Senador Wilder vota pela REDUÇÃO DOS IMPOSTOS DE COMBUSTÍVEIS!

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O SENADO FEDERAL APROVOU, NA ÚLTIMA TERÇA-FEIRA (29/05), O PROJETO DE LEI (PLC 52/2018) QUE ZERA A COBRANÇA DO PIS/COFINS SOBRE O ÓLEO DIESEL ATÉ O FINAL DO ANO. O PROJETO TAMBÉM RETIRA OUTROS SETORES DA ECONOMIA DA LISTA DOS QUE CONTAM COM DESONERAÇÃO 

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O senador Wilder Morais (DEM) afirma que a aprovação da reoneração da folha de pagamento através da PLC 52/2018 é uma medida necessária para o governo voltar ao equilíbrio após a turbulência das reivindicações do diesel. O parlamentar explica que a nova lei vai reonerar 28 dos 56 setores beneficiados pelo Governo Federal nos últimos anos.

A medida visa equilibrar as finanças da administração diante dos gastos com a contenção do preço do diesel.

“O governo terá como fonte novos recursos para compensar o impacto da redução anunciada de R$ 0,46 por litro de combustível diesel nas refinarias. A ideia é manter congelado, por 60 dias, o valor desse combustível”, diz o senador – que votou pela redução dos impostos de combustíveis.

Para Wilder, as desonerações fiscais que começaram no governo Dilma foram feitas sem efetivo planejamento e eficácia. Não teve, por exemplo, a cobrança de contrapartida das empresas – o que ajudou a criar a recessão de 2016.

“Dilma não negociou metas de desempenho e investimentos no país para gerar empregos. Logo, as desonerações viraram privilégios e protecionismos sem razão de ser. É o que existe de pior para o mercado”, argumenta.

Para o senador, é muito melhor desonerar os combustíveis que impactam diretamente na inflação e em toda cadeia produtiva do que manter uma política que levou o Brasil a um estágio de recessão, crise econômica e fiscal.

Segundo o texto da PLC 52/2018, serão reonerados o setor hoteleiro, o comércio varejista (exceto calçados) e alguns segmentos industriais, como automóveis, transporte marítimo de passageiros e de carga na navegação de cabotagem, interior e de longo curso, dentre outros segmentos.

Senadores Wilder e Ronaldo Caiado apresentam projeto de resolução para derrubar preço do gás de cozinha

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SENADORES DO DEMOCRATAS APONTAM QUE 1,2 MILHÃO DE DOMICÍLIOS PASSARAM A USAR LENHA APÓS ÚLTIMOS MESES DE CRISE, CONFORME PNAD. PROPOSTA PEDE ALÍQUOTA MÁXIMA DE 12%!

Foto: Pedro França/Agência Senado

 

Os senadores Wilder Morais e Ronaldo Caiado, ambos do Democratas, apresentaram Projeto de Resolução do Senado em que fixam a alíquota máxima para a cobrança do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) que incide no valor final do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha.

De acordo com os senadores, a crise que provoca desespero econômico nos caminhoneiros já é sentida pelas donas de casa, que enfrentam a crise motivada pelo aumento dos combustíveis.

“A alta no preço do gás de cozinha fez com que 1,2 milhão de domicílios passassem a usar lenha e carvão na preparação de alimentos, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD). A pesquisa foi divulgada em abril deste ano IBGE”, diz Wilder Morais, que atribui parte da crise a falta de sensibilidade de alguns gestores, já que o ICMS é um tributo estadual e variável.

Ronaldo Caiado afirma que 17,6% dos 69, 8 milhões de lares brasileiros não têm acesso ao gás de cozinha, o que atinge a dignidade das famílias. O senador diz que ocorreu alta de 84% no preço do produtor de gás de cozinha (GLP) entre janeiro e dezembro do ano passado. “Os altos preços praticados inibem o acesso ao produto por parte da camada mais pobre da população, bem como contribui para o encarecimento de diversos itens cuja cadeia de produção, em alguma medida, relaciona-se com o emprego do GLP”.

COMPETÊNCIA

Wilder explica que cabe ao Senado fixar alíquotas interestaduais e de exportação do ICMS, bem como estabelecer alíquotas mínimas e máximas.  Conforme Caiado, a fixação de uma alíquota máxima de 12% para o gás de cozinha pode amenizar a situação das donas de casa e “proporcionar  uma redução no valor de venda nas distribuidoras em praticamente todo país”.

