Wilder quer dados sobre não pagamento de salários dos servidores públicos

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O senador Wilder Morais (DEM) solicitou do Governo de Goiás, na segunda-feira, 5, informações detalhadas sobre pagamentos dos servidores públicos. O parlamentar foi indicado pelo governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) para coordenar a transição de governos no Estado.

A equipe de transição apresenta receios de que não sejam quitadas todas as remunerações com servidores públicos, já que um decreto baixado na última semana daria tal poder ao chefe do governo para “escolher” seus pagamentos através de discricionaridade.

Os documentos requisitados por Wilder Morais e equipe de assessoramento Comunitas visam projetar com maior precisão os eventuais danos econômicos que ocorrerão com o atraso. “Precisamos do máximo de transparência, pois corremos contra o tempo. O estudo da equipe é rigoroso e temos metodologias a cumprir”, diz.

 

QUEDA DE ARRECADAÇÃO

O economista Luís Carlos Almeida, pós-graduado pela FGV, informa que o impacto maior, além dos próprios servidores, será da economia goiana durante um Natal que poderia sinalizar para a retomada do crescimento econômico do Estado. “Existe uma fatia enorme do setor de serviços que aguarda a chegada dos servidores – através de seus salários e proventos  – no mercado de consumo.  Se repetir mesmo o que está previsto neste decreto, o prejuízo  será grande. As remunerações recebidas pelos servidores públicos estaduais representam 16% de todo conjunto de remunerações dos trabalhadores goianos. Ou seja, o impacto negativo chegaria ao PIB do Estado, algo como uma perda de R$ 2 bilhões”.

O corpo técnico que acompanha o senador Wilder Morais também aponta esta possibilidade de perda, já que as remunerações dos servidores  alimentam o consumo de bens e serviços. Eles enxergam mais além.

Wilder diz que é preciso conhecer a realidade do Estado o quanto antes, já que existem fortes indícios e um cenário empírico de crise. “Toda a economia goiana depende destes números. Não podemos deixar de informar com responsabilidade o segmento que será impactado”.

A Comunitas afirma que o não pagamento dos servidores públicos provocará forte impacto na arrecadação de impostos em 2019 – o que, enfim, ampliará o caminho tortuoso da bola de neve deixada pela atual gestão.

O corpo técnico é formado por especialistas experientes em auditoria pública e atua de forma objetiva, isenta e independente, tendo como princípio auxiliar os gestores eleitos no Brasil a instituírem os princípios de eficiência e moralidade na gestão pública.

O grupo de técnicos deseja saber, através de ofício assinado por Wilder Morais, qual é o fluxo de caixa projetado pelo Tesouro Estadual para os próximos três meses, evidenciando receitas, despesas, saldo anterior e saldo projetado; projeções das vinculações constitucionais com destaque para saúde, educação, cultura, ciência e tecnologia; relação dos empenhos não pagos, evidenciando todas as informações técnicas e operacionais;  relação dos empenhos anulados nos últimos 60 dias, evidenciando todas as informações técnicas e operacionais; cronograma de pagamento das despesas liquidadas e não pagas; despesas em processo de licitação/contratação, evidenciando todas as informações técnicas e operacionais.

 

CALOTE

O procurador do Ministério Público de Contas de Goiás, Fernando Carneiro, informou que a  medida adotada pelo Governo de Goiás – e que pode deixar remunerações a pagar ao próximo gestor – é um grande equívoco com indícios de  ilegalidade. Ele diz que o Decreto nº 9.346/18, que revoga a obrigatoriedade de empenho e liquidação de despesas e encargos da folha de pagamento dentro do respectivo mês, viola o artigo 60 da Lei 4.320/64. “É vedada a realização de despesa sem prévio empenho”, explica.

Por sua vez, o promotor de Justiça Fernando do Krebs disse que o governador José Eliton poderá responder por ato de improbidade se não efetuar o pagamento da folha salarial.

Ele aponta um dilema enfrentado pelo atual mandato de José Eliton-Marconi Perillo: “Para não deixar os restos a pagar, o governador poderá atrasar salário do funcionalismo público. É uma coisa ou outra”.

