Artigo de Wilder é publicado no Diário da Manhã

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Artigo publicado pelo senador Wilder Morais no jornal “Diário da Manhã”, na edição de 25/03 do impresso. Nele, o senador trata da força das redes sociais para mudar normas e regras administrativas.

 

Através das redes sociais derrubamos a nova taxa das CNHs

Wilder Morais

As redes sociais são instrumentos determinantes para a transformação da política.  Tenho grande interesse por esta ferramenta de comunicação. Se é verdade que muitos optam em buscar nas redes um espaço para disseminação do mal, das ‘fake news’ e outras práticas criminosas, quero salientar aqui neste espaço a força das redes para se fazer o bem.

Na última semana, o Governo Federal anunciou que a renovação de CNH exigiria curso, prova teórica e evidentemente o pagamento pelo custo disso tudo. Pois bem, não aceitamos esta proposta do governo da forma que nos foi apresentada. Combatemos com todas as forças a indústria de multas que se instalou no Brasil bem como a taxação de todos os serviços públicos.

O brasileiro não suporta mais taxas, impostos e outras armadilhas destinadas a tirar do bolso do cidadão o dinheiro conquistado com muito suor e horas de trabalho.

Diante das novas regras da CNH não titubeamos. Em poucos minutos, eu e minha equipe montamos uma petição online para questionar a medida. Em poucas horas conseguimos a assinatura de 22.422 guerreiros que resolveram entrar nesta luta ao nosso lado. Após dois dias foram mais de 60 mil pessoas.

A regra entraria em vigor em junho, prejudicando grande parte da população. Tão logo nosso movimento tomou corpo, o governo deu a resposta e anunciou a revogação da medida. E em pleno sábado, que é para vermos que as redes não têm horário, feriado ou final de semana. É tempo real.

Não costumo comemorar as vitórias do cotidiano, afinal vencemos e perdemos várias batalhas de uma só vez. Mas esta vitória acredito ter maior relevância, pois mostra a força do engajamento popular. Acredito muito na representatividade. O mandato de senador não é meu, mas de quem represento.  E através da força dada por vocês conseguimos pressionar o poder público e mudar a regra.

Por isso, digo: conseguimos uma vitória a partir do engajamento de milhares de pessoas que resolveram participar de uma manifestação legítima, sem cores partidárias e ideologias.

A partir desta experiência, quero dizer que é possível unir a população através das redes sociais. Mantenho minha convicção de que a imprensa informa e educa o cidadão. Já as redes conseguem mobilizar e garantir a livre manifestação do pensamento.

Esta união de forças da comunicação permitirá novas conquistas da população. Precisamos nos organizar para reivindicar direitos e garantias que ainda estão por surgir.

Defendo a força da web 2.0, a universalização do acesso ao universo digital e a participação cidadã nas grandes causas.

Diante disso, peço para seguirem nossos perfis nas redes, caso do Twitter (/wildermorais), Facebook (/wildermorais) e Instagram (/wildermorais).

Procurem lá nossas redes e vamos interagir.

Senador Wilder Morais é senador da República, relator da Política Nacional de Segurança Pública e engenheiro civil formado pela PUC-GO

União de Wilder, Iris e Baldy retoma obras do BRT

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Uma das principais obras públicas de Goiás, a construção do BRT (Bus Rapit Transit), será retomada após o prefeito Iris Rezende, o ministro das Cidades Alexandre Baldy e o senador Wilder Morais entrarem em campo para tornar o pesadelo em sonho.

Após a crise da Prefeitura de Goiânia durante o final de mandato do prefeito Paulo Garcia, em 2016, e a falta de recursos federais diante do déficit orçamentário, ocorreu um preocupante hiato da obra.

O fato provocou revolta na população.

O Transporte Rápido por Ônibus é um sistema de transporte coletivo de passageiros cuja finalidade é proporcionar mobilidade urbana rápida.

 

A infraestrutura segregada com prioridade de ultrapassagem permite ao cidadão se deslocar de forma mais rápida.

