Wilder Morais enaltece empreendedorismo feminino

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A mulher tem atributos qualitativos e diferenciados para o empreendedorismo. É o que defende Wilder Morais, ex-senador e titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços do Estado de Goiás.
Wilder reafirma que não faltam exemplos de executivas e pequenas empresárias que realizaram grandes investimentos e conquistas devido a determinação e detalhismo nas atividades. O secretário lembra que existem 9,3 milhões de mulheres que gerenciam e tomam decisões de negócios. Esse número divulgado pelo Sebrae neste ano indica que 34% de todos os empreendedores do Brasil são mulheres, informa o titular da Secretaria de Indústria e Comércio.
Wilder afirma que o empreendedorismo é uma das principais ferramentas para o “empoderamento feminino”. Ele informa que de imediato a mulher torna-se apta a segurar as adversidades das famílias e até mesmo ser o sustentáculo, já que hoje não é incomum a esposa ganhar mais do que o marido.


O titular da Secretaria de Indústria e Comércio revela que está ciente de uma realidade a ser modificada: a mulher empreendedora tem menos chances de obter crédito. E quando consegue, segundo levantamento do Sebrae, “paga juros 3.5% maiores do que os homens”.
O ex-senador diz que o aspecto mais forte do incentivo ao empreendedorismo feminino deve ser o resgate da mulher numa situação de vulnerabilidade. “Estou certo de que temos excelência em empreendedorismo e grandes executivas, que operam imensos orçamentos. Além da necessidade de garantir crédito, cabe ao poder público amparar estas empreendedoras no inicio de suas atividades seja através da oferta de informação estratégica seja através de facilidade de crédito. Tem mulher que comanda sua escola, seu salão de beleza, um supermercado e que precisa de orientação e crédito”, diz Wilder.
O secretário cita o caso do Banco do Povo que em sua gestão recebeu orientação para atender as mulheres com programas e benefícios prioritários.
Wilder diz que não fala sobre “teoria”, mas a prática da vida. Antes dele ser um dos principais construtores de supermercado no mundo, aprendeu com a mãe a importância do empreendimento. “Minha mãe sustentou nossa família através da costura. Eu mesmo a ajudava nas atividades mais pesadas. Lembro ainda hoje como nos organizávamos para o trabalho e produção. Eu a ajudava nesse trabalho mais pesado, nas máquinas, etc”, recorda.

Wilder e Caiado entregam máquinas às prefeituras

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O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, acompanhou nesta sexta-feira (8) a entrega de máquinas e equipamentos pelo Governo de Goiás para várias prefeituras. O evento aconteceu na sede da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). Ao todo, o governador Ronaldo Caiado entregou equipamentos para 92 cidades goianas.

Emenda parlamentar empenhada por Wilder Morais (no ano passado, ainda no Senado) possibilitou a aquisição de 12 caminhões basculantes, 17 retroescavadeiras e duas motoniveladoras. “Deixei o Senado no ano passado e é uma honra dizer que trabalhei muito por Goiás”, afirmou Wilder.

Também são resultado de emendas do ex-senador verbas de R$ 5 milhões para a agricultura em Goiás e de R$ 5 milhões para a saúde nos municípios goianos, que já foram empenhadas e devem ser liberadas após a finalização dos trâmites burocráticos nos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Saúde.

Serão entregues ainda 24 ônibus adquiridos com recursos de emendas pendentes de Wilder Morais. “Quero aproveitar esse momento e agradecer a Deus pela oportunidade e por ter honrado cada um dos goianos nesses mais de seis anos de Senado”, afirmou.

Patrulha mecanizada
O contrato de repasse de aquisição e distribuição de patrulha mecanizada a partir de emenda parlamentar da bancada goiana tem valor total de R$ 113 milhões, sendo o Governo Federal responsável por R$ 105,3 milhões. A contrapartida do Governo Estadual foi de R$ 8,4 milhões.

Foram entregues nesta sexta-feira 118 caminhões basculantes, dois caminhões-pipa, 12 tratores agrícolas e 16 motoniveladoras. De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), que coordena o processo de entrega, as cidades que não foram contempladas hoje receberão as máquinas após a documentação ser regularizada junto à Seapa.