A denúncia de que o decreto poderá prejudicar Goiás foi realizada na noite de, 1, quando o governador eleito Ronaldo Caiado gravou vídeo para as redes sociais: “Peço ajuda a todo servidor público do Estado de Goiás para que possamos enfrentar este calote anunciado e que acaba de ser publicado pelo governador José Eliton no Diário Oficial. Aqui, ele transfere pra ele a prerrogativa de não quitar a folha de pagamento dos próximos meses. Ou seja, usar o dinheiro do servidor público para quitar compromissos que lhe interessam e que ao mesmo tempo protegem o seu CPF e, no entanto, deixa milhares e milhares de pessoas do Estado de Goiás totalmente desprotegidas sem poder receber aquilo que é o direito mais sagrado  do funcionário público que é o seu salário”.

O caso tem repercussão nacional, através de notícias divulgadas em vários portais de notícia, na revista “Época”, site do “Estadão” e agências de notícias.

Senador Wilder avança na transição e é minucioso com parte fiscal

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O senador Wilder Morais (DEM), responsável pela coordenação da equipe de transição, tem procurado informações efetivas quanto aos valores que Goiás terá, de fato, no próximo ano para quitar suas obrigações e realizar investimentos.
Ele sabe, todavia, que o Tesouro Nacional já afirmou que Goiás não poderá contrair empréstimo por um ano devido ao fato de não pagar suas obrigações. Logo, qualquer dívida urgente terá que ser adimplida com o orçamento que existirá a partir de janeiro.
Desde a primeira reunião com equipe da atual gestão, Wilder requereu dados sobre as condições fiscais exatamente para fazer com que a Lei Orçamentária Anual tenha fundamentos na realidade do estado. É comum ocorrer grandes distorções entre a norma e o que, de fato, entra nos cofres do Estado.
A atenção quanto a receita do Governo de Goiás se deve à natural preocupação de que exista um conjunto de déficits a serem sanados pela nova administração.

A equipe de Wilder Morais corre contra o tempo já que dia 15 de dezembro a LOA precisa ser apreciada na Assembleia Legislativa. Esta norma integra o arcabouço fiscal do Estado ao lado da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que a antecede, e Plano Plurianual (PPA), que será previsto em 2019.
A urgência com a LOA se deve ao fato dela trazer o planejamento mais próximo possível da realidade futura.
Politicamente, Caiado e Wilder terão a garantia de relatoria da norma, já que o deputado estadual Lívio Luciano (Podemos) é aliado da dupla e conhecedor da matéria fiscal por conta de sua carreira.
Wilder tem se reunido com Afrânio Cotrim, superintendente-executivo da Secretaria da Fazenda (Sefaz), e Fernando Tibúrcio, secretário-chefe da Casa Civil, além de outros técnicos e secretários.
O senador que auxilia Ronaldo Caiado fez questão de requerer a participação de servidores públicos efetivos nas reuniões. É uma forma de garantir maior acurácia ao processo, já que um servidor efetivo é a memória viva das secretarias de governo.
Wilder já percorreu salas do Palácio Pedro Ludovico tendo em vista a colocação da equipe da Oscip Comunitas, que ajudará o novo governador a interpretar a saúde financeira do Estado.
Wilder diz que na medida que a análise avançar, ele, demais técnicos e Caiado solicitarão especialistas da saúde, educação, etc, tendo em vista a análise de minúcias financeiras e mesmo programas em andamento.

Wilder diz para a reportagem que a meta número um do novo governo é manter a normalidade de atos administrativos e ações do poder público tendo em vista o bem estar da população.
Conhecido pelo preciosismo na análise de contas, Wilder é engenheiro civil e um dos responsáveis pelo orçamento da União no Senado. Ele usa técnicas de entrevistas e questionários abertos para compilar dados, além da fiel consulta às leis orçamentárias, bem como os balanços já findos.

Wilder Morais: o homem certo para o atual momento

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No início desta semana, tivemos a feliz notícia da escolha do nome do senador Wilder Morais como coordenador da equipe de transição do governador eleito por Goiás, Ronaldo Caiado. A escolha não poderia ter sido mais acertada. Não só por ser um gestor competente, político responsável e dedicado, mas Wilder representa o novo momento que vive nosso Estado.

Empresário de sucesso, que se ergueu com seus próprios méritos e determinação incomparável, o senador já demonstrou capacidade de gestão e política como secretário de Estado. No Congresso Nacional, fez em seis anos o que homem público nenhum conseguiu fazer: trouxe mais de R$ 4 bilhões em recursos para hospitais, saneamento, habitação, infraestrutura, escolas… Ajudou os 246 municípios sem olhar para cor partidária do prefeito.

