Goiás é o 1º no Centro-Oeste na geração de empregos e o 9º no País.

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O mercado de trabalho de Goiás registrou a abertura de 4.719 vagas com carteira assinada em setembro de 2019, o que se apresenta como o melhor desempenho para o mês desde 2013, quando 5.160 vagas foram abertas. O saldo no Estado, de janeiro a setembro, é positivo com 40.745 empregos abertos. Na Região Centro-Oeste, Goiás aparece em primeiro lugar na geração de vagas no ranking de setembro e também no acumulado do ano de 2019.

Os dados divulgados nesta quinta-feira (17) pelo CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – mostram que o mercado de trabalho em Goiás teve um saldo de 40.745 novos postos de trabalho formal acumulado nos nove primeiros meses, uma variação de 3,36% em relação ao mesmo período de 2018. O segundo Estado a gerar mais empregos nesse mesmo período no Centro-Oeste foi Mato Grosso, com 32.641 novas vagas, seguido de Mato Grosso do Sul, com 19.170; e Distrito Federal, com 19.063.

Goiás admitiu, desde o começo do ano, 469.360 mil trabalhadores e 428.615 mil foram demitidos, o que gerou o saldo positivo de 40.745. Apenas no mês de setembro foram 49.506 mil contratações e 44.787 mil demissões.

SIC IMPULSIONA A ECONOMIA DE GOIÁS

O setor de serviços registrou o melhor saldo positivo para o mês de setembro, com 2.210 novos empregos com carteira assinada. Em seguida, vem o comércio, com saldo de 1.098 vagas a mais. A indústria de transformação aparece com 746 novos empregos.

Todos esses setores têm relação direta com as ações da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, que somente este ano garantiu a assinatura de 44 protocolos de intenção com novas empresas que vão se instalar em 25 municípios de Goiás, com expectativa de geração de nove mil empregos diretos e cerca de 27 mil indiretos, além do investimento previsto de R$ 2.4 bilhões (esses valores atingidos em 9 meses de trabalho representam o mesmo investimento de 2017 e 2018 somados).

O setor que mais fechou vagas foi o da agropecuária, 451. No acumulado do ano, os serviços (15.054) e a indústria da transformação (10.394) tiveram os melhores desempenhos. Já o comércio acumulou em nove meses 1.131 empregos. O único setor com saldo negativo é a administração pública, com 54 vagas a menos.

Os municípios que mais contrataram em setembro foram Goiânia (18.244 novos postos formais de trabalho) e Aparecida de Goiânia (4.476). Itumbiara foi o município goiano com maior saldo negativo de empregos no mês, com menos 442 vagas.

No Brasil, setembro também foi o melhor mês desde 2013, com 157.213 novos postos de emprego com carteira assinada. No ano, o saldo é de 1.314.716.

NO CAMINHO CERTO

O governador Ronaldo Caiado comemora o resultado. E o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, disse que esse momento de geração de empregos em Goiás é fruto do trabalho que vem sendo feito desde o início do ano, com atração e prospecção de novas empresas, além do estímulo com crédito assistido e apoio por parte do Governo.

O governador disse que os números indicam que Goiás está no caminho certo, fazendo o dever de casa, apesar das inúmeras dificuldades e dos problemas que herdou. Mas mesmo assim o cenário para quem deseja empreender e gerar emprego e renda é bom no Estado.

Wilder Morais diz que a atração de novas empresas é uma das suas missões à frente da SIC. Desde o início do ano já foram assinados mais de 40 protocolos de intenção com empresas que querem se instalar ou ampliar as suas instalações e produção. A previsão, assim que essas empresas estiverem operando é de gerar milhares de empregos. “Estamos mostrando resultados positivos e a tendência é de melhorar ainda mais o cenário da geração de empregos”, comenta Wilder.

Porto de Itaqui, no Maranhão, é opção para exportação de produtos goianos

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O secretário Wilder Morais desembarcou nesta quarta-feira (16) em São Luís, no Maranhão, para conhecer o Porto de Itaqui, um dos maiores do Brasil. Wilder foi buscar informações e conhecer toda a estrutura do porto, que tem instalações para grãos e carnes, ideais para receber a produção goiana. Segundo o secretário, essa visita é importante para preparar Goiás para o início das atividades da Ferrovia Norte-Sul, modal de transporte que será responsável para levar mercadorias goianas até o porto e de lá para outros países.