Wilder e Caiado miram no potencial turístico goiano

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A movimentação das rodovias já detectada pela operação Carnaval da Polícia Rodoviária Federal e Estadual é a prova do potencial turístico presente em Goiás, mas ainda subaproveitado. O Estado garante visitação para todos os segmentos, do turismo de negócio, histórico, de relaxamento e místico-religioso. Só no Carnaval 2018, a cidade de Caldas Novas, um dos destinos mais conhecidos, deve receber 150 mil viajantes durante o período de festas. O que confia uma taxa de 90 a 93% de ocupação dos leitos de hotéis da cidade. Outras menos conhecidas nacionalmente, como Pirenópolis, Cidade de Goiás, também têm boa média de visitação no mesmo período.
Porém, apesar dos números serem positivos, o turismo goiano sobrevive de forma instintiva e calcado – quase na sua totalidade – nas belezas naturais e na tradição dos locais polo. Com exceção louváveis, como a criação do Festival Internacional de Cinema Ambiental (FICA), que acontece na antiga capital, muito se carece de políticas e eventos para incentivar uma das mais limpas das indústrias.
O novo secretário da Indústria, Comércio e Serviços de Goiás, Wilder Morais vê no segmento um dos fortes potenciais para auxiliar o estado a melhorar a economia goiana, com a abertura de novos empreendimentos e a consequente geração de empregos diretos e indiretos. Durante a última reunião do Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE), na quarta-feira, 27, quando foi anunciada a liberação de R$ 62,35 milhões em recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), a Goiás Turismo, que também participou do evento, apresentou um estudo sobre a importância do setor para a economia goiana, hoje o responsável por 4% dos empregos formais do Estado. Em 2018, cerca de R$ 7 milhões dos recursos do FCO foram destinados a empreendimentos do setor de Turismo. De acordo com a diretora de Desenvolvimento, Pesquisas Turísticas e Eventos, Valquíria Faria, a meta para este ano é aumentar o volume e auxiliar mais empresários a conhecer a linha de financiamento.

Caldas Novas é um dos destinos mais procurados em Goiás

“O maior desafio de nossa equipe será regionalizar o desenvolvimento no Estado, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e no Entorno do Distrito Federal. Começamos um levantamento socioeconômico do Estado para apresentar às empresas que possam se instalar em Goiás. A regionalização é a grande saída para a crise fiscal: emitiu nota? Temos então empregos e impostos. E assim podemos garantir segurança pública, saúde e educação para o povo goiano”, anunciou Wilder Morais, acrescentando que, entre as estratégias de regionalização, está o incentivo ao turismo, ação que tem total respaldo do governador Ronaldo Caiado.
Segundo ele, estão em estudos na pasta, políticas que deixem os empreendedores do turismo mais seguros para investir na expansão de seus negócios, para que apostem na profissionalização de pessoal e dos meios de se atender a demanda. “Precisamos aprimorar nossa indústria do turismo, principalmente nas épocas festivas e feriados do ano. Goiás tem tudo para atrair milhares de pessoas por conta de seus santuários ecológicos e cidades históricas”, completa o secretário.
O secretário prevê o estímulo da geração de empregos, diretos e indiretos, além de capacitação na área, por isso, propõe investimento em eventos característicos do estado, como a Festa do Divino Pai Eterno, agendas em Alto Paraíso, turismo de negócio, de aventura e ecológico, além de melhoria da infraestrutura nas áreas turísticas do estado.
O secretário entende que a necessidade de deslocamento da população em feriados e festas específicas deve ser aproveitada em todo o seu potencial. Para ele, investimentos que voltam ao investidor e à toda a população do estado de forma generosa. “Goiás não pode parar nos feriados. Um milhão de turistas significa R$ 1 bilhão para os goianos. Precisamos investir na indústria do turismo” completa prometendo atenção e empenho redobrados para incentivar o setor nos próximos meses.

Caiado e Wilder anunciam mais de R$ 2 bi em recursos para Goiás

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Nem bem assumiu a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Wilder Morais, com apoio e aval do governador Ronaldo Caiado, já brindou o setor produtivo e empresarial goiano com a boa notícia da previsão de que, para este ano de 2019, serão liberados nada menos do que R$ 2.3 bilhões por parte do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para Goiás. O fundo é administrado pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Banco do Brasil S.A. e visa incentivar o crescimento da região.