Senador Wilder lembra que a maioria dos estados trabalha com alíquotas que variam de 17% a 25%, o que contribui, de forma evidente, para o aumento do produto final.

Os senadores afirmam que cabe aos poderes públicos atuarem de forma responsável, já que o aumento desordenado de preços e aviltante fere a dignidade das famílias.

Wilder lembra que a defesa do consumidor, que se tornou ainda mais forte após  a constitucionalização de seus direitos que constam no Código de Defesa do Consumidor (CDC), é uma urgência.  Para ele, a lei é clara na exigência da presença do Estado no mercado de consumo e na contenção de prática abusivas, justamente o que estaria ocorrendo neste momento no país.

Senador Wilder libera mais R$ 3,6 milhões para a saúde básica dos municípios

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O senador Wilder tem afirmado que 2018 será um ano de muitos investimentos em Goiás, principalmente na área de saúde. O senador diz que este é o segmento com mais dificuldades diante da crise, já que o custo dos investimentos é alto e faltam recursos nos estados e municípios.
E ciente dessa situação, Wilder tem feito ações para minimizar os efeitos da crise nos municípios goianos. Ele conseguiu viabilizar mais R$ 3,6 milhões para o custeio da saúde básica e especializada de diversos municípios goianos. 
“Conseguimos hoje a liberação de cerca de 80% do limite financeiro das emendas de custeio, ou seja, o governo vai pagar quase todo custeio antes de julho”, informou o senador nesta sexta-feira (25) dessa sua nova conquista, lembrando que ele vai trabalhar para que esses recursos estejam nas contas das prefeituras até julho.
Ainda de acordo com o senador Wilder, a natureza desses recursos é voltada para o custeio o pagamento da folha de funcionários da área da saúde, materiais de insumo, cirurgias e diversos procedimentos médicos.
Wilder contabiliza que tenha conquistado para Goiás cerca de R$ 4 bilhões de investimentos nos seis anos em que está no Senado e que parte significativa desses recursos foi destinada dentre ações para investimento em servidores, habitação e principalmente saúde pública.
A principal fonte de financiamentos intermediados por Wilder é a Caixa Econômica, banco em que o parlamentar tem livre acesso para firmar contratos e avalizar empréstimos. O senador, todavia, tem também trâmite facilitado junto ao Governo Federal, onde libera emendas parlamentares – recursos orçamentários que são carimbados para obras específicas.
Na área de saúde, o parlamentar comemora investimentos em vários municípios. Ele já ajudou com recursos para equipar o Hospital de Aparecida de Goiânia, com R$ 19 milhões. R$ 16 milhões empenhados para o hospital de Palmeiras de Goiás. Destinou R$ 4 milhões para o Hospital do Câncer de Rio Verde. E liberou R$ 15 milhões para equipar o Hospital de Águas Lindas, além de destinar R$ 16 milhões para o Hospital de Uruaçu, na Região Norte do Estado.
“Todos os recursos que pedi foram atendidos. Temos pedido apenas o que é justo. E o diferencial é que marcamos, levamos o prefeito ou gestor público até o ministro, presidente de estatal, enfim, quem libera o recurso, e ele sai”, diz Wilder. 
Veja o quadro abaixo com a relação das cidades atendidas com o limite financeiro das emendas de custeio:
Jataí
Terezópolis de Goiás
Firminópolis
Cachoeira Dourada
Colinas do Sul
Itaguaru
Sítio D´Abadia
Caçu
Santa Tereza de Goiás
Doverlândia
Santa Isabel
Ouro Verde de Goiás
Uruana
Urutaí
Nova Roma
Santo Antônio da Barra
Aurilândia
Goianira
Corumbaíba
Anicuns
Pires do Rio
Mairipotaba
Nova Aurora
Gameleira de Goiás
Damianópolis
Varjão
Buriti Alegre
Simolândia
São Francisco de Goiás
Cachoeira Alta
Leopoldo de Bulhões
Santa Cruz de Goiás
Itaguari

Senadores Wilder e Ronaldo Caiado discutem o projeto para solucionar o transporte do Entorno

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Em reunião na ANTT com o pré-candidato ao governo do DF, Frejat, eles se comprometeram a tirar do papel o trem que liga Luziânia ao DF

 

O senador Wilder Morais esteve na ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres para uma reunião com o diretor-presidente, Mário Rodrigues Júnior junto com os pré-candidatos ao governo de Goiás, Ronaldo Caiado e do DF, Jofran Frejat.