Nossa equipe tem a certeza que Wilder Morais é o homem certo para esta importante atividade e exercerá a função com maestria. Grande estadista, ele já demonstrou sua imensa capacidade de liderar equipes não apenas nos seus inúmeros empreendimentos de sucesso no setor privado como também na vida pública.

Passamos por um momento extremamente delicado em Goiás, em especial no que diz respeito às contas públicas, e há gargalos em áreas fundamentais, como a Saúde e a Segurança. Basta citar a interdição do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), o maior hospital público de Goiás, que sofre com falta de insumos básicos.

Ter pessoas gabaritadas no processo de transição dos governos tem como objetivo principal fortalecer o trabalho da equipe, de forma a garantir transparência para angariar todas as informações necessárias para colocar Goiás nos trilhos do desenvolvimento, com responsabilidade e foco no cidadão.

A sensibilidade, o preparo, a lealdade e a história contam muito nessa hora. É preciso escalar um coordenador que saiba como funciona a máquina pública, que tenha compromisso com o projeto vitorioso nas urnas e, principalmente, tenha experiência em gestão de crise. Em minha experiência como parlamentar, vejo que o senador Wilder Morais é quem melhor representa isso.

Um homem público que veio de uma família pobre do interior de Goiás e chegou onde está hoje com o suor de seu próprio trabalho deve ser um exemplo para todos nós. A humildade que marcou seus anos no Senado e sua campanha eleitoral – em que conquistou a confiança de quase 800 mil goianos – comprova sua capacidade de compreender as necessidades da população. Assim como a de tomar as melhores decisões para o início do governo de Ronaldo Caiado.

Quando assumiu a vaga no Senado, em 2012, ele não fez diferente do que sempre fez em suas empresas: deu o melhor de si. E os resultados dessa determinação aplicada à vida pública já podem ser vistos. E tenho a certeza que ele dará o melhor de si como coordenador dessa equipe vitoriosa, eleita por 60% da população de Goiás.

 

Lincoln Tejota, deputado estadual e vice-governador eleito por Goiás

Senador Wilder cria mecanismo para fiscalização de obras paradas

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O senador Wilder Morais (DEM-GO) teve aprovada sua emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que trata do cadastro de obras paradas. Relator da matéria no Congresso Nacional, através da Comissão Especial de Obras Paradas, Wilder Morais realizou relatório completo das obras iniciadas e não finalizadas no Brasil e fez questão de inserir na lei que regulamenta todas as aplicações de receitas e despesas um dispositivo que facilita o acompanhamento da população.
Engenheiro civil com sólida carreira nacional e internacional, o senador goiano informa que não existe mal pior para a sociedade do que uma gestão iniciar ações de infraestrutura e não finalizá-las. O senador diz que a primeira medida para coibir o problema é garantir acesso às informações completas quanto a cada obra em execução. “Pode ter problemas iguais, mas piores do que obras paradas não acredito. O Estado promete, planeja, programa, aplica recursos e depois abandona. Chega a ser absurdo isso acontecer em pleno século 21. Obra parada afeta o orçamento público, o meio ambiente e a expectativa do cidadão”, diz Wilder.
Conforme a proposta aprovada, a União terá que manter um painel informatizado para consulta de todas as obras de engenharia e serviços custeados com recursos orçamentários. Na atualidade os gestores fazem questão de confundir a cabeça do cidadão, impedindo que ele tenha acessos a dados reais da obra lançada pelo Estado.
O instrumento de acompanhamento das obras deverá conter, dentre outras informações, número de identificação e coordenadas geográficas da obra, objeto com a descrição das características, valor estimado, data de início e de término, programa de trabalho, atualização, etc.
“A consulta a todos os dados essenciais deverá constar em um endereço eletrônico”, informa Wilder Morais, que cobra o máximo de eficiência da administração pública na transparência de dados.
“No tocante às obras em análise, a maioria é executada por municípios, responsáveis, também, pela elaboração do projeto. Isso, entretanto, não exime os órgãos federais do encargo de analisarem os projetos enviados preliminarmente à transferência dos recursos aos entes subnacionais”, analisa Wilder.

PANORAMA
Em 2016, Wilder e uma equipe técnica listou 1600 obras orçadas entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões, que receberam aportes da União, mas se encontravam paralisadas. Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Minas Gerais e Goiás foram os estados que apresentaram a maior quantidade de obras paradas. Apenas Goiás tem R$ 184,40 milhões em investimentos de obras em execução.
A maioria das obras paralisadas estão concentradas na Educação, Ministério das Cidades, Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e Ministério da Saúde.