De acordo com o novo titular da pasta, os recursos serão destinados para as atividades de desenvolvimento econômico e social, por meio de programas de financiamento aos setores produtivos e serão distribuídos entre os setores rural e empresarial ligados ao agronegócio. Em 2018, o valor distribuído foi de R$ 3.39 bilhões, sendo que praticamente todo o recurso foi utilizado – R$ 3.25 bilhões –, ou seja, 95% dos recursos disponibilizados foram utilizados para o desenvolvimento local, fomento da economia e geração de empregos diretos e indiretos.

O governador Ronaldo Caiado tem afirmado que Goiás vive um novo momento, apesar das dificuldades enfrentadas nesse início de governo, mas que serão solucionadas com o passar do tempo. Caiado acredita que novos financiamentos serão responsáveis por gerar novos empregos e mais renda para o Estado.
Wilder acredita que este ano não será diferente e prevê a quase totalidade do aproveitamento da verba, já que a geração de empregos para o alavancamento da economia é uma das principais demandas do governo estadual. “Queremos fomentar o desenvolvimento de Goiás. Para isso precisamos gerar emprego e renda. E o que puder ser feito para gerar empregos, desde que dentro da legalidade, nós vamos fazer. Uma boa forma de começar é distribuindo bem e totalitariamente os recursos do FCO”, explicou Morais

O QUE É O FCO

O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste. É destinado basicamente ao setor empresarial e produtivo que objetivam dar início ou mesmo ampliar e modernizar suas atividades. Para tornar o programa mais atraente, e logo fazer com que ele atinja sua meta de promover o desenvolvimento do Centro-Oeste, são oferecidos longo prazo de pagamento e baixas taxas de juros.

Entre os anos de 2017 – R$ 2,5 bilhões e 2018 – R$ 2.7 bilhões, o setor rural foi o que mais teve destaque como crescimento de 9%. Ano passado, 86% do orçamento foi usado pelo setor rural e 14% pelo empresarial. Para se fazer a divisão dos recursos é feita uma consulta ao estado destinatário, sendo que é usual que se distribua na proporção de 50% para o setor rural e 50% para o empresarial, porém, segundo a própria coordenação, a distribuição do fundo segue a lógica de mercado, relocando os recursos conforme a demanda existente.

Indústria anuncia instalação em Palmeiras: investimento de mais de R$ 120 milhões

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Vai começar nos próximos meses a obra de instalação de uma unidade da indústria Fontana S.A. na cidade de Palmeiras de Goiás. O cronograma de investimento foi apresentado pelo diretor da empresa, Maurício Ecker Fontana, ao secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, em reunião realizada na sede da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), em Goiânia. O investimento total é estimado entre R$ 120 milhões e R$ 130 milhões, segundo o empresário.

Especializada no segmento de higiene, limpeza pessoal e produtos oleoquímicos, a indústria espera gerar até 450 empregos diretos e 3000 indiretos, além dos postos de trabalho associados ao transporte de cargas, que dependem da área de atendimento e da ocupação da planta no período. “Temos o ramo de atividade da cadeia da gordura, da carne, como principal viés. Trabalhamos junto com a grande produção que é a pecuária do Estado”, explicou Maurício Ecker Fontana.

Wilder Morais tem mantido o diálogo aberto com empresários de todos os setores. Durante a reunião com diretor da empresa, o titular da SIC deixou claro o empenho do governo do Estado de Goiás em dar total apoio a instalação da indústria. “Nós estamos escrevendo uma nova página na gestão pública. No governo de Goiás não existe espaço para irresponsabilidade. Prezamos pela transparência e temos tolerância zero a corrupção. Queremos fomentar o desenvolvimento do Estado. Para isso precisamos gerar emprego e renda. Então, o que estiver ao nosso alcance para gerar emprego aos goianos, nós vamos fazer”, garantiu Wilder.

Com o protocolo de intenção assinado com o Governo de Goiás, o lançamento da primeira fase da obra deve acontecer até o início do segundo semestre de 2019. A indústria espera entrar em operação em Goiás até o início de 2020. Fundada há 85 anos, a empresa conta com um parque industrial no Rio Grande do Sul.

