Governo de Goiás assina protocolos de intenção com 43 empresas que vão se instalar no Estado

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O governador Ronaldo Caiado e o secretário de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Wilder Morais, comandou na terça-feira (4) no Palácio Pedro Ludovico solenidade para assinatura de protocolos de intenção com 43 empresas que vão se instalar em Goiás.

O evento foi organizado pela Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), cujo titular Wilder Morais comemorou os novos números da pasta com a chegada de 43 novas empresas, investimento superior a R$ 1,3 bilhão e geração de mais de 12 mil empregos, entre diretos e indiretos.

O auditório Mauro Borges ficou completamente lotado de empresários, prefeitos, lideranças das cidades beneficiadas e de deputados, que fizeram questão de prestigiar o evento.

Wilder lembrou que na quinta-feira (6) a SIC completa um ano de existência e já tem números expressivos para mostrar na área de prospecção e atração de empresas e investimentos para Goiás.

Segundo o secretário, somente no ano de 2020, em um mês de trabalho, foram atraídas 43 empresas. Outras 69 já tinha assinado protocolos de intenção em 2019, totalizando 112 protocolos assinados. Em cinco anos (de 2014 a 2018) foram assinados apenas 93.

“Nosso trabalho na SIC surte efeitos positivos. Temos trabalhado muito e sempre com aquela preocupação de levar os investimentos principalmente para as regiões mais carentes do Estado, como Norte, Nordeste e Entorno do Distrito Federal”, disse Wilder.

O secretário lembrou que na solenidade de ontem duas cidades do Norte foram beneficiadas (Rialma e Porangatu) e cinco do Entorno do DF também receberão investimentos (Valparaíso, Santo Antônio do Descoberto, Alexânia, Abadiânia e Cidade Ocidental).

O governador Ronaldo Caiado comemorou os números apresentados pela SIC. Segundo ele, as metas da secretaria são ambiciosas e revelam que os empresários sentem segurança quando decidem vir para Goiás e aqui realizar os seus investimentos.

Uma das empresas que vai se instalar em Jataí fará investimento de R$ 900 milhões para construção de uma unidade da Cervejaria Cidade Imperial (que produz a Cerveja Império), além de levar duas distribuidoras para as cidades de Iporá e Rialma.

E já aproveitando a chegada em definitivo da Ferrovia Norte-Sul, outra empresa investe na construção de um terminal logístico em Anápolis no valor de R$ 150 milhões.

SIC em AÇÃO assegura R$ 72 mil em empréstimos de micro e crédito produtivo em Iporá

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O Programa SIC em AÇÃO encerrou a semana em Iporá com assinatura de três contratos de empréstimos do Goiás Empreendedor (microcrédito e crédito produtivo) no valor de R$ 72.900,00.

Técnicos da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) se deslocaram para Iporá na semana passada, quando foi realizada uma série de ações preparatórias para a Caravana do Empreendedor, momento em que vários serviços da SIC serão levados para o município para fortalecimento da economia local com empréstimos com juros subsidiados e cursos de qualificação de mão de obra.

O SIC em AÇÃO se manteve em Iporá até nesta sexta-feira (24) após uma semana de trabalho e mais de 150 atendimentos de pequenos empreendedores e trabalhadores que precisam de empréstimos ou de cursos. Tudo isso em meio ao 13º Encontro de Muladeiros da Região Oeste, o maior evento do mundo com esse tipo de animal.

O governador Ronaldo Caiado participou do ato de assinatura dos três contratos para liberação de três empréstimos, que atenderam a empresária Ronis Silva, no valor de R$ 50 mil, dentro do crédito produtivo, com taxa de juros de 0,5% ao mês e carência de seis meses para iniciar o pagamento.

Também foram feitos dois empréstimos do microcrédito, para o empresário Rivair Gontijo, no valor de R$ 14.900,00, taxa de 0,25% ao mês, para empresa de montagem e manutenção de computadores. O terceiro empréstimo foi destinado a empresária Vanilza Quirino de Souza Carvalho, no valor de R$ 8.000,00, para compra de equipamentos e insumos de salão de beleza, com taxa de 0,25% ao mês.