Após a pressão de Wilder, Baldy e Iris, o presidente Michel Temer anunciou ontem o investimento de R$ 192,6 milhões para a retomada das obras que estavam paralisadas.

Ele agradeceu ao empenho de Wilder e Daniel Vilela, que procuraram alternativas dentro do governo para retomar a linha de crédito.

Conforme o Governo Federal, o novo trecho terá 17 quilômetros e ligará a capital goiana de norte a sul.

REUNIÃO

Baldy falou durante o evento e agradeceu ao Governo Federal pelas obras, já que atendeu seu estado de origem.

O ministro das cidades diz que as articulações foram realizadas pelo senador Wilder Morais e deputado federal Daniel Vilela.

Baldy lembrou que Wilder participou, no dia 27 de novembro, da primeira reunião com Iris Rezende, no Paço Municipal, em busca de tratativas para dar início às obras.

A partir daquele encontro, os parlamentares se empenharam junto ao Governo Federal e conseguiram destravar as obras.

O BRT está dentre as obras mais importantes de Goiás, com a possibilidade de atender um milhão de pessoas por semana.

Artigo de Wilder em O Popular: “Tolerância criminosa”

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O jornal “O Popular” desde domingo, 18, abriu sua página de opinião com artigo do senador Wilder Morais. Nele, o congressista trata do combate ao crime em Goias e no Brasil e defende menor tolerância contra o crime. Para o senador goiano, tratar exclusivamente o policial como opressor e agente principal da violência é inverter os papeis na problemática. Leia:

Tolerância criminosa 

Wilder Morais

A endemia do crime no Brasil não pode ser tratada apenas como conduta desviante. Hoje o crime é uma cultura. Criminosos mobilizados pelas facções são capazes de dominar territórios apenas porque controlam corações e mentes. Corações de jovens sem respeito à autoridade. E mentes de políticos, juristas e especialistas que invertem valores e protegem bandidos.

Rui Barbosa já dizia que de tanto ver crescer as impunidades, o homem chega a ter vergonha de ser honesto e o crime se espalha. A constatação do jurista foi provada por cientistas americanos.

A teoria das janelas quebradas comprova que a tolerância com “pequenos” delitos mina a autoridade da lei. Aos poucos, as comunidades deixam de cuidar de si mesmas, policiais passam a ser vistos como inimigos. Pessoas se trancam em casa e as ruas são ocupadas por criminosos.

Por sua vez, o crime é glamourizado como aventura; o policial é apenas um opressor. E os jovens se deixam levar por estes valores.

Este quadro retrata o Brasil e Goiás de hoje. Mas também trata dos Estados Unidos, em especial da Nova Iorque dos anos 80. A diferença é que os americanos têm reduzido sua criminalidade.

Primeiro, ocorreu uma aliança entre universidades e polícias. Os estudos foram baseados em análise de dados. A política criminal passou a ser inspirada em resultados técnicos, sem politicagem.

Em seguida, penas foram endurecidas e as polícias fortalecidas em um tripé: policiamento de proximidade, tropas de elite e foco em investigação/inteligência.

Com isto, o policial tinha mais respeito da comunidade que lhe passava informações, tinha força para atuar e inteligência para prender, com taxas de elucidação de crimes acima dos 80%.

Ao mesmo tempo, o Judiciário se tornou mais veloz, apresentando o criminoso ao juiz no mesmo dia da prisão. Polícia forte, preparada e respeitada. Esta é a fórmula: não precisamos inventar a roda.

Ainda assim, o Brasil caminha no sentido contrário. Baixa resolução de crimes, processos que duram décadas, polícia sem pessoal. E qual nossa inovação? A audiência de custódia, na qual presos são apresentados ao juiz para que seja avaliada, isto sim, a conduta do policial. É o respeito aos direitos do bandido!

É tempo de enfrentarmos a realidade e sermos firmes. Vamos retomar as ruas para o cidadão de bem.