A reunião contou a presença de técnicos da ANTT, que apresentaram estudos sobre a adaptação da ferrovia de transporte de cargas para a adaptação de transportes de passageiros.

 

“Precisamos encontrar uma solução efetiva para a população que vive no entorno do DF. Hoje o trabalhador é refém da disponibilidade de ônibus que fazem a integração entre o entorno e a capital federal. Além do tráfego pesado, o cidadão ainda enfrenta a criminalidade para conquistar o seu sustento. Por isso é tão urgente uma solução mais digna, com um transporte mais eficiente e mais barato para a população”, ressaltou o senador Wilder.

 

A presença do pré-candidato ao governo do estado, Ronaldo Caiado, é fundamental para dar viabilidade à proposta no próximo ano. O mesmo ocorre com a participação do pré-candidato ao governo do DF, Frejat. Para eles, essa é uma maneira de encaminhar, desde já, o andamento dessa obra, que exige estudos e aprovação orçamentária. A população já não acredita mais em propostas, destacou Ronaldo Caiado, mostrando a urgência de ações efetivas desde já.

Os estudos apresentados sinalizam que a obra exigirá poucos ajustes e será um grande avanço para a integração das regiões. Essa é a primeira vez que existe uma sintonia concreta entre os governos de Goiás, DF e da própria ANTT.

O projeto tem previsão de iniciar próximo de Luziânia. Desse trecho até a linha férrea, a proposta prevê que o deslocamento seja realizado de ônibus. A partir disso, o trem passará pela Cidade Ocidental e por Valparaíso, até chegar ao Distrito Federal. A primeira parada será em Santa Maria, onde o cidadão terá acesso, pelo BRT, até o Núcleo Bandeirante. Nesse ponto o passageiro terá acesso ao metrô da capital.

 

O senador Wilder, que é engenheiro, comentou o estudo apresentado:

“Esse projeto é inteligente porque vai usar o traçado da ferrovia Centro-Atlântico já existente, não vai inventar nada. Já está desapropriado, tem que fazer alguns ajustes em lugares que tem uma curva muito ascendente, mas são intervenções baratas, rápidas, onde podemos usar o que já está pronto. Tenho certeza que esse projeto pode – em muito pouco tempo – dar, definitivamente, uma solução para o transporte de pessoas aqui do Entorno”.

Senador Wilder defende transferência de recursos aos municípios

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Em discurso no Plenário do Senado Federal, o senador Wilder cobrou mais justiça no repasse de recursos aos municípios. A matéria é destaque na Agência Senado:
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

 

 

Em pronunciamento nesta quarta-feira (23), o senador Wilder Morais (DEM-GO) cobrou a aprovação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 139/2018, de sua autoria, que institui a correção monetária nos repasses da União aos municípios por meio de convênios, acordos e instrumentos similares.

O projeto – que tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), sob a relatoria do senador Rodrigues Palma (PR-MT) – apresenta teor semelhante ao da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2015, relatada por Wilder Morais. A Constituição impede o exame de PECs em período de intervenção federal, como a que ocorre na segurança pública do Rio de Janeiro.

Ao registrar sua participação na 21ª Marcha dos Prefeitos, organizada em Brasília pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Wilder Morais também destacou que o federalismo precisa de uma reforma profunda que promova a divisão harmônica dos royalties do petróleo, o aumento da cota do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a reforma da Lei de Licitações e a transferência direta de recursos da União aos municípios, entre outros temas.

— Os municípios são o elo mais importante da Federação, mas também os mais frágeis. Recebem deveres, mas não instrumentos para atender a população na saúde, educação, trânsito e transporte público. 40% da receita do município estão vinculados constitucionalmente a investimentos em saúde e educação. As prefeituras ainda têm que atender demandas em outras áreas, mas só 6% da arrecadação tributária são realizados pelos municípios. Os repasses são corroídos pela inflação e geram prejuízo cada dia maior para os municípios — afirmou.

Confira a matéria

Wilder Morais defende menos impostos e mais concorrência para conter alta dos combustíveis!