O secretário Wilder Morais afirmou que o SIC em AÇÃO foi apenas uma prévia do que será realizado com a Caravana do Empreendedor, quando mais serviços e ofertas de crédito serão oferecidos à população de Iporá.

“No ano passado, somente para pequenos empresários, a SIC viabilizou empréstimos na ordem de R$ 300 milhões, incluindo recursos do Goiás Empreendedor e do FCO. Esse é um caminho importante para recuperarmos a economia de Goiás e levarmos o emprego a quem realmente precisa”, disse Wilder sobre o balanço feito na SIC no ano de 2019.

A coragem dessas pessoas empreendedoras, ressaltou o governador na solenidade em Iporá, auxilia o desenvolvimento do Estado. “Nós só vamos dar conta de desenvolver Goiás se tivermos também pequenos empresários que se encorajam para poder levar desenvolvimento e dar oportunidade de emprego”, afirmou Caiado. O governador reconheceu ainda que é função do governo estadual fomentar a expansão de empresas e indústrias. “Ao Estado, cabe facilitar o empréstimo, para que vocês se sintam estimulados cada vez mais a absorver mão de obra”, disse.

Ronaldo Caiado ainda relembrou a importância de garantir o emprego em todas as regiões de Goiás também como uma política social. “Só se faz o social se você der dignidade para a pessoa, der a ela a oportunidade do emprego”, ressaltou. E completou: “O trabalho vai resolver a situação do ponto de vista financeiro, da autoestima e da capacidade de sustentar a sua própria família”.

FCO aprova R$ 500 milhões na primeira reunião de 2020

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O Conselho de Desenvolvimento do Estado realizou na quinta-feira (16) a 340ª reunião ordinária para leitura e aprovação de cartas-consulta para obtenção de empréstimo do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Foram aprovados R$ 509 milhões, entre projetos empresariais (R$ 402 milhões) e rurais (R$ 89 milhões).

Destaque para dois projetos empresariais: da Cervejaria Cidade Imperial Petrópolis, que produz a Cerveja Império entre outros produtos, com projeto total de R$ 900 milhões e FCO aprovado de R$ 200 milhões, para construção de uma fábrica na cidade de Jataí. Para Rio Verde também foi aprovado projeto de R$ 200 milhões (total de R$ 260 milhões) para construção de terminal ferroviário da Rumo Malha Central, empresa de transporte ferroviário.

A reunião foi comandada pelo subsecretário de Fomento e Competitividade da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), César Moura, e teve aprovação de 63 cartas-consultas, com previsão de gerar cerca de 2.800 empregos, entre diretos e indiretos.

Os projetos aprovados são, na maioria, de pequenas e médias empresas em segmentos de atuação variados como, educação, saúde, transporte de cargas, assistência técnica rural, comércio atacadista e varejista, e devem ser aplicados na aquisição de máquinas e equipamentos, veículos, móveis e utensílios, e construção civil.

Duas cartas-consulta rurais foram liberadas no valor total de R$ 30,7 milhões. São as maiores dessa reunião do Conselho de Desenvolvimento. O projeto total das duas soma R$ 43,8 milhões. Essa foi a primeira reunião de 2020 Conselho de Desenvolvimento que no ano de 2019 aprovou mais de R$ 2,7 bilhões de investimentos no total.

Goiás registra superávit de quase US$ 3,4 bilhões na balança comercial em 2019

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A balança comercial de Goiás registrou superávit de US$ 3.459.269.399 bilhões no acumulado de janeiro a dezembro de 2019, segundo o Ministério da Economia. De acordo com levantamento, as exportações goianas apresentaram valor de US$ 7.043.547.265, e as importações somaram US$ 3.584.277.866 no mesmo período.

As exportações de Goiás tiveram participação de 3,14% no total das exportações brasileiras – mesmo nível do registrado em 2018. Enquanto Goiás apontava com crescimento no setor, as exportações brasileiras sofreram queda de -6,38%. As importações de Goiás marcaram participação de 2,02% em relação às brasileiras.

Com os números compilados da balança comercial em 2019, Goiás se posiciona em 10º lugar no ranking das exportações e em 12º lugar no de importações de janeiro a dezembro do ano passado.