“Logo a Norte-Sul entrará em funcionamento. E o que nós podemos transportar nos trilhos até Itaqui? O que o porto pode receber de Goiás? Então, essa visita tem esse objetivo, conhecer e prospectar todas as possiblidades e informações para levarmos ao empresário goiano que for utilizar a ferrovia”, disse o secretário.
De acordo com o secretário, o Porto de Itaqui tem grandes instalações para receber grãos, derivados da soja, além de carnes e produtos industrializados. Wilder visitou todo o complexo do porto e disse ter ficado impressionado com a estrutura, que está pronta para receber também minério.

“Temos várias missões dadas pelo governador Ronaldo Caiado. E ajudar os empresários goianos a exportarem mais, com custo menor, é uma delas. E faremos isso através da Ferrovia Norte-Sul, que entra em funcionamento muito em breve”, informou Wilder.
Ainda de acordo com Wilder, o Porto de Itaqui é o segundo maior do País. E poderá ser o maior em breve. Além de receber produtos derivados de animais, o porto do Itaqui recebeu recentemente habilitação pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) para fazer a movimentação de gado vivo.

SIC pronta para ajudar o APL do Leite no Norte de Goiás

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Quando assumiu o governo em janeiro de 2019, o governador Ronaldo Caiado deixou claro para sua equipe, especialmente para a Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), que uma das suas grandes metas era promover o desenvolvimento econômico e social do Estado nas regiões mais carentes, Norte, Nordeste e Entorno do Distrito Federal.
As orientações do governador ao titular da SIC, Wilder Morais, são claras, levar todos os instrumentos e programas para essas regiões. E uma das regiões que já entrou nesse radar da SIC é o Norte do Estado, um enorme potencial para aumentar a produção de leite.
Nesse sentido, a SIC, através da Superintendência de Empreendedorismo e Economia Criativa, participou de uma grande reunião na cidade de Minaçu para ajudar no fortalecimento do Arranjo Produtivo Local (APL) do Leite.
Em Minaçu está sediada a APL Lácteo do Norte Goiano, que conta com 24 municípios. A principal reivindicação dos produtores é aquisição de novos tanques de resfriamento de leite para atender os municípios que estão inseridos no APL.
O assessor administrativo da SIC, Wasley Conceição Dantas, representou a secretaria para levar as informações do Programa Goiás Empreendedor, para financiamento de projetos dos pequenos empresários do APL Lácteo do Norte.
O secretário Wilder Morais trabalha para instituir o Programa Goiás Empreendedor a todos os municípios, com destaque para regiões que ainda não são industrializadas, como o Norte e o Nordeste. “Temos uma missão e vamos resgatá-la, com a promoção a regionalização do desenvolvimento do Estado”, afirmou Wilder.

PISCICULTURA NO RADAR
Durante a reunião, foi feito o pedido para criação da APL da Piscicultura de Minaçu, onde já está em pleno funcionamento a Associação dos Aquicultores do Cana Brava (AquiBrava), que auxilia os produtores na venda da tilápia, produzida em tanques-rede.
Segundo informaram os representantes da associação, neste ano de 2019 já foram comercializadas 30 toneladas do pescado e outras 30 toneladas estão em fase de engorda, além de outros 30 mil peixes em processo de crescimento, com previsão de venda na Semana Santa de 2020.
A AquiBrava informou também que a produção é feita em tanques-rede, licenciados em vários parques aquícolas no lago de Cana Brava mas, somente o Parque Conquista que está com tanques-rede e produzindo. Há também no lago de Cana Brava um grande produtor, no município de Colinas.
Os produtores agora esperam o fortalecimento da cadeia produtiva do peixe com a instituição de uma APL. Eles apontam que faltam política públicas e linhas de crédito acessíveis aos pequenos produtores, problema que será resolvido em breve com acesso a recursos do Programa Goiás Empreendedor. Com 21 associados, a AquiBrava fatura em torno de R$ 30 mil mensais, faturamento que é todo reaplicado no custeio e crescimento da produção.

Goiás tem saldo positivo de 209 milhões de dólares na balança comercial de setembro

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O saldo da balança comercial de Goiás foi positivo no mês de setembro de 2019. O Estado exportou o equivalente a US$ 498.762.678 milhões e importou US$ 289.324.057, gerando um saldo superavitário de US$ 209.438.621 milhões.

No acumulado de janeiro a setembro de 2019 a balança comercial de Goiás segue superavitária, com saldo de US$ 2.326.646.325 bilhões. Nesse período as exportações bateram a casa de US$ 4.963.346.806 bilhões e as importações ficaram em US$ 2.636.700.481 bilhões.