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Pronunciamento do senador Wilder Morais sobre a alta dos combustíveis é destaque na Agência Senado:

Em pronunciamento nesta terça-feira (22), o senador Wilder Morais (DEM-GO) disse que o reajuste diário e contínuo de combustíveis representa um desastre para a economia, visto que o aumento no preço da gasolina, diesel e gás de cozinha gera impacto no preço dos alimentos e das mercadorias.

O senador disse que é preciso reduzir os impostos, como o ICMS e a Cide, gerar mais concorrência e liberdade, com mais empresas no refino e distribuição, para que os preços fiquem mais controlados e a Petrobras possa se recuperar do assalto que sofreu nos últimos anos.

Wilder Morais afirmou que o protesto dos caminhoneiros contra o aumento dos combustíveis representa o desespero de toda a sociedade. Ele afirmou que não adianta reduzir e congelar preços, mas enfrentar as causas reais que contribuem para encarecer a gasolina e o diesel, que seriam três: impostos altíssimos, os monopólios e cartéis e a corrução na Petrobras.

— Em Goiás, mais de 40% do preço da gasolina são de impostos. Como [fazer] crescer a economia e o turismo se o cidadão é saqueado todo dia? O prejuízo da Petrobras com a corrupção foi de mais de R$ 40 bilhões. O dinheiro enriqueceu políticos, empresários e criminosos, e está sendo pago agora pela população brasileira — afirmou.

Wilder Morais afirmou ainda que a parceria corrupta entre a Petrobras e Venezuela gerou a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que nunca saiu do papel.

— A corrupção na Petrobras está nas costas da população — conclui.

Confira a matéria

Wilder diz que não é “político” para rádio

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Senador Wilder Morais fala em entrevista para CBN que será eleito pelo que fez: parlamentar diz que tem milhares de reais em obras para os goianos, principalmente na saúde e moradia.  E avisa: “político vai até em batizado de sapo. Não sou assim”. Reportagem do Diário da Manhã reproduziu trechos da entrevista

Welliton Carlos

O senador Wilder Morais (DEM), em entrevista para o programa “Papo Político”, da rádio CBN Goiânia, disse ontem que não é “político profissional” e não pretende se submeter ao estilo tradicional para vencer as eleições em outubro: “político vai até em batizado de sapo. Não sou assim”.

Pré-candidato à reeleição, Wilder discorreu sobre sua mudança de partido, seu histórico de vida e o desejo em disputar uma vaga ao Senado – neste ano, o eleitor poderá escolher dois nomes nas urnas.

Na entrevista ao apresentador Luís Geraldo e jornalista Fabiana  Pulcineli, o democrata reafirmou que tem trabalhado “muito” nos municípios e que espera ver este resultado efetivamente nas urnas.

Mas se o eleitor pretender outra espécie de político, diz Wilder, ele terá paciência e acatará tranquilamente o resultado, voltando para suas atividades na vida privada.

Considerado um dos maiores construtores de supermercados no mundo, proprietário da Orca Construtora, dentre outros empreendimentos, Wilder diz que não é o senador que mais fez pelos municípios de Goiás. Ele cita vários números e valores.

Para um ouvinte, que sugeriu a Wilder uma vaga na Câmara Federal, ele respondeu: “Só enxergo o Senado. Comecei senador…Não sei o que é muito para ele (ouvinte).  Se fosse pensar em ‘muito’, eu, que sou de Taquaral, tinha que ficar lá apenas. Sou filho de pai lavrador, mãe costureira…Então não poderia ter saído de lá. Nem o Lula poderia ser presidente…E ele nem estudou. Eu me formei em engenharia civil, com 22 anos e meio, o terceiro nessa idade na Universidade Católica e venci na vida pelo estudo”.

Nas próximas linhas, algumas das respostas do senador durante a entrevista.

Mudança de partido

Luiz, isto tem um certo link (mudar partido para disputar a eleição). Mas o mais importante disso tudo é que estou no Senado e toda semana sento ao lado do senador Ronaldo Caiado. E nós debatemos muito a política do Estado de Goiás…Isso pesou muito. Vou completar seis anos de Senado. E ninguém trouxe tantos recursos para Goiás nos últimos tempos quanto eu.  E conversávamos muito sobre isso. O Caiado então falava: “Wilder, você precisava estar na minha chapa. E se eu for governador, você vai me ajudar muito, como tem feito”. Isso pesou muito na decisão. E sem contar o espaço da base, que tem tantos candidatos…  E tinha uma grande falta de definição. Isso pesou em minha definição para voltar ao meu partido de origem, que é o Democratas. Quando entrei na política, entrei no Democratas.

