-se palestrante sobre sua atividade empresarial e como a educação transformou sua vida.  Distribuiu 1,2 milhão de livros grátis para estudantes de varias escolas e universidades goianas.

Como legislador deixou várias leis aprovadas no Senado Federal. É autor da principal mudança ocorrida no “Código Civil”, no capítulo de direito real, em que inseriu, através de sua exclusiva iniciativa, 20 artigos sobre o moderno tema da multipropriedade (time sharing). Como senador trouxe diretamente para os municípios R$ 6,5 bilhões em recursos distribuídos em várias obras, como os hospitais regionais e ações de infraestrutura.

Wilder Morais: “engajamento nas redes é resultado de trabalho e respostas”

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A equipe de divulgação e assessoria do ex-senador e agora secretário estadual de Industria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, foi surpreendida positivamente nesta sexta-feira, 8, com a divulgação dos números de pesquisa referente a militância nas redes sociais. O levantamento foi realizado, prioritariamente, na rede Instagram e deu conta que o governador Ronaldo Caiado é o campeão no número de seguidores e Wilder Morais no tocante ao engajamento nas publicações feitas.
O levantamento foi feito se utilizando da ferramenta SocialBlade, sendo que os números se referem à última segunda-feira, dia 4 de fevereiro. Foi ressaltado ainda que, no caso desse tipo de rede social, o número de seguidores é menos importante que a qualidade e o engajamento do mesmo. No que se refere ao perfil do ex-senador Wilder Morais o seguidor dá um show de engajamento, tecendo comentários, críticas e sugestões ao político, ou seja, gerando interatividade que é a real proposta desse tipo de recurso tecnológico.
Os números alegraram o ex-senador, mas não chegaram a causar muita surpresa, visto que, segundo ele, sempre fez questão de estar próximo da sociedade se utilizando das ferramentas digitais. Wilder tem sido atuante não só no Instagram, mas também Twitter e Facebook. Ele explica que é através do acesso às redes, além do corpo-a-corpo, que ele toma conhecimento dos anseios do cidadão comum. “Ali é fácil conversar com a pessoa, saber o que a preocupa e o que ela espera dos homens públicos. Podemos, também, mostrar nossa linha de trabalho e o que estamos fazendo. Te digo, quem trabalha, tem na internet um poderoso aliado”, ressalta Morais.


Porém, Wilder Morais acredita que o engajamento dos seguidores não vem “do nada”. Ele é fruto de uma parceria desenvolvida ao longo de anos. “A pessoa só sugere, elogia, critica, caso sinta que foi ouvida. Ninguém perde tempo falando sem resposta”, explica.
Quanto à interatividade e resposta os seguidores parece receber o feedback esperado. É o caso da musicista e empresária Mirian Camelo Bezerra de Menezes, idealizadora dos projetos culturais “A Música Clássica no Coração do Brasil” e “Chá Musical”. Ela conta que conseguiu o apoio do político e empresário Wilder Morais através de um primeiro contato feito através da rede social Facebook. “Fui muito bem respondida e não tardou a conseguir um encontro para apresentar minhas propostas”, explica Mirian que promete novas edições dos projetos.
Se como senador Wilder manteve atuante suas redes, o mesmo deve se dar com sua atuação como secretário. Ele promete manter a atenção às redes, não esquecendo, porém, os demais meios, como a imprensa tradicional que ele entende dar credibilidade a toda ação, e também aos encontros presenciais com a sociedade. “Não devemos medir esforços para viabilizar uma ação e utilizar todos os recursos possíveis é inteligente e necessário”, completa.

Mitsubishi avalia possibilidade de instalar mais uma linha de montagem em Goiás

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O futuro secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás, Wilder Morais, iniciou nesta quinta-feira (7) uma maratona de visitas a indústrias instaladas no Estado. O roteiro foi iniciado na fábrica da Mitsubishi Motors, em Catalão, Região Sudeste de Goiás. Ao lado do governador Ronaldo Caiado, Wilder se reuniu com o diretor-presidente da empresa, Alfredo Sestini Filho; e o chefe de operação (COO), Robert Rittscher.