Entre as cidades que mais exportam em Goiás está Rio Verde no topo da lista com saldo de US$ 96.472.255 milhões, seguido de Luziânia (US$ 42.176.021), Alto Horizonte (US$ 34.649.774), Mozarlândia (US$ 33.385.417), Barro Alto (US$ 27.887.043). A capital do Estado, Goiânia está na sexta posição no ranking das exportações com US$ 26.370.115. Em seguida vem São Simão, Jataí, Catalão, Palmeiras de Goiás, Ouvidor, Itumbiara, Crixás, Quirinópolis e Itaberai.

Dos países que mais importam produtos brasileiros em primeiro lugar aparece a China, seguida por Coreia do Sul, Japão, Espanha, Estados Unidos, Egito, Países Baixos (Holanda), Reino Unido, Rússia, Itália, Tailândia, Hong Kong, Taiwan, Vietnã e Emirados Árabes Unidos.

Produtos com origem na agropecuária lideram o ranking das exportações goianas, com destaque para os alimentos do complexo do milho, seguido das carnes e derivados e a própria soja in natura. O total de venda desse produto foi de US$ 114.595.168 milhões. Já a venda de carnes (bovina, aves e suína) chegou à marca de US$ 105.638.998 milhões. Produtos do complexo soja atingiram a marca dos US$ 88.723.075 milhões.

POLÍTICA DE ESTADO

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, diz que assumiu a SIC com a missão de fortalecer o empreendedorismo no Estado, abrindo novas possibilidades e fomentando novas perspectivas de mercado.

O secretário avalia que Goiás tem potencial para crescer e conquistar novos mercados. “O Estado está com suas portas abertas para o crescimento”, comenta.

Wilder leva Caravana do Empreendedor para Rio Verde e fortalece microempresários

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Incentivar o empreendedorismo. Para o Governo de Goiás este é o principal mecanismo para estimular o crescimento da economia do Estado e a geração de emprego e renda. No sábado, quando é celebrado o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa ou Dia do Empreendedor (5/10), o governador Ronaldo Caiado esteve na cidade de Rio Verde, na região Sudoeste do Estado, para participar da segunda edição do projeto Caravana do Empreendedor. “O maior programa social que existe no mundo é o emprego. Governante que dá emprego resgata a dignidade das pessoas e implanta um programa social digno”, declarou durante a visita.

A caravana faz parte do Programa Goiás Empreendedor, coordenado pela Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC). O programa propõe fomentar a economia no Estado por meio da facilitação de empréstimos destinados à implantação ou ao crescimento de micro e pequenas empresas. Quem tem acesso às linhas de crédito ainda recebe apoio ao desenvolvimento. “Esse é o nosso cuidado. O assessoramento técnico é muito grande. Depois do empréstimo feito, essas pessoas terão também um assessoramento para o dia a dia nas suas empresas”, enfatizou o governador.

O governador ainda assinou o documento de autorização de instalação do Programa Goiás Empreendedor em Rio Verde e presenciou a efetivação do primeiro contrato do programa. Trata-se do crédito concedido à confeiteira Isabella Sabino de Morais, 25, no valor de quase R$ 15 mil, que será pago em 36 parcelas mensais, a juros de apenas 3% ao ano.

O financiamento tem como objetivo a aquisição de equipamentos para a “Isabella Doceria”. “Estou construindo uma cozinha, que logo pronta. Se não fosse por esse financiamento, nessa cozinha agora só teria eu, minha irmã e um fogão. Não teria condições de aparelha-la com móveis e equipamentos industriais que preciso para a produção”, relatou.

A ideia agora é ampliar o negócio. A contratação de mão de obra deve ser o próximo passo, já que a demanda aumentou bastante nos últimos meses. “Estou adquirindo todos os equipamentos que preciso para aumentar a produção e consequentemente contratar mais pessoas para ajudar, porque só nós duas já não damos conta”, comemorou.

Segundo Isabella, todo o processo para o acesso ao crédito foi rápido e muito tranquilo. “Passei a documentação, eles aprovaram o contrato e hoje a gente fez a assinatura”. Para ela, os diferenciais do financiamento oferecido pelo Governo de Goiás são a baixa taxa de juros e o prazo estendido para o pagamento. “Quando você está no começo encontra muitas dificuldades. Não tem dinheiro em caixa para nada. Com essa ajuda, vou me organizar e pagar de uma forma que não vai te apertar”, resumiu.