Wilder Morais é senador, engenheiro civil e relator da Política Nacional de Segurança Pública

Senador Wilder entrega benefícios em Itaberaí

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Wilder Morais dedicará mandato de senador para trazer mais benefícios aos moradores. Congressista elogia vocação econômica e desenvolvimento de Itaberaí

 

Com muito entusiasmo e felicidade, o senador Wilder Morais (Progressista) entregou, na manhã de sábado (17), benefícios para os itaberinos.

Vizinho da cidade, já que Wilder nasceu em Taquaral, ele relembrou da infância e dos amigos que tem em Itaberaí, município que considera essencial para a história econômica e política de Goiás.

Parceiro dos municípios de Goiás, o senador Wilder Morais entregou à população de Itaberaí frutos das emendas de sua autoria, consolidando o compromisso com o município e com o prefeito Roberto Silva (Progressista).

Dentre os benefícios destinados para a cidade, o destaque fica para um caminhão truck-caçamba, que será utilizado em serviços de infraestrutura da prefeitura.

“Itaberaí é um exemplo para os goianos e Brasil. O desenvolvimento econômico, a educação e a gentileza desse povo nos mostra que é possível nosso país dar certo”, disse Wilder.

 

Mais recursos

O senador Wilder Morais tem grande predileção pelos municípios já vocacionados. É o caso de Itaberaí, um dos exemplos para o desenvolvimento de Goiás. Na manhã do último sábado, 17, ele disse aos moradores que pretende destinar novas emendas orçamentarias que atendam o município.

Wilder agradeceu ao prefeito Roberto Silva e elogiou os gestores que ajudaram a atender a população do município através do “Prefeitura na rua, prefeitura no seu bairro”.

“Sou amigo particular do prefeito e de vários moradores. Tenho compromisso com vocês e quero ajudar ainda mais. Quero dedicar meu mandato à Itaberaí”.

 

EMENDAS

O que o senador Wilder Morais destinou para Itaberaí:

 

– Em 2013, o senador Wilder Morais trouxe R$ 250 mil para o segmento básico da saúde.

 

– Wilder Morais, em 2016, destinou R$ 250 mil para a compra de um caminhão destinado ao município.

 

– Em 2017, Wilder Morais empenhou R$ 250 mil através do Ministério do Turismo, sendo que os recursos já estão empenhados.

 

– Em 2017, o senador Wilder Morais destinou R$ 80 mil para a compra de uma ambulância. Os recursos já foram empenhados.

 

– Neste ano, o senador destinará R$ 100 mil através do Ministério da Saúde. Recursos serão empenhados.

 

Wilder defende ‘nova educação’ e aproximação de faculdades com ‘investidores anjo’

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Wilder Morais debate educação e trabalho do “futuro”: mídias digitais e novas práticas podem modernizar o aprendizado no país

 

 

O senador Wilder Morais disse ontem, em Brasília, que a conversão de projeto de lei apresentado por ele em norma federal pode alavancar a aproximação do empresário e das universidades através de novas modalidades de negócios, além de inspirar outras normas que modernizem a relação das faculdades com a sociedade empresária e civil.

Wilder cita o caso dos investidores anjos que podem “adotar” empresas universitárias a partir da Lei 13.490/2017. “Pensei nesta norma tendo em vista contornar a burocracia e aumentar a produtividade”, diz Wilder.

O senador goiano afirma que por muito tempo as duas áreas ficaram separadas. Para Wilder,  start ups e incubadoras podem receber agora aportes diretamente.  “Ao repetirmos o que já dá certo em países desenvolvidos tenho certeza que alavancaremos em definitivo o desenvolvimento do Brasil”.

A Lei 13.490/2017 modificou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para permitir que universidades e faculdades brasileiras possam receber doações específicas em seus programas de pesquisa e grupos de estudo.

Até então, quem desejasse doar mandava dinheiro para a instituição como um todo. E não existia compromisso nem obrigação de que o reitor destinasse estes recursos para a área de interesse do doador.