Após a reunião com o titular da SIC, o diretor da indústria afirmou estar confiante nas relações com o Governo de Goiás para o início das operações. “Há disposição da secretaria e de outros órgãos em nos ouvir e atuar em conjunto para que possamos trabalhar de forma sustentável, o Estado possa crescer e as empresas que estão vindo para cá também possam gerar crescimento”, resumiu o executivo.

Comunicação setorial – SIC

FCO libera R$ 62,3 milhões para Goiás

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O Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE) aprovou nesta quarta-feira, 27, a liberação de R$ 62,35 milhões em recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para investimentos rurais e empresariais em Goiás. A reunião aconteceu na sede do Sebrae Goiás e foi presidida pelo superintendente Executivo de Indústria, Comércio e Serviços da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), César Augusto Sotkeviciene Moura. Ao todo, foram aprovadas 14 cartas-consulta, com expectativa de geração de 146 empregos diretos.

O maior financiamento liberado, no valor de R$ 39,17 milhões, será destinado à implantação da empresa Oleana Industrial do Oeste Goiano Ltda., em São Luís de Montes Belos. Dedicada à fabricação de óleo de soja bruto degomado e farelo de soja, a indústria deve gerar 94 empregos diretos e mais de 200 indiretos. Com estimativa de implantação em 12 meses, a empresa terá capacidade de produção de 600 toneladas por dia.

O projeto atende demanda do setor industrial de substituição da exportação da soja in natura pelo processamento da matéria-prima em Goiás. A expectativa é que a indústria utilize a soja plantada por produtores em um raio de 50 quilômetros da fábrica.

Foram aprovados outros dois projetos do Programa Empresarial nas cidades de Uruaçu e Anápolis, com total de R$ 43,86 milhões para projetos industriais e de comércio e serviços. Já o Programa Rural teve 11 cartas-consulta aprovadas, no valor de R$ 18,48 milhões, para produtores das cidades de Jussara, Mineiros, Caiapônia, Santa Terezinha de Goiás, Rio Verde e Campo Alegre de Goiás.

Para o gerente de Mercado Pessoa Jurídica do Banco do Brasil, Aldivino Júnior, a tendência é que os recursos destinados ao programa Empresarial superem a quantidade liberada para o Programa Rural, como aconteceu na reunião desta quarta-feira. “A princípio, Rural e Empresarial devem seguir de forma equânime, e no decorrer do ano, conforme a demanda existir, faremos os ajustes necessários. Mas a previsão de liberação do empresarial neste ano é muito maior do que foi no ano passado”, explicou o gerente, que cita o cenário econômico mais favorável a indústria, comércio e serviços como um dos responsáveis pelo aumento da procura.

Durante a reunião, a Goiás Turismo também apresentou um estudo sobre a importância do setor, responsável por 4% dos empregos formais do Estado, para a economia goiana. Em 2018, cerca de R$ 7 milhões dos recursos do FCO foram destinados a empreendimentos do setor de Turismo. De acordo com a diretora de Desenvolvimento, Pesquisas Turísticas e Eventos, Valquíria Faria, a meta para este ano é aumentar o volume e auxiliar mais empresários a conhecer a linha de financiamento. “Trata-se de abrir os olhos para o turismo, que é muito importante para a economia e gera empregos”, completou César Augusto.

Esta foi a segunda reunião do CDE em fevereiro, conforme mudança no calendário anual do Conselho, que prevê duas reuniões mensais para agilizar a análise de propostas, contratação e liberação de recursos. Em 2019, Goiás contará com 33% (R$ 3,1 bilhões) dos R$ 9,4 bilhões do FCO, que também atende os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

Após a aprovação das cartas-consulta realizada pelo Conselho, o próximo passo é a análise de documentos feita pelo banco responsável pelo financiamento, que na grande maioria das vezes é o Banco do Brasil. Os interessados em pleitear financiamento do FCO devem procurar um dos agentes financeiros no Estado: Banco do Brasil, Agência de Fomento de Goiás, Sicoob e Sicredi.

Comunicação setorial – SIC

“Nós queremos o Banco do Povo nas 246 cidades de Goiás”, afirma Wilder Morais

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O programa Banco do Povo de Goiás, da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), terá orçamento de R$ 10 milhões para a retomada da operação de empréstimos no mês de março. O anúncio foi feito nesta terça-feira (26) pelo titular da SIC, Wilder Morais, em entrevista à Rádio Difusora.