Os produtos mais exportados foram a soja, carne bovina, milho, ferro-liga, minério de cobre, açúcar, couros e algodão. Rio Verde (US$ 1.314.212.796), Jataí (US$ 624.665.625), Mozarlândia (US$ 454.755.817), Barro Alto (US$ 415. 704.793) e Alto Horizonte (US$ 407.271.918) foram os municípios que mais exportaram.

A China se mantém como o maior parceiro comercial, seguida de Holanda, Coreia do Sul, Espanha e Japão, que foram os maiores compradores dos produtos exportados por Goiás.

As importações, por seu turno, mostram uma economia goiana em crescimento, com a compra de produtos indicativos do bom desempenho do setor farmacêutico, do agronegócio, indústria automobilística e área hospitalar.

Substâncias para uso farmacêutico, adubos, veículos e máquinas para colheita e plantio, além de artigos ortopédicos e outros. Anápolis (indústria farmacêutica), Catalão (montadoras) e Aparecida de Goiânia (fármacos) são os municípios que se sobressaíram em importações, para o fomento das atividades produtivas em alta. A origem das importações são principalmente os Estados Unidos, China e Alemanha.

ECONOMIA EM RECUPERAÇÃO

Titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), o secretário Wilder Morais avalia os números como positivos, considerando as dificuldades enfrentadas pelo País. “Apesar do resultado ruim na pauta de exportações do Brasil, Goiás mostrou que sua indústria está em franco processo de recuperação com importações de qualidade, que trouxeram insumos para os setores de agro, fármaco e automobilístico”, disse o secretário. Wilder avalia que tudo indica que o ano de 2020 será promissor, com números mais robustos na economia de Goiás.

Indústria goiana cresce 2,8% entre janeiro a outubro

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A indústria de Goiás voltou a apresentar resultados positivos. É o que informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos dados apresentados nesta terça-feira (10). Segundo o IBGE, Goiás ficou na quarta posição nacional com crescimento de 2,8% no período de janeiro a outubro de 2019.

A produção do mês de outubro foi 4% superior em relação a setembro e 11,2% maior do que outubro de 2018, sendo este o maior avanço do Brasil. Dos 15 locais pesquisados no País, sete apresentaram algum tipo de crescimento em outubro.

De acordo com o IBGE, Goiás teve crescimento superior ao do Brasil, que teve números negativos no período de janeiro a outubro, com -1,1%. O resultado ruim também se repete no Brasil quando avaliado os últimos doze meses, com -1,3%.

Quando avaliados os produtos que tiveram o melhor desempenho, a indústria de produção de biocombustível apresentou crescimento de quase 25% quando comparado outubro de 2019 com o mesmo período do ano passado. A fabricação de veículos automotores também teve importante aumento de 96,1% na comparação de outubro de 2019 com 2018. Na comparação de outubro com setembro de 2019 o aumento registrado da produção foi de 10,5%.

Já a fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos registrou aumento de 20,5% quando comparado outubro de 2019 com outubro de 2018 e de 2,7% na comparação de outubro com setembro de 2019.

A economia goiana mostra fôlego e faz contraponto face à lenta retomada do crescimento em nível nacional, conforme explica o secretário Wilder Morais, titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC). Para ele, esse crescimento é fruto do trabalho que o Governo do Estado realiza na atração de novas empresas e no fortalecimento das que já estão instaladas em território goiano.

O secretário também lembra a orientação do governador Ronaldo Caiado de fortalecer a política de desenvolvimento regional do Estado, levando empresas para todas as regiões, especialmente nos municípios mais carentes e com baixos indicadores sociais.

“Esse ano de 2019 não foi fácil. A economia nacional está lenta. Mas mesmo assim, aqui em Goiás, temos números positivos na nossa pauta da indústria e em outros setores. E a tendência é de crescimento para 2020”, prevê o secretário.

A Caravana do Empreendedor no Caminho de Cora Coralina mostra resultados. Divino, pequeno empresário na Cidade de Goiás, produzia e vendia pamonhas nas ruas da cidade. Durante a Caravana ele conheceu nossas linhas de crédito do Goiás Empreendedor e fez empréstimo de R$ 13.800 para comprar freezer, geladeira, triturador de milho entre outros objetos. Resultado, hoje ele tem a sua pamonharia montada e, junto com sua mãe dona Lázara, mudou de patamar na gestão do seu pequeno negócio.