Wilder diz que não é “político” para rádio

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Senador Wilder Morais fala em entrevista para CBN que será eleito pelo que fez: parlamentar diz que tem milhares de reais em obras para os goianos, principalmente na saúde e moradia.  E avisa: “político vai até em batizado de sapo. Não sou assim”. Reportagem do Diário da Manhã reproduziu trechos da entrevista

Welliton Carlos

O senador Wilder Morais (DEM), em entrevista para o programa “Papo Político”, da rádio CBN Goiânia, disse ontem que não é “político profissional” e não pretende se submeter ao estilo tradicional para vencer as eleições em outubro: “político vai até em batizado de sapo. Não sou assim”.

Pré-candidato à reeleição, Wilder discorreu sobre sua mudança de partido, seu histórico de vida e o desejo em disputar uma vaga ao Senado – neste ano, o eleitor poderá escolher dois nomes nas urnas.

Na entrevista ao apresentador Luís Geraldo e jornalista Fabiana  Pulcineli, o democrata reafirmou que tem trabalhado “muito” nos municípios e que espera ver este resultado efetivamente nas urnas.

Mas se o eleitor pretender outra espécie de político, diz Wilder, ele terá paciência e acatará tranquilamente o resultado, voltando para suas atividades na vida privada.

Considerado um dos maiores construtores de supermercados no mundo, proprietário da Orca Construtora, dentre outros empreendimentos, Wilder diz que não é o senador que mais fez pelos municípios de Goiás. Ele cita vários números e valores.

Para um ouvinte, que sugeriu a Wilder uma vaga na Câmara Federal, ele respondeu: “Só enxergo o Senado. Comecei senador…Não sei o que é muito para ele (ouvinte).  Se fosse pensar em ‘muito’, eu, que sou de Taquaral, tinha que ficar lá apenas. Sou filho de pai lavrador, mãe costureira…Então não poderia ter saído de lá. Nem o Lula poderia ser presidente…E ele nem estudou. Eu me formei em engenharia civil, com 22 anos e meio, o terceiro nessa idade na Universidade Católica e venci na vida pelo estudo”.

Nas próximas linhas, algumas das respostas do senador durante a entrevista.

Mudança de partido

Luiz, isto tem um certo link (mudar partido para disputar a eleição). Mas o mais importante disso tudo é que estou no Senado e toda semana sento ao lado do senador Ronaldo Caiado. E nós debatemos muito a política do Estado de Goiás…Isso pesou muito. Vou completar seis anos de Senado. E ninguém trouxe tantos recursos para Goiás nos últimos tempos quanto eu.  E conversávamos muito sobre isso. O Caiado então falava: “Wilder, você precisava estar na minha chapa. E se eu for governador, você vai me ajudar muito, como tem feito”. Isso pesou muito na decisão. E sem contar o espaço da base, que tem tantos candidatos…  E tinha uma grande falta de definição. Isso pesou em minha definição para voltar ao meu partido de origem, que é o Democratas. Quando entrei na política, entrei no Democratas.

Como explicar a mudança

Da mesma forma que explicar que o melhor candidato da base era eu também. Inclusive tinha até o voto do governador… Estou na política, Fabiana (Pulcineli), e tenho uma diferença dos outros políticos: não sou político.   Estou político. Sou, na verdade empresário. Por isso as coisas que se combinam comigo têm que ser cumpridas. Então, do mesmo jeito que não se cumpriu nada comigo, afinal eu também tinha uma ‘vaga’ na base…Quando saí do meu partido, o DEM, foi definido isso. Entendo tudo hoje…Na verdade, estou entendendo um pouquinho da política…E o jogo é “jogado”.  Temos uma frase de um político mineiro: se você olha para o céu, as nuvens estão de um jeito. Depois estão de outro…E no outro dia você olha e está de outro jeito ainda. Pois é. Isso acontece na política. Quando entrei na base, entrei pelo Democratas. No meio do caminho ocorreu uma mudança.  O Zé Eliton, inclusive, saiu do Democratas; fui para o PP. Só tenho dois anos de PP.  Sempre fui Democrata.