GOIÁS EMPREENDEDOR

Por meio da Caravana do Empreendedor, o Programa Goiás Empreendedor realizou em Rio Verde dois dias de rodadas de negócios, com a oferta de oficinas e palestras acompanhadas por 980 inscritos. Foram 201 horas de palestras e oficinas além de 610 atendimentos de créditos. No total, foram recebidas 205 propostas, que agora estão em andamento (análise).

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, que também é empresário, falou sobre a importância do incentivo ao empreendedorismo e de como essa perspectiva gera o aumento da oferta de empregos. “Tenho certeza que vamos ajudar muita gente a ganhar dinheiro no Estado de Goiás, vivendo onde elas estão, sem precisar sair em busca de oportunidades”, sublinhou.

Hoje existem R$ 150 milhões disponíveis para empréstimos em várias linhas de crédito, como microcrédito, Crédito Produtivo e Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FCO). “O objetivo do nosso governador Ronaldo Caiado é que até o final do ano possamos atender 14 mil novos empreendedores em Goiás”, destacou Wilder. A meta do governo é gerar cerca de 40 mil novos empregos até o final de 2020 com os empréstimos.
Para o prefeito Paulo do Vale, o respeito à sociedade é o maior avanço que Caiado tem proporcionado ao Estado. “O emprego é a âncora mais forte que nós temos”, avaliou.

Estiveram presentes na solenidade que marcou o convênio entre o Programa Goiás Empreendedor e a cidade de Rio Verde o presidente da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR), Eurípedes Barsanulfo; a primeira-dama do município, Lílian do Vale; os deputados estaduais Chico KGL e Cairo Salim; o presidente da Câmara Municipal de Rio Verde, Idelson Mendes, e os vereadores Lindomar Neves, Sargento Ubiratan Pereira Gouveia, Marussa Cássia Favaro Boldrin e Lucivaldo Medeiros; além de representantes do Banco do Brasil e do Senac Rio Verde.

Wilder Morais: o homem certo para o atual momento

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No início desta semana, tivemos a feliz notícia da escolha do nome do senador Wilder Morais como coordenador da equipe de transição do governador eleito por Goiás, Ronaldo Caiado. A escolha não poderia ter sido mais acertada. Não só por ser um gestor competente, político responsável e dedicado, mas Wilder representa o novo momento que vive nosso Estado.

Empresário de sucesso, que se ergueu com seus próprios méritos e determinação incomparável, o senador já demonstrou capacidade de gestão e política como secretário de Estado. No Congresso Nacional, fez em seis anos o que homem público nenhum conseguiu fazer: trouxe mais de R$ 4 bilhões em recursos para hospitais, saneamento, habitação, infraestrutura, escolas… Ajudou os 246 municípios sem olhar para cor partidária do prefeito.

Nossa equipe tem a certeza que Wilder Morais é o homem certo para esta importante atividade e exercerá a função com maestria. Grande estadista, ele já demonstrou sua imensa capacidade de liderar equipes não apenas nos seus inúmeros empreendimentos de sucesso no setor privado como também na vida pública.

Passamos por um momento extremamente delicado em Goiás, em especial no que diz respeito às contas públicas, e há gargalos em áreas fundamentais, como a Saúde e a Segurança. Basta citar a interdição do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), o maior hospital público de Goiás, que sofre com falta de insumos básicos.

Ter pessoas gabaritadas no processo de transição dos governos tem como objetivo principal fortalecer o trabalho da equipe, de forma a garantir transparência para angariar todas as informações necessárias para colocar Goiás nos trilhos do desenvolvimento, com responsabilidade e foco no cidadão.

A sensibilidade, o preparo, a lealdade e a história contam muito nessa hora. É preciso escalar um coordenador que saiba como funciona a máquina pública, que tenha compromisso com o projeto vitorioso nas urnas e, principalmente, tenha experiência em gestão de crise. Em minha experiência como parlamentar, vejo que o senador Wilder Morais é quem melhor representa isso.

Um homem público que veio de uma família pobre do interior de Goiás e chegou onde está hoje com o suor de seu próprio trabalho deve ser um exemplo para todos nós. A humildade que marcou seus anos no Senado e sua campanha eleitoral – em que conquistou a confiança de quase 800 mil goianos – comprova sua capacidade de compreender as necessidades da população. Assim como a de tomar as melhores decisões para o início do governo de Ronaldo Caiado.