“Estamos avaliando todas as pendências junto à secretaria e ao Governo do Estado para dar as condições para que uma terceira linha de montagem seja instalada em Catalão. Isso com certeza garantirá mais investimentos e empregos”, afirmou Wilder Morais. Atualmente, a montadora representa duas marcas – Mitsubishi Motors e Suzuki.

Na semana passada, o futuro secretário já havia recebido em Goiânia o COO da empresa japonesa. Na ocasião, Robert Rittscher demonstrou interesse em expandir as atividades da multinacional em Goiás. Atualmente a Mitsubishi conta com 2.145 colaboradores em Catalão e 93% deles são moradores da cidade, segundo informações da assessoria da empresa.

Durante reunião nesta quinta-feira, Wilder Morais ouviu os planejamentos dos dirigentes da Mitsubishi. “Sou empresário, entendo e vejo as necessidades de construirmos juntos o projeto da Mitsubishi. Nós vamos olhar com carinho e dar uma resposta muito rápida para Catalão e para eles”, afirmou o futuro secretário de Indústria, Comércio e Serviços.

JOHN DEERE
Nesta quinta-feira, a comitiva do Governo Estadual também visitou a fábrica de equipamentos agrícolas da empresa John Deere, também em Catalão. Com cerca de 700 colaboradores, a planta tem duas linhas de produção em funcionamento para montagem de colhedoras de cana de açúcar e pulverizadores. Durante a visita, Wilder e o governador Ronaldo Caiado conheceram o funcionamento de uma máquina que colhe cana. O equipamento de grande porte é avaliado em mais de R$ 1 milhão.

Em paralelo à agenda de visitas aos setores produtivos do Estado, Wilder Morais afirmou que está fazendo um levantamento de todas as áreas e distritos industriais de Goiás, com espaços disponíveis e entraves. “Dentro de pouco tempo a secretaria dará uma resposta em todos esses distritos industriais do Estado”, disse.

Pacote anticrime de Moro contempla projeto de Wilder Morais

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O pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, apresentado na segunda-feira, dia 4, prevê alterações em 14 pontos do Código Penal Brasileiro, Código de Processo Penal, Lei de Crimes Hediondos e Código Eleitoral. Seguindo o trâmite legal, as medidas passam pelas comissões do Congresso, aprovação em plenário e sanção do presidente Jair Bolsonaro. Porém, o pacote apresentado inicialmente aos governadores dos estados tem suscitado polêmica devido a pontos como o que prevê a suspensão da pena em casos de legítima defesa e o Caixa Dois como crime, com pena de 2 a 5 anos.

Outros pontos menos polêmicos, mas nem por isso menos importantes, como a prisão de criminosos contumazes e o estabelecimento de ouvidorias para se relatar crimes contra a administração pública, tem agradado a sociedade, assim como a criação de uma polícia especial para monitorar as fronteiras brasileiras, esse aliás uma proposta já debatida pelo Congresso, através de proposta do então senador Wilder Morais (DEM).

Wilder entende a necessidade de uma polícia específica para as fronteiras devido as complexidades de o Brasil ser um país “gigante pela própria natureza”. Ser continental, em números, significa o ônus de se ter 16 mil quilômetros de fronteiras secas e mais 7 mil de marítimas para vigiar. Tais números em um país com problemas gravíssimos no tocante à segurança pública acabam se configurando um problema importante a ser solucionado administrativamente.

Os contingentes da Polícia Federal e Forças Armadas são insuficientes para dar conta da quantidade de terras a serem patrulhadas. “Some-se a isso o fato de ambas as instituições terem outras atribuições não menos importantes e o resultado é o que temos hoje no Brasil: fronteiras abertas para a entrada de drogas, armas e contrabandos. Em um país de dimensões como o nosso, os limites fronteiriços precisam de vigilância específica”, explica o ex-senador. Em 2018 Wilder propôs o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 3/2018, que previa a criação de um ente voltado exclusivamente para fazer esse serviço, a Polícia Nacional de Fronteiras.