De acordo com o secretário, o objetivo é levar o Banco do Povo para todos os municípios do Estado. “Nós temos até R$ 15 mil para emprestar para cada empreendedor. Ele só precisa ter um fiador e o nome limpo, ou ter duas pessoas com nome limpo que possam ser fiadoras”, explicou. Durante a transição no Governo Estadual, a liberação de financiamentos no Banco do Povo foi suspensa para que a nova equipe avaliasse o projeto.

 

 

Além do programa social voltado ao pequeno empreendedor, Wilder Morais elencou as outras linhas de atuação da SIC para o fomento à economia goiana, como os financiamentos oferecidos pela GoiásFomento e por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Também destacou os programas Fomentar e Produzir. “Isso com certeza vai alavancar aquelas empresas que estão instaladas e precisam ampliar o negócio e as novas que estão chegando”, comentou.

Indústrias no interior

Para o secretário, o maior desafio é regionalizar o desenvolvimento no Estado, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e no Entorno do Distrito Federal. “Estamos fazendo um levantamento socioeconômico do Estado para apresentar às empresas que possam se instalar em Goiás, gerando emprego e renda. Essa é a grande saída para a crise fiscal. Emitiu nota, tem imposto, e então podemos garantir segurança pública, saúde e educação para o povo goiano”, resumiu.

 

Um dos projetos da SIC, em parceria com a Diretoria-geral de Administração Penitenciária, é a criação de um presídio-indústria. Atualmente, quatro empresas funcionam no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, mas a ideia é ampliar o projeto por meio de uma parceria público-privada. “Estamos mostrando para os empresários que é um bom negócio. O custo de produção é mais baixo, pois não há gastos com vale-transporte, por exemplo”, explica o secretário, destacando ainda o papel de ressocialização do trabalho para os detentos.

Comunicação setorial – SIC

Wilder quer destravar obras paralisadas em Anápolis

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Destravar as grandes obras paralisadas na cidade de Anápolis. Essa foi uma das propostas do secretário de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Wilder Morais, durante visita à cidade nesta quarta-feira (20). Wilder se encontrou com Anastacios Apostolos Dagios, presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA) e do Comdefesa-GO e com vários empresários e autoridades do município.

Em duas semanas à frente da SIC, Wilder Morais tem feito vários contatos com empresários, reuniões com investidores interessados em vir para Goiás e traçado metas e planos para alavancar a economia do Estado. Na cidade de Anápolis ele visitou duas grandes obras de responsabilidade do Governo Goiano que estão paralisadas, o Aeroporto de Cargas e o Centro de Convenções.

Segundo o secretário Wilder, a partir de agora ele vai definir as primeiras ações para concluir essas obras, observando o que a população e os empresários desejam. Wilder disse que fará estudos para ver a viabilidade jurídica e econômica da sugestão para se implantar no Centro de Convenções um Parque Tecnológico, ideia que ele considerou bastante interessante.
“Faremos todo esforço possível para achar o caminho jurídico para fazer essa parceria. O Centro de Convenções é uma obra muito grande e com um custo muito alto. Se nós temos parceiros que querem ajudar, com certeza o governo do Estado fará essa análise sobre a parceria. O governador Caiado, como anapolino que é, quer destravar todas essas obras na cidade de Anápolis”, falou Wilder.

O Centro de Convenções de Anápolis está numa área de 32 mil metros quadrados e consumiu R$ 139,5 milhões dos cofres do Estado, sendo inaugurado em abril de 2018, porém está inutilizado desde então. Já o Aeroporto de Cargas, obra ainda inacabada, teve custos de R$ 350 milhões e está paralisado em razão de problemas ambientais, apurados por órgãos de fiscalização.
O secretário também esteve no local onde será construída a Plataforma Multimodal, que são grandes centrais de inteligência que combinam multimodalidade (vários tipos de transporte), telemática e otimização de transportes e frete, estrutura fundamental para assegurar o processo de crescimento e industrialização de Anápolis.