Quando assumiu a vaga no Senado, em 2012, ele não fez diferente do que sempre fez em suas empresas: deu o melhor de si. E os resultados dessa determinação aplicada à vida pública já podem ser vistos. E tenho a certeza que ele dará o melhor de si como coordenador dessa equipe vitoriosa, eleita por 60% da população de Goiás.

 

Lincoln Tejota, deputado estadual e vice-governador eleito por Goiás

A mudança permanente que garante o tempo novo

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Artigo publicado no jornal Diário da Manhã — 26 de fevereiro de 2016

José Eliton
Wilder Morais

A chegada de Marconi Perillo ao governo, em 1999, mudou a política, a economia e a gestão pública em Goiás. Obteve o segundo mandato graças ao primeiro, o terceiro por trabalhar bem no segundo e o atual pelo desempenho no terceiro. Chegou à chefia do Executivo na surpresa e se garantiu nela por mérito. As mudanças que acaba de fazer na equipe sinalizam que o desgaste natural de quem está no poder se combate, mesmo, é com a revolução contínua nas práticas da administração. Daí as seguidas vitórias nas urnas e na resolução de problemas.

Ao nomear o vice-governador José Eliton para a Segurança Pública, Joaquim Mesquita para Gestão e Planejamento e o deputado federal Thiago Peixoto para cuidar do Desenvolvimento, Marconi Perillo manteve algumas das características que o tornaram vencedor: grande formador de equipe, corajoso para inovar, rápido ao tomar decisão. Ainda que grande parte das demandas que pretende atender seja de outras instâncias da federação, o governador encontrou em seu time as peças e a estratégia para virar o jogo contra o crime.

A questão da violência é nacional. Goiás, assim como as demais unidades da federação, padece dos efeitos da crise instaurada no governo federal e da ausência de políticas públicas que deveriam ter sido implementadas pela União ao longo das décadas. O resumo dessas omissões é o que se lê nas manchetes diariamente e no rosto das pessoas assustadas com as tragédias. As fontes de soluções estão em Brasília, contando-se o próprio Distrito Federal, além do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto.

Em dois mandatos, o ex-presidente Lula fez o que os operadores do Direito chamam de afrouxamento penal, reduzindo as possibilidades de prisão até para envolvidos com drogas, mal maior entre os muitos males deste século e do qual se originam roubos, latrocínios e homicídios. Desde 2015, instado pelas sugestões do governador Marconi, venho pesquisando para apresentar no Senado proposições que cessem os efeitos das invenções impostas por Lula às leis brasileiras. Nenhuma delas vai prever bravatas ou liberar quem atenta contra a liberdade de ir e vir, a vida, o patrimônio e outros direitos.

Marconi está correto também ao chamar o governo central à responsabilidade. A senhora presidente da República não pode resumir seus dias a tentar salvar o próprio mandato. Precisa preservar também a tranquilidade do povo brasileiro. Não se pode andar nas ruas em lugar nenhum do País. O filho sai para estudar e os pais não sabem se vai voltar no ônibus do bairro, na van da escola ou no rabecão do IML. O jovem não pode mais se divertir com os amigos. O trabalhador teme até atravessar a avenida com a marmita na mão. E a presidente preocupada apenas com impeachment. O impedimento já ocorreu: o povo está impedido de viver em paz, pois o governo tem muitas outras prioridades antes de cuidar do bem-estar das famílias.

O resultado da inação do governo federal é o disparate visto nas cracolândias, nas bocas-de-fumo, nas estatísticas de crimes graves. Os Estados padecem com a crise econômica advinda da crise política protagonizada pela presidente e ainda são obrigados a suportar, sozinhos, os gastos com a segurança. Marconi é um líder de alcance nacional, está à frente do conjunto de governadores do Centro-Norte do País, e sua voz ecoa forte também quando critica a ausência do governo federal, sobretudo na segurança. Como produto das duas assertivas, o fracasso de uma e a liderança de outro, Goiás reage novamente contra a onda de delitos.

Nada justifica o luto nos lares nem diminui a dor das vítimas e de seus parentes e amigos. Mas Marconi encarregou dessa tarefa a segunda maior autoridade do Estado, o próprio vice-governador. José Eliton tem formação na área. É capaz, destemido e ágil. Sabe traçar estratégias e valorizar o capital humano. As pessoas de bem terão nele a garantia de um batalhador eficiente. Os policiais terão nele um colega de trabalho. O crime terá nele seu mais visceral inimigo. Nada apaga o sofrimento dos atingidos pelos marginais, porém a partir de agora estes terão menos espaço para agir; se agirem, serão procurados e presos; caberá ao Ministério Público e à Justiça a reprimenda legal.