Não foi esse o primeiro momento em que o ex-senador apresentou uma visão ampla sobre a questão de segurança pública. Anteriormente, quando o senador Eunício de Oliveira, então presidente do Senado, sugeriu que se fizesse apanhado de todos os projetos propostos sobre segurança em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ) para que, posteriormente, fosse criado o Plano Nacional de Segurança Pública, partiu de Wilder Morais a sugestão de uma possível intervenção federal no Rio de Janeiro, para ele, naquele momento, a saída mais viável para tentar estancar o crime organizado no País, cujo quartel general era e ainda é aquela cidade, de onde partem todos os comandos.

“Com a mesma lucidez e discernimento, tentei propor a criação de uma polícia especial para garantir o fechamento de nossas fronteiras terrestres, marítimas e aeroportuárias”, ressaltou o ex-senador. Para defender a PEC de sua autoria, Wilder Morais exemplificou com a seguinte projeção: “Para se ter uma noção de como estamos inseguros em relação às fronteiras, façamos a seguinte projeção. Hoje a principal responsável por essa vigilância é mesmo a PF. Suponhamos que paremos todo o trabalho investigativo e outros realizados pela corporação para a posicionarmos somente de guarda nas fronteiras. Ainda assim, estaríamos vulneráveis. Com o atual contingente de federais, seria apenas um policial a cada quilômetro de fronteira”.

O ex-senador disse ainda entender a complexidade da criação de uma nova polícia, mas acredita que tal medida é possível, e a proposta do juiz Moro veio a corroborar com essa possiblidade, já que ele acredita que estudos foram feitos antes de inserir tal ação no pacote anticrime. Wilder acredita que no Brasil existem bons exemplos a serem seguidos na formatação da polícia de fronteira. Ele cita como exemplo a Polícia Federal, ilibada em sua postura e história e o próprio exército, uma corporação imbuída do objetivo de garantir a segurança nacional. A matéria se encontra em trâmite nas comissões e deve ser apreciada na nova legislatura do Senado.

Wilder Morais se reúne com Fórum Empresarial de Goiás

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O senador Wilder Morais (DEM – futuro secretário de Indústria, Comércio e Serviço de Goiás) participou nesta quinta-feira (31) de uma reunião do Fórum Empresarial de Goiás, na sede da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio). A agenda faz parte do compromisso assumido por Wilder de ouvir todos os setores produtivos do Estado. “Eu quero entender o que cada segmento tem vivido, economicamente falando, porque a briga do empresário goiano será a minha briga, quando eu assumir a secretaria”, comentou Wilder.

Estiveram na reunião os presidentes da Fecomércio, da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), da Federação das Associações Comerciais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg), da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), da Associação Comercial e Industrial de Goiás, da Federação da Câmara dos Dirigentes Lojistas, além do superintendente de Indústria e Comércio, César Augusto Moura; e o auditor fiscal estadual Adonídio Neto Vieira Júnior, que assumirá a superintendência de Atração de Investimentos e Negócios da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás.

Durante a reunião, os representantes das entidades de classe agradeceram ao senador Wilder pela abertura que têm para tratar dos assuntos relativos a Secretaria da Indústria e Comércio, do Governo do Estado, que Wilder assumirá nos próximos dias. Eles também apresentaram demandas relativas a cada setor, representado na reunião pelas entidades de classe. O encontro do Fórum Empresarial de Goiás acontece periodicamente com o objetivo de apresentar os gargalos de cada setor e, aproveitando as experiências, trocar ideias sobre os melhores caminhos de resolver cada situação apresentada.

O presidente da Acieg, Euclides Barbo, aproveitou para falar que, aliados ao Governo de Goiás, querem trabalhar para melhorar cada vez mais o cenário dos investimentos no Estado. “A gente sabe que trazer novas indústrias gera mais empregos para Goiás e isso nós precisamos transformar juntos”, declara.

Wilder garantiu que lutará pelas causas dos empresários. Ele destacou a importância desse contato direto com todos. “Naturalmente vamos levar as demandas de vocês para serem resolvidas, mas eu preciso desse contato direto e preciso entender os problemas reais de cada setor” e complementou “o Estado precisa do empresário, mas o empresário também tem que entender que precisa do Estado. Onde um ganha, o outro também ganha”, completou. “Vocês vão dar sustentação à Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás”, arrematou.