Sentimento de traição

Não tenho este sentimento. Pelo contrário. Sinto que tive oportunidades. Sinto que foi tudo natural…cada um dentro da política tem que buscar seu espaço. Meu projeto hoje, pois estou aqui no Senado há seis anos, é atender as cidades. Não tem nenhuma cidade de Goiás que não ajudei. Me envolvi intensamente e politicamente… Sou o senador que mais levou recursos para a área de saúde, de infraestrutura…Então tenho hoje um serviço prestado para o estado de Goiás.  O projeto não é mais meu. Hoje, quando sento com as lideranças, eles dizem: “Senador, o senhor vai correr dessa briga?” ou “Caso não tenha espaço, abandona a política?”. Fiz isso então: quero ser pré-candidato ao Senado. E hoje me sinto muito à vontade na chapa do Caiado e dos Democratas.  E meu objetivo é um só: ajudar o povo de Goiás. Não preciso da política. Não vim aqui no Senado para me enriquecer, para tirar vantagens…Então, acho que é uma prerrogativa, com certeza, até do povo goiano, que vai querer ter um pré-candidato desse jeito.  É isso que desejo fazer. E se o povo achar que não devo ser candidato, tudo bem. Fiz a minha parte.  Trabalhei muito seis anos.

Comentário de ouvinte: “Senado é muito. Wilder deve ser deputado federal”

Só enxergo o Senado. Comecei senador…Não sei o que é muito para ele (ouvinte).  Se fosse pensar em ‘muito’, eu, que sou de Taquaral, tinha que ficar lá apenas. Sou filho de pai lavrador, mãe costureira…Então não poderia ter saído de lá. Então também nem o Lula poderia ser presidente…E ele nem estudou. Eu me formei em engenharia civil, com 22 anos e meio, o terceiro nessa idade na Universidade Católica e venci na vida pelo estudo. Eu sempre falo isso: o brasileiro tem algo que me deixa muito triste. Nós temos “síndrome de cachorro vira-lata”.  As pessoas não podem ter sucesso. Elas não podem vencer na vida. Isso tem que parar: temos que acreditar.  Sou um exemplo disso. Pega minha história e passa para ele (ouvinte), que fez a pergunta, pra estudar um pouquinho o que fiz na vida.  Sou um cara que saiu bem abaixo da linha da pobreza e que venceu no Brasil…venceu fora do país, foi para a Índia, Colômbia. Isso é um exemplo de que é possível fazer as coisas acontecerem. E não dizer que o “tamanho” é para deputado ou para senador…Neste raciocínio, eu deveria então era voltar para ser síndico. Pois nunca fui nada na política.

Pesquisas

É a falta de não ser conhecido, de não ter arranjado R$ 100 mil para as prefeituras realizarem carnaval…festas. Primeiro, trabalhei sério. Fiz muito. Essa é minha estratégia: trabalho. Não sou político. Aliás, político é que faz isso: político vai até em batizado de sapo. Eu não participo disso não. Fui efetivo no mandato. Então tenho agora o que mostrar. Digo aqui: qual cidade não ajudei? Só para se ter ideia, quantos milhões levei para a saúde do Estado de Goiás?  Se o Hospital de Aparecida ser aberto agora, dependeu do senador Wilder: R$ 18 milhões para equipar o hospital.  Se vai abrir o Hospital de Águas Lindas, no Entorno, perto de Brasília, tem lá R$ 15 milhões…Se vai abrir o hospital lá em Uruaçu, quem ajudou? Foi o senador Wilder.  Se você for lá em Rio Verde e perguntar quem ajudou o Hospital do Câncer, eles falarão: foi Wilder. E perguntar quem aumentou o teto de custeio de quase cem cidades? Foi o senador Wilder. Se você perguntar quem ajudou o Governo de Goiás a viabilizar as 30 mil moradias com o financiamento da Caixa, foi o senador Wilder. Então, seguinte: isso vai ser muito fácil. Na hora que comentar isso aí nas cidades, a população vai ver qual o senador que mais ajudou o município.  Na hora que fazer isso no Entorno, em Rio Verde, em Anápolis, a população poderá escolher. E saber o que fez o senador Wilder. Na hora que comentar nas cidades, não é possível: se o povo não quiser isso, esse tipo de política, então aí eu vou embora e viro síndico…Digo com a consciência tranquila: fiz a minha parte.  Tenho falado com prefeitos e lideranças políticas. Pergunta para os prefeitos se mesmo ao sair da base eles não gostam do “Wilder”.  Gostam, pois fui a primeira pessoa que realmente deu a mão.  Aqui no meu gabinete temos sempre uma romaria. Recebo todos. E o que é mais importante: recebo os prefeitos sem perguntar de que partidos eles eram ou são. Não deixei na mão nenhuma Prefeitura, por conta do prefeito ser amigo de A ou de B…  Ajudei todas, as pequenininhas e grandes. É a velha história: vou rodar. E agora que é pré-campanha. Outra coisa que é interessante: a corrida de majoritária, tipo a do Senado, é uma corrida São Silvestre.   Não é de 100 metros não.  Tenho ainda que mostrar o que vou fazer daqui pra frente, emendas e direitos pra entregar…Outra questão: quem ajudou a conseguir estas faculdades? É bom deixar claro: desde que entrei estou nesta defesa. Quem foi o relator do orçamento em 2013 e 2014? Foi o senador Wilder. Fui lá e briguei para ter as universidades federais de Jataí e Catalão.  E temos agora as universidades do Norte e do Entorno…que ainda não consegui. Mas quem foi o precursor deste projeto fui eu. Temos pesquisas internas que apareço com 9, 12…Então pesquisa…se você fizer pesquisa com prefeitos, tenho 70%. Outra coisa: pesquisa  com 800 pessoas? Onde tem sido feita? Na Capital, Anápolis…Como eu estava trabalhando, não estive com o povo. Eis a diferença: o estilo político.  Enquanto Ronaldo Caiado tem grande experiência na tribuna, a Lúcia é excelente em comissão, trabalho nos bastidores dos ministérios para ajudar os municípios, envolvendo os prefeitos com as equipes técnicas de nosso gabinete e do Senado. Meu estilo de resultados foi esse. Não fiquei para trás, apresentei quase 200 projetos de lei e relatorias. Por isso penso que não tenho problemas de pesquisa não. Quando fecharmos a chapa e começarmos, de fato, a pré-campanha, nós vamos crescer.