Como explicar a mudança

Da mesma forma que explicar que o melhor candidato da base era eu também. Inclusive tinha até o voto do governador… Estou na política, Fabiana (Pulcineli), e tenho uma diferença dos outros políticos: não sou político.   Estou político. Sou, na verdade empresário. Por isso as coisas que se combinam comigo têm que ser cumpridas. Então, do mesmo jeito que não se cumpriu nada comigo, afinal eu também tinha uma ‘vaga’ na base…Quando saí do meu partido, o DEM, foi definido isso. Entendo tudo hoje…Na verdade, estou entendendo um pouquinho da política…E o jogo é “jogado”.  Temos uma frase de um político mineiro: se você olha para o céu, as nuvens estão de um jeito. Depois estão de outro…E no outro dia você olha e está de outro jeito ainda. Pois é. Isso acontece na política. Quando entrei na base, entrei pelo Democratas. No meio do caminho ocorreu uma mudança.  O Zé Eliton, inclusive, saiu do Democratas; fui para o PP. Só tenho dois anos de PP.  Sempre fui Democrata.

Sentimento de traição

Não tenho este sentimento. Pelo contrário. Sinto que tive oportunidades. Sinto que foi tudo natural…cada um dentro da política tem que buscar seu espaço. Meu projeto hoje, pois estou aqui no Senado há seis anos, é atender as cidades. Não tem nenhuma cidade de Goiás que não ajudei. Me envolvi intensamente e politicamente… Sou o senador que mais levou recursos para a área de saúde, de infraestrutura…Então tenho hoje um serviço prestado para o estado de Goiás.  O projeto não é mais meu. Hoje, quando sento com as lideranças, eles dizem: “Senador, o senhor vai correr dessa briga?” ou “Caso não tenha espaço, abandona a política?”. Fiz isso então: quero ser pré-candidato ao Senado. E hoje me sinto muito à vontade na chapa do Caiado e dos Democratas.  E meu objetivo é um só: ajudar o povo de Goiás. Não preciso da política. Não vim aqui no Senado para me enriquecer, para tirar vantagens…Então, acho que é uma prerrogativa, com certeza, até do povo goiano, que vai querer ter um pré-candidato desse jeito.  É isso que desejo fazer. E se o povo achar que não devo ser candidato, tudo bem. Fiz a minha parte.  Trabalhei muito seis anos.

Comentário de ouvinte: “Senado é muito. Wilder deve ser deputado federal”

Só enxergo o Senado. Comecei senador…Não sei o que é muito para ele (ouvinte).  Se fosse pensar em ‘muito’, eu, que sou de Taquaral, tinha que ficar lá apenas. Sou filho de pai lavrador, mãe costureira…Então não poderia ter saído de lá. Então também nem o Lula poderia ser presidente…E ele nem estudou. Eu me formei em engenharia civil, com 22 anos e meio, o terceiro nessa idade na Universidade Católica e venci na vida pelo estudo. Eu sempre falo isso: o brasileiro tem algo que me deixa muito triste. Nós temos “síndrome de cachorro vira-lata”.  As pessoas não podem ter sucesso. Elas não podem vencer na vida. Isso tem que parar: temos que acreditar.  Sou um exemplo disso. Pega minha história e passa para ele (ouvinte), que fez a pergunta, pra estudar um pouquinho o que fiz na vida.  Sou um cara que saiu bem abaixo da linha da pobreza e que venceu no Brasil…venceu fora do país, foi para a Índia, Colômbia. Isso é um exemplo de que é possível fazer as coisas acontecerem. E não dizer que o “tamanho” é para deputado ou para senador…Neste raciocínio, eu deveria então era voltar para ser síndico. Pois nunca fui nada na política.