Balança Comercial de Goiás aumenta 17,91% em novembro enquanto que a balança do Brasil tem retração de -15,97%

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O Governo do Estado de Goiás, por intermédio da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) informa os dados da balança comercial goiana relativos ao mês de novembro de 2019 em conjunto com os dados acumulados do ano.

Enquanto a Balança Comercial Brasileira (novembro de 2019) apresentou retração de -15,97% em relação às exportações do mesmo mês do ano anterior, na Balança Comercial de Goiás (novembro de 2019), as exportações aumentaram 17,91% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Com isso, Goiás teve participação de 3,24% nas exportações brasileiras.

Os dados são disponibilizados pelo Ministério da Economia, por meio da ferramenta Comex Stat e são os dados mais atuais disponíveis no momento.

Os dados que têm sido disponibilizados através do Governo Federal, antes pelo MDIC e atualmente pelo Ministério da Economia, têm demonstrado a recuperação econômica que o Brasil tem enfrentado, especialmente devido ao esforço dos governos estaduais e dos empresários, para que a atividade econômica continue crescendo e retome sua pujança conforme também já apontado pelo Mercado.

Goiás ocupou a 10ª colocação no ranking de exportação dos Estados brasileiros e a 12ª posição no ranking de Estados importadores. Vale pontuar que as importações goianas tiveram crescimento de 17,55% em relação ao ano anterior, o que é positivo, dado que grande parte das importações no estado são de insumos para o setor produtivo goiano.

No ano de 2019, o saldo goiano manteve-se positivo, totalizando US$ 3.092.471.168 bilhões até novembro.

Como destaque, o complexo de Carnes (bovinas, aves e suínas) apresentou crescimento considerável em relação ao mesmo mês do ano anterior na ordem de 43,87%. De igual forma, o Complexo Soja atingiu um crescimento global de 83,42% em relação ao ano anterior, com destaque positivo para os bagaços e farinhas de soja com aumento na ordem de 386,37%, em relação ao mesmo mês de 2018.

O Complexo Milho teve crescimento de 48,70% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com destaque para o milho in natura e grãos trabalhados, que são os grãos utilizados de outro modo, como: descascados, esmagados, em flocos, em pérolas, cortados ou partidos.

No acumulado janeiro a novembro de 2019, observa-se uma retração no volume das exportações de Soja (-31,02%) e um crescimento considerável nas exportações de Milho (161,57%) e Algodão (51,37%).

Rio Verde foi o município goiano que mais exportou no decorrer do ano de 2019, seguido por Jataí, Mozarlândia, Barro Alto, Alto Horizonte, Luziânia e Goiânia. A China manteve-se como o principal país de destino das exportações goianas, adquirindo, em média, 40% de todo o volume exportado por Goiás. Países Baixos (Holanda), Coreia do Sul, Espanha e Japão figuram-se como os principais parceiros comerciais.

PAUTA DE IMPORTAÇÕES
As importações goianas aumentaram 17,55% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Os produtos farmacêuticos ocuparam a primeira colocação no ranking de produtos importados por Goiás em novembro de 2019, apesar de sua redução de -17,93% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Adubos e fertilizantes, em 2ª colocação no ranking, cresceram 117,80% em novembro de 2019, em comparação a novembro de 2018, pontuando a expectativa do setor produtivo em relação à safra, com aumento dos insumos que serão utilizados.
Anápolis, Catalão e Aparecida de Goiânia foram os municípios que mais importaram no ano de 2019. Quanto aos países de origem das importações goianas, destacam-se Estados Unidos, China, Alemanha e Japão.

Governo de Goiás aposta no incremento da economia em vários segmentos com a redução do ICMS do combustível da aviação

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Reduzir o ICMS do combustível de aviação para tornar Goiás mais atrativo para companhias áreas, trazendo mais voos aos céus e aquecendo, em terra, a economia do Estado. Foi com o objetivo de alavancar os segmentos turístico, de peças e de manutenção para aeronaves, entre outros, que o governador Ronaldo Caiado assinou nesta terça-feira (26/11) o termo celebrado pelo Governo de Goiás, por meio das secretarias de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Economia e Agência Estadual de Turismo, que dá efetividade ao decreto nº 9.560, que reduziu a tributação do querosene de aviação (JET-A1) de 15% para 7%.