Supermercadistas apoiam Wilder e Caiado

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O segmento supermercadista apoia os senadores Ronaldo Caiado e Wilder Morais (DEM).

Os dois foram ovacionados no dia 16, em Goiânia, durante almoço da Associação dos Supermercadistas de Goiás (AGOS).

Pela recepção calorosa e apaixonada nem parecem que são políticos. Cerca de mil presentes na sede da AGOS, no setor Sudoeste, levantaram para aplaudir a chegada dos dois congressistas.

Durante o evento, Caiado e Wilder discursaram e trataram os empresários como grandes heróis da crise  brasileira: eles crescem mesmo diante de toda a dificuldade tributária e financeira.

Wilder e Caiado pediram alíquotas tributárias mais competitivas para que os supermercados possam criar promoções e atrair mais clientes.

No evento, os empresários lembraram de como Caiado poderá ajudar o segmento após as eleições e celebrou o passado de grande empresário de Wilder Morais, considerado exemplo de empreendedor no evento.

Caiado disse que a estabilidade econômica poderá melhorar o desempenho do setor, que depende muito da massa assalariada e dos níveis de emprego no país.

Wilder pediu a desoneração dos itens da cesta básica (como carnes, arroz, etc) e a redução de impostos para aquisição de equipamentos para novas lojas via BNDES.

O segmento dos supermercados tem ajudado a tirar o Brasil da crise, com previsão de alta de 3% a 4% nas vendas. O segmento cresceu dois anos seguidos. Tem um faturamento de cerca de R$ 300 bilhões ao ano.

Existem 89 mil supermercados no Brasil, que geram quase 2 milhões de emprego.

O segmento é responsável pela comercialização de 83,7% dos produtos considerados de primeira necessidade. (Site www.politikos.com.br)

 

 

 

 

Wilder e Caiado estão unidos por Águas Lindas

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Igreja Assembleia de Deus Campo Águas Lindas reúne religiosos e políticos para conceder título honorífico aos dois senadores goianos

A Assembleia de Deus Campo Águas Lindas recebeu no dia 15 de abril um grande encontro de pastores da comunidade evangélica tendo em vista louvar Deus.

Os religiosos celebraram a vida de Jesus com louvores e satisfação em cantar a ‘palavra’.  Comandada pelo pastor Gilvando Galdino, a igreja foi visitada também pelos senadores Ronaldo Caiado e Wilder, que receberam os títulos honoríficos de “Cidadão águaslindenses”.

Durante o encontro religioso os dois congressistas falaram da importância da igreja e da fé na mudança da sociedade por meio do exemplo de Cristo.

Wilder destacou a retidão dos religiosos e Caiado reafirmou a força da igreja para influenciar a vida secular.