Thiago Peixoto e Joaquim Mesquita têm biografias intocadas, limpidez exigida para cargos em que a credibilidade é item essencial. À competência se aliam o prestígio pessoal, a vontade de acertar e a grande capacidade de trabalho.

Mais que desejar sorte ao trio em suas novas funções e Marconi como gestor de proporções nacionais, continuarei parceiro do Governo de Goiás nas providências para as respectivas áreas. Espero que o governo federal e o Congresso Nacional, de que faço parte, também ajam com celeridade e eficácia, sem demagogia nem entraves ideológicos. É o mínimo que se pode fazer em memória das vítimas e pelo sossego nos lares, nas ruas, nos locais de trabalho, enfim, onde merecem ser felizes.

Energia solar ainda é pouco difundida no Brasil

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Artigo publicado pelo jornal Diário da Manhã — 22 de dezembro de 2015

Gerando energia e preservando o meio ambiente

solar


Wandell Seixas

As energias alternativas, infelizmente, ainda são pouco difundidas e seu uso menor ainda no Brasil. A quase totalidade de energia elétrica tem como fonte as usinas hidrelétricas. Como o País detém o maior potencial de recursos hídricos do mundo e que proporcionam milhares de quedas d’água por todas as macro e as microrregiões brasileiras, fica mais em conta construir usinas elétricas.

Mas o Brasil é um país abençoado pela natureza, existe uma multiplicidade de energia no Norte, Sul, Leste e Oeste. As energias alternativas oferecem um adendo a mais, que satisfaz a sociedade mundial. São energias renováveis pouco ou não poluentes e não apresentam praticamente poluição ambiental.

Eis um resuminho para o leitor entender melhor: energia eólica é aquela gerada a partir do vento. Energia solar ou fotovoltaica, proporcionada pelos raios solares. Energia geotérmica é a obtida a partir do calor oriundo das camadas mais profundas da terra. Energia dos mares, oriunda das ondas marítimas. Biomassa advém da matéria orgânica, sobretudo de vegetais, como a cana de açúcar. Nuclear, gerada através do processo de fissão do núcleo do átomo de urânio enriquecido. Biogás, obtido dos gases provenientes de decomposição de resíduos orgânicos.

A procura da tecnologia nuclear no Brasil começou na década de 50. Foi o pioneiro nesta área o almirante Álvaro Alberto. Entre outros feitos, criou o Conselho Nacional de Pesquisa, em 1951, e que importou duas ultracentrifugadoras da Alemanha para o enriquecimento do urânio, em 1953.

No regime militar, o governo retomou a iniciativa, convencido de que do acesso ao conhecimento tecnológico no campo nuclear permitiria desenvolver não só submarinos nucleares, mas armas atômicas. O Programa Nuclear Paralelo, somente divulgado alguns anos mais tarde, deixou bem claro as intenções do País em dominar o ciclo do combustível nuclear, tecnologia esta somente do conhecimento de poucos países no mundo.

Em junho de 1974, as obras civis da Usina Nuclear de Angra 1 estavam em pleno andamento quando o governo federal decidiu ampliar o projeto, autorizando Furnas a construir a segunda usina. Em 27 de junho de 1975 foi assinado em Bonn, na Alemanha, o Acordo de Cooperação Nuclear, pelo qual o Brasil compraria oito usinas nucleares e obteria toda a tecnologia necessária ao seu desenvolvimento nesse setor.

O governo de então, com sua visão estratégica, percebeu os sinais de escassez de energia elétrica para meados dos anos 90 e início do século 21. Os militares observaram que o potencial hidroelétrico já se apresentava quase que totalmente instalado. E que os brasileiros não poderiam interromper o processo de desenvolvimento econômico e social.

No governo do general Ernesto Geisel, o Proálcool (Programa Nacional do Álcool) consistiu em uma iniciativa do governo brasileiro de intensificar a produção de álcool combustível (etanol) para substituir a gasolina. Essa atitude teve como fator determinante a crise mundial do petróleo, durante a década de 1970, pois o preço do produto estava muito elevado e passou a ter grande peso nas importações do País.

Havia o sonho do Brasil Grande.