Na solenidade no Aeroporto Santa Genoveva, Caiado justificou que mais voos implicam em mais empregos, uma vez que fomentará toda uma cadeia produtiva. O governador explicou que, para tal decisão, consultou o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). “Essa foi uma atitude muito bem pensada. Perguntei a eles qual era a menor tarifa autorizada para que Goiás pudesse reduzir a alíquota de 15%. Será uma alavancagem enorme. Os aviões não vão passar aqui apenas como um ponto de pouso, mas poderão abastecer na cidade de Goiânia, na cidade de Caldas Novas, em qualquer local do Estado de Goiás”, justificou.

Para o governador, o segmento turístico é estratégico e um “fator multiplicador” para a economia goiana, pois é um dos que dá retornos mais rápidos aos anseios da população. “Hoje a maior demanda, em qualquer um dos 246 municípios goianos, é a oportunidade de emprego. Por isso, temos que identificar e alavancar os setores capazes de fazer com que o emprego chegue mais rápido ao interior. O turismo é fator determinante para avançarmos em qualidade de vida das pessoas pelo interior”, argumentou. O governador, como em outras oportunidades, destacou a Segurança Pública como ponto forte do Estado. “O turista brasileiro, como o quem vem do exterior, procura lugar que tenha tranquilidade. Nós instalamos em Goiás o melhor sistema de segurança pública do País. As nossas polícias hoje são reconhecidas nacionalmente”, salientou.

Segundo a secretária da Economia, Cristiane Schmidt, a intenção foi tornar o Estado mais atrativo para as companhias áreas. Com a redução do ICMS do combustível da aviação, o Governo de Goiás aposta em um considerável aumento do número de voos partindo de Goiânia para várias regiões do País. “Queremos ter a felicidade, daqui a alguns meses, de poder dizer que aumentamos a nossa arrecadação, muito embora tenhamos reduzido o ICMS. Não podemos ter diminuição de receita. O Estado de Goiás ainda está passando por uma calamidade financeira e temos que ter muito cuidado quando fazemos nossas políticas públicas”, pontuou a secretária.

O presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, frisou que a medida é extremamente importante, pois o turismo mobiliza 50 segmentos econômicos diretos e mais de 500 indiretamente, segundo estudos recentes. Frisou que os aeroportos e toda sua reverberação são plataformas muito fortes de desenvolvimento. “O Brasil ainda não acordou para isso, sobretudo no aspecto regional”, disse.

As articulações para reduzir o ICMS do combustível de aviação, uma demanda antiga do setor, começaram no início do ano em um trabalho conjunto da Secretaria de Indústria e Comércio (SIC), Goiás Turismo e Secretaria de Economia. Para o titular da SIC, Wilder Morais, o próximo passo será a internacionalização do Aeroporto Santa Genoveva, que já recebeu a anuência de todos os órgãos para receber voos internacionais.

Wilder Morais planeja alcançar essa a condição até o final do ano de 2019, com o consequente aumento dos voos. “O sonho de nós, goianos, é ter a oportunidade de colocar a nossa capital, nosso Estado, no mapa aéreo mundial. Com certeza, antes do findar do ano, vamos estar aqui de novo, governador, anunciando este grande legado do nosso governo”, planejou.

O evento contou ainda com a presença do presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz; dos secretários Antônio Carlos de Souza Lima Neto (Agricultura), Valéria Torres (Comunicação), Lyvio Luciano (Chefe de Gabinete de Gestão do Governador); dos presidentes José Essado (Agrodefesa), José Roberto Leão (ABC), Marcos Cabral (Codego), Rivael Aguiar (Goiás Fomento) e Silvio Fernandes (Ipasgo); de Deusdedith Vaz, representado o vice-governador Lincoln Tejota; do comandante interino do Corpo de Bombeiros, Coronel Esmeraldino Jacinto de Lemos; dos deputados estaduais Álvaro Guimarães, Cairo Salim e Rubens Marques; do superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal, Álvaro Resende; além de empresários do setor de aviação, sub-secretários da SIC, assessores especiais, representantes do Governo Federal, prefeitos e entidades de classe.