Entregaram os títulos aos senadores os vereadores do município e o presidente da Câmara, vereador Rogemberg.

A professora Edna, vice-prefeita de Luziânia, participou do ato representando seu município.

Senador Wilder é aplaudido na Tecnoshow Comigo

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O senador Wilder (DEM) defendeu o agronegócio e a criação de uma plataforma multimodal para escoar a produção agrícola e industrial durante a solenidade de abertura da Tecnoshow Comigo, em Rio Verde.

O evento realizado na segunda-feira tem previsão de presença de cem mil pessoas e negociações em torno de R$ 2 bilhões.  Conforme Wilder, o agronegócio é quem sustenta o PIB brasileiro neste momento de crise econômica.

“Vocês estão aqui para defender o Brasil. Tenho convicção que o homem do campo é quem sustenta este país, seja com o trabalho árduo na agricultura familiar seja através da produção que exportamos. Vocês são fortes e lutadores, orgulho do Brasil”.

Durante o evento, Wilder foi celebrado pelo trabalho no Senado em defesa do produtor rural – caso do projeto de sua autoria que autoriza o homem do campo a ter uma arma legal em sua propriedade.

O senador chegou ao lado de Ronaldo Caiado, que foi ovacionado  e chamado de “governador” por centenas de pessoas. No evento Caiado declarou que atua ao lado de Wilder em defesa do campo e que ajudará Goiás a bater recorde de produção.

Ao lado de Ronaldo Caiado (DEM), Iso Moreira (DEM), José Nelto (Podemos), José Mário Schreiner (DEM), dentre outros, Wilder reafirmou o compromisso de defender a classe em Brasília.

 

Senador Wilder conversou com empresários, visitou estandes e falou com produtores rurais durante sua visita. Andou, inclusive, em máquinas  testou novas tecnologias.

O senador reafirmou seu compromisso com a luta dos produtores e em defesa do agronegócio, “que sempre cresce quando o país mais precisa dele”.

 

O parlamentar goiano votou pela queda do veto do Funrural no Senado e tem realizado ações pontuais para defender o agronegócio, seja através de relatorias seja a partir da propositura de normas.

Wilder defende a desoneração e aumento de financiamentos para o homem do campo, além da ocupação criativa do campo, como a partir do implemento do agroturismo.

Wilder e Caiado celebram homem do campo

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Com bastante animação, os criadores e produtores rurais da região de Morrinhos celebraram no domingo, 8, a cultura dos muares. O super evento Terceiro GP Muares acontece com a presença de uma multidão de defensores da vida rural e recebe a presença de convidados dedicados ao campo, como os senadores Wilder Morais e Ronaldo Caiado – dois homens públicos que apresentam estreitas relações com a vida rural.

O Terceiro GP Muares começou dias antes com muita preparação, como a instalação de infraestrutura e de definição do percurso. O sucesso do evento se deve ao trabalho de Gildenilton Pereira (Niltinho), presidente da Associação dos Muladeiros e proprietário da fazenda onde ocorreu o GP.

Wilder Morais e Ronaldo Caiado foram celebrados no evento como representantes da pecuária e agricultura no Congresso Nacional. Wilder nasceu em Taquaral (GO), cidade do interior goiano e teve na lavoura seu primeiro emprego. Engenheiro civil de sucesso, Wilder é ligado às coisas do campo. Ronaldo Caiado, por sua vez, é médico, mas desde a década de 1980 está ao lado do segmento rural, na defesa de políticas públicas para o setor.

 

Na semana passada, Wilder e Caiado ajudaram a derrubar o veto do Governo Federal ao Funrural – ação que trará de imediato conquistas para o segmento. Senador Wilder diz que o Brasil tem muito a apreender com a humildade e força dos muares, principalmente pela resiliência e resistência do animal. “Aqui nós temos uma metáfora: aprendemos com eles a ter força, superar adversidades climáticas, enfrentar a sede, sobreviver a uma alimentação grosseira e escassa. O que podemos aprender é ter coragem.”

SEGMENTO

No GP Muares 2018, os senadores Ronaldo Caiado e Wilder Morais enalteceram a força do homem do campo. Falaram, sobretudo, sobre a força da pecuária e a importância do segmento para o Brasil voltar a crescer. Wilder reafirmou seu compromisso e recordou suas origens. Para Wilder, a celebração dos muares é um traço distintivo da cultura brasileira.