A recente crise decorrente da seca mostrou que não só o Nordeste é afetado. A região Sudeste, com ênfase para São Paulo, no sentido econômico o maior Estado brasileiro, sentiu a aguda falta de água. O precioso líquido na capital paulista começou a valer ouro e o governo Alckmin sentiu o peso da cobrança em plena campanha eleitoral. Os reservatórios estavam no ponto crítico. Os rios secaram e até o Tietê interrompeu a sua navegabilidade e a energia elétrica, oriunda da usinas, estava sob constante ameaça. Logo em São Paulo, estado industrial por excelência!

Ficou, com tudo isso, uma lição. O Brasil precisa dispor de energias alternativas. E a energia solar, que apresenta praticamente os custos dos investimentos e de manutenção baixíssima, constitui uma das soluções.

Entra em cena um senador pouco conhecido da maioria da população goiana e muito menos dos brasileiros: Wilder Morais. Com a cassação do senador Demóstenes Torres, na condição de suplente, assumiu a vaga. Sem a verbosidade do jurista goiano, Wilder vai comendo pelas beiradas. E demonstrou como empresário vinculado ao Fórum Empresarial de Goiás, sua preocupação com as energias alternativas. A energia solar despontou num primeiro plano. Se inteira da sua importância que buscou em Israel, na Espanha e noutros países como funciona esse sistema.

Seu propósito é inclusive arrojado. Sua ideia é que um plano de energia solar seja cumprindo em todo o Brasil. Segundo ele, esse tipo de energia precisa estar presente porque oferece um serviço praticamente de graça. Há os investimentos na compra e instalação dos equipamentos. E gradativamente os custos refluem até praticamente zerar.

Uma linha de crédito no sistema financeiro, sobretudo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), poderá ser aberta.E proporcionar condições de que essa energia chegue as todas as camadas da sociedade brasileira. O meio rural, claro, está inserido em sua proposta. A irrigação pode ser movida pela energia solar. Sem os costumeiros cortes abruptos da eletricidade e consequentes prejuízos na produção e no abastecimento de alimentos.

(Wandell Seixas, jornalista voltado para o agro, bacharel em Direito e Economia pela PUC-Goiás, autor do livro O Agronegócio passa pelo Centro-Oeste e assessor de Imprensa da Emater).

Goiânia é nossa casa coletiva, seu aniversário é também o nosso

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Artigo publicado no jornal Diário da Manhã — 31 de outubro de 2015

vaca brava


Wilder Morais

Seu nome poderia ter sido outro entre as muitas sugestões apresentadas em concurso realizado em outubro de 1933 por um jornal da então Vila Boa de Goiás para escolha do nome da nova capital de Goiás. Petrônia,  Anhanguera, Crisópolis, Heliopólis foram os que mais se destacaram. No entanto, o nome Goiânia, sugerido pelo professor Alfredo de Castro e que nem dez votos recebeu, acabou prevalecendo. Petrônia foi o mais preferido: obteve 105 votos.

Pode se dizer que a história de Goiânia começou em 1725 quando Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, encontrou ouro nas margens do Rio Vermelho. Fato que deu início ao processo de exploração do metal. O achado do respectivo minério fez com que surgisse o povoado da Barra, que, posteriormente, se tornou o Arraial de Sant’Anna. Pela abundância de ouro que havia, aspecto de grande relevância na época, inclusive denominada de ciclo do ouro,  a Coroa Portuguesa resolveu então transformar o Arraial em Vila Boa de Goiás. Isso por volta de 1750.

Esse período de riqueza aurífera, entretanto, começou a diminuir drasticamente, o que fez com que muitos povoados ligados à exploração de ouro fossem abandonados. Essa paralisação econômica foi tão grave que, em Vila Boa de Goiás, hoje Cidade de Goiás, não se construísse mais do que uma casa por ano na cidade. Era um marasmo só rondando o lugar.

José Vieira Couto Magalhães, que foi governador da província de Goiás, relatou, em seu livro “Primeira Viagem ao Rio Araguaia”, publicado em 1863, o quanto Vila Boa estava decadente. Ele  inclusive ressalta a urgência de buscar outra alternativa econômica:

— Hoje, porém, está demonstrado que a criação do gado e agricultura valem mais do que quanta mina de ouro há. Continuar a capital aqui é condenar-nos a morrer de inanição, assim como morreu a indústria que indicou a escolha deste lugar.

Esses relatos históricos mostram que a ideia de transferência da capital de Goiás para outro lugar não se originou da cabeça do médico Pedro Ludovico Teixeira, que, em 1930, começa a governar o Estado. Ele, na verdade, foi o responsável pela transformação da ideia de mudança em fato.