Ferrovia Norte-Sul inicia operação em Goiás em 2020

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O titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Wilder Morais; e o vice-governador Lincoln Tejota participaram nesta quinta-feira (21) de reunião com o presidente da Rumo Logística Malha Norte-Sul, Júlio Fontana, e diretores da empresa, concessionária da Ferrovia Norte-Sul (FNS), que apresentou aos membros do Governo do Estado o plano de implantação da ferrovia e cronograma de operações.

Segundo Júlio Fontana, a FNS começa a operar oficialmente em 2020, saindo de Anápolis em direção ao Norte do Estado até o Tocantins. Por força contratual, a empresa tem até 2021 para colocar em operação todo o trecho da Norte-Sul nos seus mais de 1.500 quilômetros de extensão.

Wilder Morais disse que finalmente, depois de mais de 30 anos, a Norte-Sul vai operar em território goiano gerando emprego e renda nos municípios. “Essa reunião de hoje com os executivos da Rumo é extremamente importante para conhecermos detalhes das ações da empresa, do seu planejamento e de que maneira nós do governo do Estado vamos ajudar a acelerar esse processo”, disse Wilder.

Os diretores da Rumo S.A. manifestaram que a empresa está focada em colocar a FNS em funcionamento o mais rápido possível. A partir dessa manifestação, de acordo com o secretário Wilder Morais, a SIC agora vai identificar pontos de convergência entre interesse dos empresários e para o desenvolvimento do Estado de Goiás.

Segundo o vice-governador Lincoln Tejota, em breve será demonstrado ao governador Ronaldo Caiado os detalhes do Programa de Desenvolvimento do Entorno da Ferrovia Norte-Sul, contemplando fomento a novas atividades do agronegócio, capazes de mudar a geografia econômica das regiões norte/nordeste de Goiás.


No caso da Rumo, os investimentos da companhia são estimados em R$ 2,72 bilhões. Segundo apresentação da empresa, o trecho Central ligando Anápolis a Porto Nacional (TO), está com construção finalizada, atualmente em diligência para averiguar o estado de conservação do leito ferroviário. O trecho Sul, até Estrela D´Oeste (SP), está em obras.

Com uma frota de 26.012 vagões e 832 locomotivas, a Rumo é considerada a maior operadora de ferrovias do Brasil. Júlio Fontana disse que num primeiro momento será feito transporte de cargas por contêineres, mas logo estará transportando todo tipo de produto. Criada em 2008, a empresa se fundiu com outra do ramo, a All, em 2015, e tem como carro-chefe o transporte de produtos do agronegócio.

Os diretores da Rumo demonstraram ainda a capacidade do grupo em operar a logística que integra os trechos da FNS também ao Porto de Santos e ainda com o Norte do país, no transporte de volumetria (grãos, açúcar, bauxita, fertilizantes e biocombustíveis) como também bens de consumo, inclusive em contêineres refrigerados, tanto saindo de Goiás como no retorno das viagens.

“Estamos prontos para receber o grupo e acompanhar o cronograma de operações. O Estado que nossa população quer está ligado à conclusão desses projetos”, assegurou Tejota. O vice-governador lembrou que Goiás tem potencial para avançar no comércio exterior, especialmente atendendo às necessidades dos países asiáticos. “Esses países precisam de nossos insumos. Goiás, com a criação dessa nova plataforma de transporte ferroviário abre um novo leque de desenvolvimento” afirmou ele.

Guaraná Mineiro vai para Aparecida de Goiânia e promete investir R$ 60 milhões em nova fábrica

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A empresa Refrigerantes do Triângulo (Guaraná Mineiro) encaminhou à Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) nesta sexta-feira (8) projeto de viabilidade econômica para obter a concessão de benefícios do Programa Produzir, de incentivo fiscal.

Em abril a empresa assinou protocolo de intenções com o Governo do Estado para construir uma fábrica em Goiás. Esta semana a Refrigerantes Triângulo foi contemplada com uma área de 50 mil metros quadrados doada pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia, onde ela construirá sua fábrica e a parte de logística.

O secretário Wilder Morais, titula da SIC, disse que essa é mais uma empresa das 69 que assinaram protocolos de intenção com o Governo de Goiás desde o início do ano, que confirma a instalação da sua fábrica no Estado.