A regra agora mudou: a destinação pode ser criada já no contrato de doação e investimento. De certa forma, a norma passa a valorizar mais o pesquisador e cientista e menos a estrutura burocrática das faculdades.

Wilder disse no Senado Federal que as grandes empresas de tecnologia da virada do século e início contaram com o sistema moderno de parcerias. E muitas delas surgiram praticamente dentro das faculdades, caso da Apple, que estava próxima da Universidade de Berkeley e teve um investidor inicial.

TELETRABALHO

Wilder Morais defende também no Senado projetos que possibilitem o aprimoramento do trabalho e aprendizado. Uma das soluções, diz o senador, é atuar para que o Brasil acelere sua prática produtiva através de plataformas digitais.

O senador goiano diz que o país economizaria em transporte e outros custos sociais. “Estes ambientes de trabalho e estudos tornaram-se a nova revolução. A internet mexeu primeiro com nossos relacionamentos, através de inúmeros aplicativos, mas a próxima onda é como se dará o trabalho virtual e digital”, diz.

Wilder lembra que a grande conquista será a economia de tempo. “Um estudante que participa de uma aula em plataforma online, um moodle, por exemplo, tem menos opções para perder a concentração, fora que terá mais segurança. Não terá aquele entra e sai da sala de aula. É tempo economizado”.

O senador goiano, contudo, esclarece que defende a aula presencial, mas jamais devemos esquecer a imensa possibilidade de utilização dos ambientes de aula desterritorializados.

Wilder cita o caso da telemedicina como melhor exemplo de como a modernidade tem transformado as atividades humanas. “Temos conhecimento de importantes práticas de pesquisa nesta área, inclusive em Goiás. É o caso do Núcleo Livre de Telemedicina e Telesaúde, da Universidade Federal de Goiás. Muito já foi feito. Precisamos agora realmente valorizar este tema”.

Wilder diz que não é preciso criar leis, mas regulamentá-las. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) já instituiu  programas de ensino a distância em todos níveis e modalidades. Wilder cita o artigo 80 da lei, que trata desta conexão do mundo digital com o produtivo.

O senador diz que as mudanças para modernizar a educação são necessárias. E devemos ser ágeis. Ele cita mais uma vez a experiência da América do Norte, com os ‘endowment fund’, que financiam as bolsas de estudo e ajudam a criar aportes para pesquisas específicas.

Wilder se inspirou nesta norma para criar a lei federal que incentiva a aproximação da faculdade com os empresários.

Senador Wilder sugere conjunto de medidas para segurança pública 

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O senador Wilder Morais (PP-GO) afirma que apenas um pacote de ações na segurança pública pode amenizar a crise enfrentada pelo Brasil.

Wilder prevê normas mais criativas, severas e que previnam a prática do delito. E, sobretudo, investimento em ações na fronteira. Para o senador, o quantitativo mínimo de policiais por habitante é determinante para a proliferação da prática criminosa. “A verdade é que temos cidades inteiras sem um único policial”.

O senador defende uma sequência de ações que devem ir além da intervenção no Rio de Janeiro ou a criação de um ministério.

Para Wilder, que relatou a Política Nacional de Segurança Pública, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, é possível reduzir a criminalidade com gestão, criatividade e compromisso com o segmento policial.

Além da criação de uma Polícia de Fronteira, o senador goiano propõe a ampliação dos serviços de inteligência, uma vez que a prevenção do crime deve passar pela investigação.

O senador diz ainda que o problema da violência não é apenas uma obrigação dos segmentos de segurança pública. Ele ressalta  que é necessário um comprometimento de toda a sociedade.

Daí a necessidade de que a própria comunidade apresente suas demandas e sugestões para resolver o problema – ou reduzir o impacto dos crimes mais violentos, caso dos latrocínios, homicídios e crimes sexuais.

Wilder cita o caso das populações que moram no campo. “A polícia não chega nestes lugares. Por isso defendo o direito do cidadão ter em mãos uma arma para se defender. Apresentei uma lei específica para tratar do armamento no campo”.