A simbologia universal da geração dos muares começa com a noção da humildade. Jesus entra na Galileia montado em um jumento. Desta linhagem vem a mula. E dali surgem os animais de tração e de carga que povoam o campo brasileiro. Durante o GP Muares, os participantes acompanharam shows de cantores sertanejos e até mesmo a apresentação de uma tocante “Ave Maria” à capela, que emocionou os presentes.

Tanto Ronaldo Caiado quanto Wilder Morais reafirmaram o compromisso em atuar na defesa da pecuária e de suas várias vertentes. Para os senadores, o evento sensação de Morrinhos deve receber ainda maior visibilidade, já que tem o poder de transcender o campo e levar uma mensagem de que o homem rural tem compromisso com o Brasil e com a recuperação da economia brasileira.

Ao lado de milhares de pessoas, Wilder assina filiação no Democratas

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Milhares de pessoas acompanharam a solenidade de filiação do senador Wilder Morais no Democratas (DEM) nesta quinta-feira, 5/4, em um dia de mudanças para a política goiana.

O auditório do Castro´s Park Hotel, em Goiânia, ficou pequeno para receber os admiradores de Wilder e Ronaldo Caiado, o presidente do DEM em Goiás.

Após apresentar familiares e amigos íntimos que acompanham sua trajetória, Wilder disse que a partir de hoje a agenda dele e de Ronaldo Caiado será uma só.

Wilder assina ficha de filiação no Democratas: evento reuniu milhares de pessoas no Castro´s Park Hotel (Foto: Jean Carlo)

 

“Vamos turbinar sua pré-candidatura, Caiado. Vocês sabem o que é turbinar? Vou rodar o estado inteiro…Não tem uma cidade de Goiás que não tem uma obra fruto de nossas emendas. Então vamos voltar e mostrar serviços”, disse.

Em seu discurso, por sua vez, Caiado celebrou a chegada de Wilder e falou que a prova de que o projeto “Unidos para mudar Goiás” aglutina pessoas estava ali na frente: a enorme multidão que lotou as dependências e ruas próximas do Castro´s.

O democrata lembrou ainda que Wilder é o senador que mais trabalhou pelos municípios goianos, direcionando bilhões de reais para obras e serviços.  “Nossa candidatura, Wilder, tem que estar unida. A chapa é uma só. Pensem bem se chegarmos lá: já temos um senador eleito, você, Wilder, que vai nos ajudar. Se o povo abraçar essa luta, teremos um senador lá, que é competente e honesto. Posso testemunhar: ele chegou humilde naquela casa e se afirmou.  Você, Wilder, tenho que testemunhar, trabalha em prol dos municípios do estado de Goiás. Ninguém tem dúvidas da quantidade de recursos que você destinou para nossas prefeituras. E você sabe a situação difícil que passa as cidades de Goiás. Por isso posso garantir: será a primeira vez na história que um governador poderá contar realmente com dois senadores da República, Wilder Morais e o Luís Carlos do Carmo!”.

HISTÓRIA

Ao lembrar de sua infância, em Taquaral, o senador Wilder apontou para mãe, dona Angélica, e fez questão de relembrar sua história de luta pela sobrevivência: “Comecei na roça com ela, dona Angélica, numa família muito simples, que está aqui de prova. Tinha uma ideia na cabeça: ser doutor, ser engenheiro”.

Representantes de 180 municípios participaram da solenidade comandada pelo senador Ronaldo Caiado, presidente do Democratas, que ainda filiou outros novos parlamentares.

Participaram da solenidade de filiação deputados federais e estaduais como Delegado Waldir, Álvaro Guimarães, Iso Moreira, José Nelto, Major Araújo, Dr. Antônio, dentre outros.

Prefeitos Paulo do Vale (Rio Verde), Adib Elias (Catalão) e Renato de Castro (Goianésia), dentre outros, também participaram do evento.

Wilder agradeceu a presença de amigos, políticos e grupos organizados, como as comitivas do Entorno do Distrito Federal e caravanas de evangélicos. “Tenho certeza que nossa chapa será vencedora. Sei fazer e você, Caiado, sabe muito bem: vamos percorrer o Estado. Como bem disse o Delegado Waldir, imagine essa militância aqui, essa gente toda, pois todos aqui são líderes, quando voltarem para casa!”.

No evento, Wilder disse que a partir de agora estará sempre do lado de Caiado e quando começar a campanha eleitoral, com certeza, os dois visitarão todas as cidades goianas.  “Onde o Caiado estiver e colocar um pé, o senador Wilder botará o outro”.