“Estamos no caminho certo na prospecção de empresa e indústrias e na atração de grandes investimentos. O governador Ronaldo Caiado tem afirmado que o melhor programa social de um governo é o emprego para o trabalhador. E temos buscado melhorar essa pauta do emprego e da geração de renda”, falou Wilder.


Luiz Alfredo Massaro, diretor-presidente da Refrigerantes do Triângulo, espera inaugurar a nova fábrica em outubro de 2020. Segundo ele, serão investidos R$ 60 milhões na construção da nova unidade. A expectativa é de gerar seis mil empregos, entre diretos (1.500) e 4.500 (indiretos).

O diretor comercial da empresa, José Arnaldo da Silva, informou que hoje o Guaraná Mineiro tem a segunda maior participação no mercado de Goiás. Ele destacou também que toda a produção do refrigerante tem 42% do seu consumo também em Goiás, que possui excelente localização geográfica e uma política séria de incentivos fiscais.

O início das obras em Aparecida é imediato, segundo informação de Luiz Massaro. Ele conta também que com a nova fábrica em Goiás, o Guaraná Mineiro vai aumentar em 200% a sua produção total de refrigerantes.

Goiás comparece com 25% das exportações brasileiras no mês de outubro

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A balança comercial de Goiás registrou no mês de outubro saldo positivo de US$ 294.815,034 milhões, um crescimento de 40,8% em relação ao mês de setembro. Os números colocam Goiás como responsável por 25% de todo o saldo da balança comercial brasileira para outubro.

O Estado exportou o equivalente a US$ 656.939,920 milhões e importou US$ 362.124,886 milhões, gerando um saldo superavitário de US$ 294.815,034 milhões.

No acumulado de janeiro a outubro de 2019 a balança comercial de Goiás segue superavitária, com saldo total de US$ 2,7 bilhões. Nesse período as exportações bateram a casa de US$ 5,7 bilhões e as importações somaram US$ 2,9 bilhões.

Entre as cidades que mais exportaram no mês de outubro em Goiás está Rio Verde na parte alta do pódio com saldo de US$ 104.364,662 milhões, seguida de Mozarlândia com US$ 63.929,612 milhões, Alto Horizonte com US$ 53.216,170 milhões, Barro Alto com US$ 51.035,282 e Ouvidor com US$ 34.672,883 milhões. Palmeiras de Goiás (US$ 30.634.024), Goiânia (US$ 25.402,740), Luziânia (US$24.193,857), Crixás (US$20.333,352), Jataí (US$20.250,422), Itumbiara (US$18.926,956), Catalão (US$ 18.179,725), Anápolis (US$16.791,271), Cristalina (US$13.001,063) e São Simão (US$12.014,655) completam a lista dos 15 municípios goianos que mais exportam.

Dos países que mais importam produtos brasileiros em primeiro lugar aparece a China, seguida por Japão, Espanha, Coreia do Sul, Taiwan, Países Baixos (Holanda), Reino Unido, Vietnã, Rússia, Estados Unidos, Alemanha, Bangladesh, Honk Kong, Itália e Tailândia.

Produtos com origem na agropecuária seguem na liderança do ranking das exportações goianas, com destaque neste mês de outubro para os alimentos do complexo carne.

A venda de carne bovina teve incremento de 32,08% comparado com outubro de 2018, somando US$ 122.239,807 milhões ante US$ 92.548,297 milhões do ano passado. Já a exportação de carne de aves o incremento foi ainda maior, de 65,39% maior do que no mesmo mês de 2018, chegando a casa de US$ 31.581,180 milhões contra US$ 19.094,681 milhões do ano anterior.

Mas o aumento expressivo mesmo ocorreu com a exportação de carne suína, que teve incremento nas vendas de 1.428,25%, somando US$ 970.604 mil ante US$ 63.511 mil de outubro de 2018.

Já no complexo soja a melhora ocorreu na exportação de bagaços e farinhas, com aumento de 59,05% comparado com outubro de 2018, o que gerou faturamento de US$ 54.465,469 milhões antes US$ 34.244,568 do ano passado. A venda de óleo de soja também tem aumento de 18,23% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com US$ faturamento de US$ 7.547,823 milhões contra US$ 6.383,808 de 2018.