EFICIÊNCIA

O parlamentar propõe que o segmento de segurança pública seja cobrado a partir do princípio da eficiência. Mas é necessário, antes de tudo, investir no policiamento. “É preciso aumentar o efetivo. O Brasil é um dos países do mundo cm a menor quantidade de policiais proporcionalmente ao índice de violência que enfrenta”, diz.

O senador fala que falta um debate radical sobre segurança pública, em todas as frentes.

Wilder defende, por exemplo, o fim do Estatuto do Desarmamento, a criação de policiamento nas fronteiras e o estabelecimento de mudanças na legislação penal.

O senador relatou recentemente a “Lei do Abate”, que presume como legítima defesa a troca de tiros entre pessoas armadas e policiais.

Conforme Wilder, os traficantes e bandidos se apresentam ostensivamente, seja com metralhadoras ou fuzis.  Para o senador goiano, é preciso ser contundente: “Se está com armamento pesado, tipo metralhadora, e está nas ruas, com certeza não é flor que se cheire”.

Wilder entende também como necessária a  padronização nacional dos requisitos mínimos dos boletins de ocorrência, dando, desta forma,  o direito ao Estado criar um banco nacional de informações.

Com a sugestão, qualquer policial ou agente público competente poderia registrar infrações penais ou administrativas. “A base da criação do FBI, nos Estados Unidos, foi a unificação do banco de dados”, compara.

O senador explica que a criminalidade não respeita territórios e limites. Por isso a urgência desta unificação.

Ele quer colocar em um mesmo banco de dados informações e boletins de ocorrência de todas as unidades da federação.

Outra forma de combater a criminalidade – diz Wilder Morais – é punir com mais rigor o mentor que usa crianças e adolescentes em suas atividades criminosas.

O senador quer que a pena aplicada aos maiores que utilizam adolescentes na prática de delitos seja maior do que a atual, de um a quatro anos de detenção.

Com a modificação apresentada pelo senador de Goiás, a mesma infração penal  terá uma punição de 5 a 15 anos.

Esta espécie de crime é regulada no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

Wilder Morais quer uso de dinheiro das multas na construção de ruas

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Proposta de Wilder Morais demonstra grande utilidade para população: objetivo é reduzir acidentes e melhorar qualidade viária (Foto: Divulgação)

 

O senador Wilder Morais (PP-GO) apresentou projeto de lei que determina a aplicação de 50% da arrecadação de receitas com multas de trânsito nas despesas com engenharia civil.

O objetivo da mudança legislativa é um só: melhorar a malha viária das cidades.

Mas indiretamente acaba com a indústria da multa, já que dá uma função determinada para os valores recolhidos da população e motivados por irregularidades no trânsito.

A proposta está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Conforme o Projeto de Lei do Senado (PLS) 61/2018,  um dos desdobramentos da aplicação da nova regra será a redução dos acidentes nos municípios.

A sugestão de Wilder é que o uso dos valores seja carimbado, obrigando o gestor a atender a reconstrução das estradas.

Os recursos deverão ser utilizados em obras de recapeamento de pistas, correção da estrutura de viadutos, modificação do ângulo de curvas e implantação de passarelas.

Wilder diz que a arrecadação com multas de trânsito alcançou R$ 8,8 bilhões em 2016, o que demonstra um crescimento de 49%  se comparado aos três anos anteriores.

Segundo Wilder, o problema é que os recursos não estão sendo destinados a salvar as vidas.  Daí a necessidade de mudar a rota de aplicação de recursos.

“Ao mesmo tempo, os brasileiros convivem com vias perigosas e sem manutenção sob a eterna alegação da falta de recursos”, diz.

Artigo de Wilder Morais trata da Lei do Abate

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Favela do Rio

 

Artigo publicado no jornal Diário da Manhã em que o senador Wilder Morais trata da “Lei do Abate”, em discussão no Senado. 

Segue link da publicação online, no site do DM.