Wilder ainda participou da 63º reunião ordinária da ACIA. Dentre vários assuntos tratados, um dos principais foi a retomada do desenvolvimento de Anápolis, ponto fundamental para o crescimento da cidade, através do funcionamento do Centro de Convenções, do Aeroporto de Cargas, da Plataforma Multimodal, do Porto Seco e da Ferrovia Norte Sul.
“Temos do lado do Aeroporto de Cargas a Plataforma Multimodal. Temos a Ferrovia Norte-Sul e o Porto Seco. O que precisamos fazer agora é um estudo mais amplo para permitir a integração de todos os atores que estão lado a lado. Em todos esses projetos temos um diferencial, a transparência. E faremos o projeto com as pessoas que vivem aqui. Vamos pensar em todas as etapas de um projeto dessa magnitude para que efetivamente elas possam cumprir o seu papel, que é fazer Anápolis crescer ainda mais”, disse Wilder.

Investimentos de acordo com a característica de cada região, defende secretário Wilder Morais

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A Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC) está definindo a implantação de novas indústrias de acordo com a característica de cada região, identificada por meio de um estudo feito pela equipe de desenvolvimento regional. Segundo Wilder Morais, uma das prioridades será o desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal.

Wilder Morais, que comanda a SIC, também destaca a importância do fornecimento de energia elétrica de qualidade para a instalação de novas empresas no Entorno do DF e nas outras partes do Estado. A secretaria solicitou à Enel informações sobre a disponibilidade de energia em cada região do Estado para subsidiar a atração de outros negócios. “Hoje temos em Anápolis empresas que serão inauguradas no meio do ano e que estão com dificuldade de energia. Nesses lugares que estamos com iminência de instalação e para os quais foi feito lá atrás compromisso de fornecimento de energia, a Enel tem que nos comprovar que está trabalhando para que isso possa acontecer”, diz o secretário.

O titular da SIC também defende a antecipação de investimentos pela empresa, principalmente em novas subestações em Goiânia e no interior e em linhas de transmissão. “Fizeram um plano de investimentos de cinco anos. Precisamos antecipar isso para que no máximo em dois anos possamos fornecer energia para industrializar o Estado. Nesse momento, o objetivo é que a gente possa se unir, conversar e achar a solução para dar continuidade aos investimentos que são importantes para Goiás.”

Wilder Morais tem como meta, a cada mês, anunciar o investimento de uma empresa em Goiás. Ele voltou a destacar que a política de incentivos fiscais continua competitiva em relação aos outros estados. “Estamos no centro do país, temos um agronegócio muito forte, o setor mineral como o terceiro do Brasil, então não tem motivo para o Estado de Goiás não ser escolhido para instalar empresas nacionais e multinacionais”.

O secretário mantém diálogo aberto com o setor produtivo para discutir a política de benefícios fiscais. “Existem algumas distorções que têm que ser corrigidas. É por isso que estamos falando com todas as áreas do setor produtivo, para que a gente possa dar segurança jurídica às empresas que investiram e que acreditaram no Estado.”

Wilder Morais prestigia posse de presidente da AGM

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O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, acompanhou na manhã desta quarta-feira (20) a posse da diretoria da Associação Goiana de Municípios (AGM). O prefeito de Hidrolândia, Paulo Sérgio de Rezende (Paulinho), foi reeleito para mandato de dois anos. A cerimônia de posse aconteceu na sede da AGM, no Setor Sul, em Goiânia. O vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota, representou o governador Ronaldo Caiado.

Durante o evento, Wilder Morais foi homenageado pelo presidente da AGM. “Ele esteve junto em todas as causas municipalistas, então os meus sinceros agradecimentos em nome de todos os prefeitos”, afirmou Paulinho, em referência à atuação do ex-senador, que levou a todos os municípios de Goiás emendas parlamentares. Nos seis anos e meio em que Wilder Morais esteve no Congresso, o montante destinado às cidades goianas ultrapassou R$ 4 bilhões.

O secretário desejou sucesso ao presidente da AGM no novo mandato. “Tenho uma amizade de muitos anos com o prefeito Paulinho. Não poderíamos deixar de prestigiar não só a posse do presidente, como de toda a diretoria”, disse o titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC). Ele afirmou que a SIC terá atuação em todas as regiões do Estado. “O Governo do Estado de Goiás e a SIC estão à disposição para trabalhar nos 246 municípios do Estado de Goiás”, destacou.