Pesquisas

É a falta de não ser conhecido, de não ter arranjado R$ 100 mil para as prefeituras realizarem carnaval…festas. Primeiro, trabalhei sério. Fiz muito. Essa é minha estratégia: trabalho. Não sou político. Aliás, político é que faz isso: político vai até em batizado de sapo. Eu não participo disso não. Fui efetivo no mandato. Então tenho agora o que mostrar. Digo aqui: qual cidade não ajudei? Só para se ter ideia, quantos milhões levei para a saúde do Estado de Goiás?  Se o Hospital de Aparecida ser aberto agora, dependeu do senador Wilder: R$ 18 milhões para equipar o hospital.  Se vai abrir o Hospital de Águas Lindas, no Entorno, perto de Brasília, tem lá R$ 15 milhões…Se vai abrir o hospital lá em Uruaçu, quem ajudou? Foi o senador Wilder.  Se você for lá em Rio Verde e perguntar quem ajudou o Hospital do Câncer, eles falarão: foi Wilder. E perguntar quem aumentou o teto de custeio de quase cem cidades? Foi o senador Wilder. Se você perguntar quem ajudou o Governo de Goiás a viabilizar as 30 mil moradias com o financiamento da Caixa, foi o senador Wilder. Então, seguinte: isso vai ser muito fácil. Na hora que comentar isso aí nas cidades, a população vai ver qual o senador que mais ajudou o município.  Na hora que fazer isso no Entorno, em Rio Verde, em Anápolis, a população poderá escolher. E saber o que fez o senador Wilder. Na hora que comentar nas cidades, não é possível: se o povo não quiser isso, esse tipo de política, então aí eu vou embora e viro síndico…Digo com a consciência tranquila: fiz a minha parte.  Tenho falado com prefeitos e lideranças políticas. Pergunta para os prefeitos se mesmo ao sair da base eles não gostam do “Wilder”.  Gostam, pois fui a primeira pessoa que realmente deu a mão.  Aqui no meu gabinete temos sempre uma romaria. Recebo todos. E o que é mais importante: recebo os prefeitos sem perguntar de que partidos eles eram ou são. Não deixei na mão nenhuma Prefeitura, por conta do prefeito ser amigo de A ou de B…  Ajudei todas, as pequenininhas e grandes. É a velha história: vou rodar. E agora que é pré-campanha. Outra coisa que é interessante: a corrida de majoritária, tipo a do Senado, é uma corrida São Silvestre.   Não é de 100 metros não.  Tenho ainda que mostrar o que vou fazer daqui pra frente, emendas e direitos pra entregar…Outra questão: quem ajudou a conseguir estas faculdades? É bom deixar claro: desde que entrei estou nesta defesa. Quem foi o relator do orçamento em 2013 e 2014? Foi o senador Wilder. Fui lá e briguei para ter as universidades federais de Jataí e Catalão.  E temos agora as universidades do Norte e do Entorno…que ainda não consegui. Mas quem foi o precursor deste projeto fui eu. Temos pesquisas internas que apareço com 9, 12…Então pesquisa…se você fizer pesquisa com prefeitos, tenho 70%. Outra coisa: pesquisa  com 800 pessoas? Onde tem sido feita? Na Capital, Anápolis…Como eu estava trabalhando, não estive com o povo. Eis a diferença: o estilo político.  Enquanto Ronaldo Caiado tem grande experiência na tribuna, a Lúcia é excelente em comissão, trabalho nos bastidores dos ministérios para ajudar os municípios, envolvendo os prefeitos com as equipes técnicas de nosso gabinete e do Senado. Meu estilo de resultados foi esse. Não fiquei para trás, apresentei quase 200 projetos de lei e relatorias. Por isso penso que não tenho problemas de pesquisa não. Quando fecharmos a chapa e começarmos, de fato, a pré-campanha, nós vamos crescer.

Supermercadistas apoiam Wilder e Caiado

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O segmento supermercadista apoia os senadores Ronaldo Caiado e Wilder Morais (DEM).

Os dois foram ovacionados no dia 16, em Goiânia, durante almoço da Associação dos Supermercadistas de Goiás (AGOS).

Pela recepção calorosa e apaixonada nem parecem que são políticos. Cerca de mil presentes na sede da AGOS, no setor Sudoeste, levantaram para aplaudir a chegada dos dois congressistas.

Durante o evento, Caiado e Wilder discursaram e trataram os empresários como grandes heróis da crise  brasileira: eles crescem mesmo diante de toda a dificuldade tributária e financeira.