 

Lei do abate pode ajudar a pacificar o Rio  

Wilder Morais

Enfrentamos uma situação de urgência no Rio de Janeiro: um dos cartões postais do Brasil sofre a tormenta da criminalidade aguda, com balas perdidas, homicídios em massa, população em estresse contínuo pela ausência de segurança. Por isso a intervenção protagonizada pelo Governo Federal é remédio necessário e alternativa às ações policiais que muitas vezes são incapazes de enfrentar os bandidos.

No Congresso Nacional, temos a obrigação de garantir a lei para que o Estado estabeleça a ordem tão sonhada pela população. Acabo de relatar projeto de lei de autoria do senador José Medeiros, do Mato Grosso, que altera o Código Penal, para presumir a legítima defesa quando o agente de segurança pública mata ou lesiona quem porta ilegal e ostensivamente arma de fogo de uso restrito.

Conforme os procedimentos atuais, o criminoso precisa fazer mira contra o agente da lei ou outra pessoa e só depois poderá ser abatido.  Só que na maioria das vezes este segundo que damos ao bandido significa a morte de uma pessoa que merecia a vida por se prontificar a defender a sociedade.

De acordo com os protocolos atuais, é preciso alertar ao máximo o oponente armado para que seja possível abrir fogo contra ele. E caso descumpra qualquer um destes procedimentos e leve a óbito o adversário armado, o policial pode sofrer gravíssimas consequências criminais.

Esta inversão de valores precisa acabar.

Portanto, vivemos uma era de incertezas, já que não sabemos como reagirá o policial, que muitas vezes deveria optar em se resguardar juridicamente do que realmente prender ou executar o criminoso que está armado.  Como na maioria das vezes o policial decide por defender a sociedade, ele passa a ser objeto de investigações criminais intermináveis, que não raro põe fim à sua carreira.

Mudar esta lei significa dar ao Exército que está agora no Rio de Janeiro o direito de avisar formalmente através dos meios de comunicação de massa que não tolerará bandido armado no meio da rua. Aqueles que assim o fizerem estarão colocando suas vidas em risco, já que uma nova norma dá ao policial o direito de se defender diante de um armamento restrito e de grande porte. As imagens dos criminosos no morro correm o mundo: eles portam armas de guerra e assim fazem sem pudor, expondo o Brasil na comunidade internacional.

 

Como relator da Polícia Nacional de Segurança Pública, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que, inclusive orientou pela intervenção no Rio, entendo que para tomar o controle das ruas e vencer as organizações criminosas é essencial garantir ao pacificador liberdade. Seja a liberdade para alvejar o oponente com ato ou mesmo intenção hostil, ainda que à distância, seja a liberdade para estruturar suas ações nas comunidades.

Tratamos aqui de uma questão pontual. Não existe bala de prata contra a violência. São necessárias diversas medidas paralelas. Respeitar e defender o policial é uma delas, talvez a mais central, para que nossas forças de segurança voltem a ser temidas pelos criminosos.

Não propomos tiro para quem carrega seu filho, um violão ou arma branca. A arma de uso restrito é acintosa e violenta até pelo tamanho: são aquelas reservadas aos agentes de segurança pública e às Forças Armadas, como fuzis e metralhadoras.  Por isso a norma é clara e de fácil compreensão para todos.

Pessoas de bem (sim, pessoas de boa índole, trabalhadores, gente honesta, bem intencionada) jamais estariam nas ruas com metralhadoras. Nem mesmo nossas forças policiais carregam tal armamento.

Neste sentido, defendo que o projeto de lei, apelidado de Lei do Abate, seja votado com urgência e colocado em execução para que a intervenção do Rio tenha êxito logo em seus primeiros meses.

Wilder Morais é senador da República e engenheiro civil

 

 

Wilder relata ‘Lei do Abate’ e indica regra para ações do Exército

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O senador Wilder Morais (Progressistas-GO) finalizou o relatório da polêmica “Lei do Abate”, proposta pelo senador José Medeiros (PSD-MT). Para o senador goiano, tanto Legislativo quanto Poder Executivo devem uma resposta legal para operacionalizar as ações de segurança pública programadas no Rio de Janeiro e demais estados.