Em dezembro de 1932, Pedro assina o Decreto nº 2737, que nomeia uma comissão com a incumbência de escolher um local para edificação da nova capital. Comissão esta formada por dois engenheiros e um médico – João Argenta, Jerônimo Fleury Curado e Laudelino Gomes de Almeida.  Os três, dentro dos estudos que realizaram, enfocando topografia, hidrologia e clima, optaram, entre as quatro alternativas de locais levantadas – Silvânia, Pires do Rio, Egerineu Teixeira (distrito de Orizona) e Campinas, por esta, que hoje é um bairro de Goiânia, que alguns chamam de Campininha.

Essa ideia, que ganhou vida e que se chama Goiânia, neste 24 outubro chegou aos seus 82 anos de idade. Planejada para abrigar 50 mil pessoas, a cidade tem hoje uma população 1,3 milhão de pessoas.

Assim como Vila Boa de Goiás teve o seu problema relacionado ao fim do ciclo de ouro, Goiânia também tem o seu. Na verdade, mais de um problema, como é comum a todas às grandes cidades, e isso na área de saúde, segurança, mobilidade urbana entre outras.

O fato desses problemas serem comuns não quer dizer que devemos nos acostumar com eles. Isso pode nos levar a outro tipo de inanição da citada por Couto Magalhães em seu livro. Isso quer dizer que a gestão de Goiânia deve ser trabalhada com inteligência, com planejamento.

Goiânia é nossa casa coletiva, e seu aniversário é também o nosso, pois os moradores são o elemento essencial de uma cidade. E aos moradores, que somos nós, recai a responsabilidade de tornar essa casa coletiva mais agradável. Isso para o nosso próprio bem-estar e também para o bem-estar das futuras gerações. A estas temos de deixar a casa bem organizada, boa de se habitar.

Área verde é qualidade ambiental nas cidades

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Artigo publicado pelo jornal Diário da Manhã — 13 de outubro de 2015

verdes

A sabedoria da natureza é tal que não produz nada de supérfluo ou inútil.
Nicolau Copérnico

Wilder Morais

As áreas verdes são imprescindíveis nas cidades. Sem elas, não há como se falar em qualidade ambiental. Além de gerarem um conforto térmico, elas ainda proporcionam lazer à população. Além do bem-estar que proporcionam às pessoas, as áreas verdes têm também a incumbência de promover o equilíbrio entre o espaço físico da cidade para acomodação urbana e o meio ambiente.

Planejamento urbano sem áreas verdes significam falta de sombra, ar sem qualidade, fadiga mental. As áreas verdes, muito mais do que constituírem fator estético e paisagístico, também atuam na diminuição do impacto das chuvas e na geração de recursos hídricos, os quais representam aspectos vitais à população.

Diante dessa grande importância das áreas verdes dentro do espaço urbano, é que apresentei no Senado o Projeto de Lei do Senado 396/2014. Projeto este que, nesta terça-feira, dia 13, é o destaque na análise que a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) realiza dentro de nove projetos a serem apreciados.

Busco com o respectivo projeto fazer com que, dentro dos planos diretores dos municípios, seja obrigatório a delimitação de áreas verdes. Em síntese, o meu texto modifica o Estatuto da Cidade para obrigar os municípios a incluírem nos seus planos diretores o planejamento de áreas verdes e áreas passíveis de reflorestamento.

Havendo eficiência na aplicação dessas ações por parte do poder público municipal, isso, com certeza, representará uma transformação positiva no cotidiano das pessoas. Não há como se falar em desenvolvimento sustentável do município, se este foge de sua obrigação essencial de aperfeiçoar a regulamentação do uso e ocupação do solo urbano e promover o ordenamento do território. Isso significa, portanto, contribuição na melhoria das condições de vida da população.

A produção do espaço urbano precisa ser realizada com lucidez socioambiental, de modo a contemplar também as gerações que virão e assim poupá-las dos pesadelos inerentes à ocupação desordenada das grandes cidades. A produção desse espaço urbano precisa levar em consideração os diversos sujeitos que compõem as cidades. Essa diversificação precisa ser considerada, pois, do contrário, os centros urbanos serão construídos conforme interesses de parte da sociedade e não da coletividade.

Voltando às áreas verdes, elas precisam ser priorizadas nas ocupações urbanas. E sobre estas vale lembrar a citação de Nicolau Copérnico, que abre este texto como epígrafe, isso a nos alertar sobre o supérfluo ou inútil.