Wilder retoma debates sobre segurança pública no Congresso

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O senador Wilder Morais (PP-GO) afirma que a escalada da violência deve pautar parte dos trabalhos do Congresso Nacional neste semestre. O legislativo abre os trabalhos a partir da próxima segunda-feira, 5.

O parlamentar aponta a crise carcerária, o aumento dos índices de homicídios entre policiais e população em geral e a falta de eficácia das condenações de criminosos como fatores que voltaram a pressionar a agenda dos parlamentares, que devem também tratar da reforma da previdência e temas correlatos às eleições de outubro.

Para Wilder, a solução efetiva do problema da insegurança passa pelo investimento em educação. Em sua opinião, as ações de curto e médio prazo em segurança pública podem amenizar a crise. “Mas devem ser feitas, pois trata-se de questão de urgência”.

Relator da Política Nacional de Segurança Pública, Wilder acredita que a pauta terá desde desdobramentos pontuais do relatório da política de segurança até questões de interesse popular, caso da revogação do Estatuto do Desarmamento e da possibilidade de se criar uma polícia de fronteira.

Para Wilder, existe no Brasil grande insatisfação quanto à impunidade, que seria uma das consequências da violência. “Digo que há impunidade quando olho o Estudo realizado pelo Conselho Nacional do Ministério Público, intitulado ‘Diagnóstico da Investigação de Homicídios no Brasil’, que apontou que a média nacional de resolução de homicídios é de apenas 5%. Outro exemplo, no Reino Unido esse índice é de 93%”.

Para Wilder, a ineficácia das investigações e a segurança pessoal das pessoas são os principais motivos para que a população tenha ampliado a sensação de segurança.  “O Brasil já atingiu a marca de mais de 60 mil assassinatos por ano! Esse índice é maior que país em guerra”, analisa.

LEGÍTIMA DEFESA 

Wilder diz que existem várias questões que devem entrar em pauta, caso da proposta para considerar legítima defesa quando em um enfrentamento com o portador de arma de uso restrito, ocorrer a morte do suspeito.

O senador será o relator da proposta de José Medeiros (PODE-MT). O senador goiano ainda não fechou seu relatório, mas chama atenção para o caráter protetivo: muitos policiais sofrem com os resultados do processo penal, pois são acusados de homicídio quando, na verdade, atuavam a favor da coletividade. “A proposta é clara: a legítima defesa será considerada quando a pessoa estiver portando de forma ilegal e ostensivamente arma de fogo de uso restrito”.

Wilder Morais é eleito Congressista do Ano pela segunda vez

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O senador Wilder Morais (PP-GO) venceu novamente a disputa de Congressista do Ano do Clube de Repórteres Políticos de Goiás (CRPG). O resultado referenda o prêmio que ele ganhou no ano passado e a escolha do Melhor Senador de Goiás, após seleção do Congresso em Foco – premiação nacional que nomeia os melhores políticos Ficha Limpa do país.

O governador Marconi Perillo (PSDB) foi eleito pelo Clube de Repórteres Políticos com 14 votos como o Político do Ano de 2017.  Na disputa dos legisladores, Wilder superou Alexandre Baldy (sem partido) como Congressista do Ano, ao receber dez votos contra nove do atual ministro das Cidades.

José Vitti (PSDB) foi eleito melhor deputado com seis votos e Delegado Eduardo do Prado (PV) obteve dez votos como o melhor vereador de 2017.

Na eleição de Político do Ano, o senador Ronaldo Caiado (DEM) obteve 10 votos, perdendo por um a disputa direta com Marconi, que obteve 14. Em seguida, como Político do Ano, foram votados os deputados federais Rubens Otoni (PT) e Alexandre Baldy e o senador Wilder Morais (PP), com dois votos cada.

Além de Wilder, a disputa pelo prêmio de Congressista do Ano teve Alexandre Baldy, com 8 votos, e Ronaldo Caiado com 5. Daniel Vilela (MDB), Fabio Sousa (PSDB) e Marcos Abraão (PPS) registraram dois votos. Jovair Arantes, Roberto Balestra e Thiago Peixoto foram lembrados pelos jornalistas com um voto.

Na disputa de Deputado Estadual do Ano, foram votados também Helio de Sousa e Simeyzon Silveira (quatro votos cada); Virmondes Cruvinel, com três; Major Araújo e Adriana Accorsi, com dois. Carlos Antonio, Júlio da Retífica e Santana Gomes registraram um voto cada.

Para vereadores, após o vencedor Delegado Eduardo Prado, Elias Vaz (PSB) registrou sete votos e se firmou na segunda colocação. Em seguida foram votados, Doutora Cristina (PSDB), com seis; Jorge Kajuru (PRP), com dois. Com um voto, foram lembrados Emílson Pereira, Sabrina Garcês, Anselmo Pereira, Lucas Kitão e Cabo Sena.

O clube realizou eleição para a diretoria. A Chapa Vitória, encabeçada pelo jornalista Ulisses Aesse, do “Diário da Manhã”, e João Carvalho, do “Diário do Norte”, obteve os 36 votos dos repórteres políticos que votaram nesse pleito.

A entrega dos certificados aos destaques da política goiana em 2017 será marcada ainda neste mês, assim como a posse da nova diretoria do Clube.

METODOLOGIA

Conforme o clube, urna itinerante e uma fixa na Assembleia Legislativa de Goiás reuniram os votos. A urna itinerante foi conduzida pelo próprio presidente do CRPG, João Nascimento. Segundo ele, foram colhidos votos nas redações dos jornais: “Diário da Manhã”, “O Popular”, “O Hoje”, bem como na Agência Brasil Central.

O mapa de apuração e a lista dos votantes encontra-se à disposição dos interessados no CRPG.