A reunião com os representantes das entidades de classe foi o último ato oficial de Wilder como senador da República, depois de seis anos e seis meses no Senado. Wilder encerrou seu mandato da mesma maneira que iniciou, trabalhando muito e sempre buscando alternativas para melhorar a vida dos goianos.

 

 

Senador Wilder destaca importância de agentes em tempos de dengue

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Todo ano é a mesma história, basta iniciar o período chuvoso para a dengue começar a assombrar os lares brasileiros. Porém, o medo não é sem fundamento, porque ocorre realmente uma subida alarmante no número de casos registrados e suspeitos em todo o Brasil.
Segundo boletim epidemiológico de monitoramento do Aedes aegypti em 2019, em minas Gerais foram 106% mais casos de uma semana para outra. Na primeira quinzena do ano no Rio de Janeiro foram mais de 500 casos registrados de dengue, zika e chikungunya. Goiás está em situação de emergência e em força-tarefa para eliminar criadouros do mosquito e assim, evitar o adoecimento coletivo.
Essa guerra contra o mosquito Aedes aegipty ainda é possível por ações de profissionais como os agentes de saúde, já que o combate à doença passa pela educação ambiental e fiscalização de condutas simples, mas feitas in loco. O senador Wilder Morais sempre fez questão, em seus anos no Senado, de ressaltar a importância desse profissional para que se tenha um Brasil mais saudável, educado e livre de epidemias.


Ele é o autor, da Medida Provisória 827/2008, que trata de pontos importantes no desempenho da função dos agentes comunitários de saúde, como piso salarial, carga horária e condições de trabalho. Para a maioria da sociedade, apenas mais uma lei, porém, para a categoria um salto importante no reconhecimento e valorização de suas funções. “Quando reafirmo a importância desse ente, não valorizo só mais uma categoria de trabalhadores. Ao contrário, presto a devida homenagem a um cidadão que enfrenta todo tipo de dificuldade em sua lide cotidiana. E a matemática é simples. Em um país em que a saúde é um dos mais expressivos gargalos, eles são o canal que liga a base ao topo da pirâmide. Servem de canal de comunicação e interligação entre os dois pontos, numa situação, convenhamos, nada confortável”, esclareceu Wilder Morais quando apresentou e levou à MP à discussão.
No Brasil, são mais de 330 mil agentes comunitários de saúde, sendo que a profissão é relativamente nova, tendo sido regulamentada já na década de 1990.
Faz parte ainda da atribuição do agente comunitário de saúde, além de ensinar e orientar a população sobre o básico em termos de higiene e sanitarismo, traçar um perfil das necessidades das comunidades visitadas. Através desses levantamentos são desenvolvidas as políticas voltadas para a saúde e as campanhas de vacinação, entre outras ações desenvolvidas pelas secretarias e ministério da Saúde Normalmente, os agentes atuam em comunidades muito carentes, que dependem unicamente do Sistema Único de Saúde para serem atendidas, porém de modo geral, eles cobrem todos os bairros das pequenas e grandes cidades do País.
O senador goiano ressaltou, por ocasião da redação da MP, sua perplexidade diante do fato de grande parte da categoria não sequer ganhar o piso regulamentado, na época em torno de R$ 1.014 – somente em julho do ano passado foi aprovado aumento que seria dado em três parcelas, sendo janeiro de 2019: R$ 1.250; janeiro de 2020: R$ 1.400 e janeiro de 2021: R$ 1.550.

Inicialmente, falou-se em R$1600 reais, porém o máximo conseguido foi R$1.550, um salário, na opinião do senador, ainda muito baixo diante da importância desses profissionais para o País. “Precisamos voltar um olhar mais atento sobre esse profissional. A categoria precisa ter garantia de capacitação para lidar com a questão da saúde. Entendo que o agende de saúde tem que ser devidamente preparado, e em várias frentes, pois, é ele quem tem o primeiro contato com a situação e precisa saber lidar com o novo, para sua própria segurança e saúde”, conclui o senador.