Wilder e Caiado pediram alíquotas tributárias mais competitivas para que os supermercados possam criar promoções e atrair mais clientes.

No evento, os empresários lembraram de como Caiado poderá ajudar o segmento após as eleições e celebrou o passado de grande empresário de Wilder Morais, considerado exemplo de empreendedor no evento.

Caiado disse que a estabilidade econômica poderá melhorar o desempenho do setor, que depende muito da massa assalariada e dos níveis de emprego no país.

Wilder pediu a desoneração dos itens da cesta básica (como carnes, arroz, etc) e a redução de impostos para aquisição de equipamentos para novas lojas via BNDES.

O segmento dos supermercados tem ajudado a tirar o Brasil da crise, com previsão de alta de 3% a 4% nas vendas. O segmento cresceu dois anos seguidos. Tem um faturamento de cerca de R$ 300 bilhões ao ano.

Existem 89 mil supermercados no Brasil, que geram quase 2 milhões de emprego.

O segmento é responsável pela comercialização de 83,7% dos produtos considerados de primeira necessidade. (Site www.politikos.com.br)

 

 

 

 

Wilder e Caiado estão unidos por Águas Lindas

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Igreja Assembleia de Deus Campo Águas Lindas reúne religiosos e políticos para conceder título honorífico aos dois senadores goianos

A Assembleia de Deus Campo Águas Lindas recebeu no dia 15 de abril um grande encontro de pastores da comunidade evangélica tendo em vista louvar Deus.

Os religiosos celebraram a vida de Jesus com louvores e satisfação em cantar a ‘palavra’.  Comandada pelo pastor Gilvando Galdino, a igreja foi visitada também pelos senadores Ronaldo Caiado e Wilder, que receberam os títulos honoríficos de “Cidadão águaslindenses”.

Durante o encontro religioso os dois congressistas falaram da importância da igreja e da fé na mudança da sociedade por meio do exemplo de Cristo.

Wilder destacou a retidão dos religiosos e Caiado reafirmou a força da igreja para influenciar a vida secular.

Entregaram os títulos aos senadores os vereadores do município e o presidente da Câmara, vereador Rogemberg.

A professora Edna, vice-prefeita de Luziânia, participou do ato representando seu município.

Senador Wilder é aplaudido na Tecnoshow Comigo

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O senador Wilder (DEM) defendeu o agronegócio e a criação de uma plataforma multimodal para escoar a produção agrícola e industrial durante a solenidade de abertura da Tecnoshow Comigo, em Rio Verde.

O evento realizado na segunda-feira tem previsão de presença de cem mil pessoas e negociações em torno de R$ 2 bilhões.  Conforme Wilder, o agronegócio é quem sustenta o PIB brasileiro neste momento de crise econômica.

“Vocês estão aqui para defender o Brasil. Tenho convicção que o homem do campo é quem sustenta este país, seja com o trabalho árduo na agricultura familiar seja através da produção que exportamos. Vocês são fortes e lutadores, orgulho do Brasil”.

Durante o evento, Wilder foi celebrado pelo trabalho no Senado em defesa do produtor rural – caso do projeto de sua autoria que autoriza o homem do campo a ter uma arma legal em sua propriedade.

O senador chegou ao lado de Ronaldo Caiado, que foi ovacionado  e chamado de “governador” por centenas de pessoas. No evento Caiado declarou que atua ao lado de Wilder em defesa do campo e que ajudará Goiás a bater recorde de produção.

Ao lado de Ronaldo Caiado (DEM), Iso Moreira (DEM), José Nelto (Podemos), José Mário Schreiner (DEM), dentre outros, Wilder reafirmou o compromisso de defender a classe em Brasília.

 

Senador Wilder conversou com empresários, visitou estandes e falou com produtores rurais durante sua visita. Andou, inclusive, em máquinas  testou novas tecnologias.

O senador reafirmou seu compromisso com a luta dos produtores e em defesa do agronegócio, “que sempre cresce quando o país mais precisa dele”.

 

O parlamentar goiano votou pela queda do veto do Funrural no Senado e tem realizado ações pontuais para defender o agronegócio, seja através de relatorias seja a partir da propositura de normas.

Wilder defende a desoneração e aumento de financiamentos para o homem do campo, além da ocupação criativa do campo, como a partir do implemento do agroturismo.