Wilder Morais é o relator da Política Nacional de Segurança Pública, apresentada na Comissão de Constituição e Justiça em dezembro de 2017, que influenciou o presidente Michel Temer a requerer a intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro.

O senador pede apoio ao projeto de Medeiros para que amplie a possibilidade de ação do Exército no Rio de Janeiro. Wilder devolverá nesta semana o relatório da proposta que institui a “Lei do Abate”.

Em linhas gerais, a proposta de Medeiros dá mais garantias aos policiais quando estão diante de situações de risco e com suspeitos munidos com armas de grande porte – caso de fuzis e metralhadoras.

Wilder Morais disse nesta quarta-feira no Senado que a questão é, sobretudo, política. Ou seja, é preciso interesse para que a norma entre em vigor e surta efeitos imediatos. “Esta norma pode ser a solução para os soldados do Exército atuarem no Rio de Janeiro. Sabemos que nesta guerra só um lado pode atirar primeiro: o lado dos bandidos. E eles contam com armamentos de última geração”.

Wilder afirma que o protocolo das ações dos militares segue uma série de procedimentos até que ele possa dar um tiro. “O soldado não pode sair atirando. Só que não podemos dialogar com quem tem uma arma deste porte nas mãos”.

José Medeiros defende sua cria legislativa e garante que a regra vale apenas para quem está diante de um criminoso armado com máquinas de guerra: “Bandido com arma de guerra precisa ser abatido. Dizer que policial só pode reagir após ser alvejado, esquece, morreu. Depois levar 10 tiros até alma sai de muleta”, diz.

Wilder afirma em seu relatório que a mudança interfere no Código Penal e visa garantir os agentes de segurança em eventuais processos judiciais. “Hoje o agente da lei que abre fogo contra um marginal ilegalmente armado – durante uma operação policial, ainda que este demonstre claramente sua hostilidade – será investigado, possivelmente afastado e corre o risco de ser condenado, veja só, até mesmo por homicídio. Um completo e inaceitável absurdo”.

O parlamentar afirma que a arma de uso restrito é acintosa e violenta até pelo tamanho: são aquelas reservadas aos agentes de segurança pública e às Forças Armadas, como fuzis e metralhadoras.

“Hoje, os militares são ‘flagrados’ nas favelas portando armamento exclusivo dos bandidos. Ou seja, vivemos uma completa inversão de valores. É a polícia que precisa esperar a ação do bandido armado”, diz o senador.

Senador Wilder leva financiamentos para Caldas Novas

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A relação de Wilder Morais com Caldas Novas não é de hoje. Durante todo o mandato que desenvolve em Brasília ele tem se dedicado à defesa do município em busca de emendas e financiamentos.

Há menos de um mês, o senador  conseguiu junto à Caixa Econômica Federal R$ 750 mil para o Fundo Municipal de Saúde de Caldas Novas.

O recurso será destinado à reforma do Hospital de Pronto Atendimento Infantil e a Maternidade. Para conseguir os recursos, Wilder tenta de todos os jeitos visitar ministros e formar parcerias com parlamentares e gestores do Governo Federal.

A assinatura para este convênio já foi firmada pelo prefeito Evandro Magal e representantes da Caixa. De acordo com Magal, a licitação para as obras será lançada nos próximos dias; ele espera incluir em breve a unidade do município dentre as melhores do Estado.

Dentre as emendas, destaca-se a que possibilitou a reforma do Centro Cirúrgico. “Tenho uma relação e um carinho muito próximo com Caldas. Sempre busco estar presente em todos os momentos da cidade. Quer como senador ou como amigo. Aqui reencontro gente de bem. Pessoas que amam esta cidade”,ressalta Wilder Morais.

“Meu gabinete está sempre de portas abertas para esta cidade. Estou absolutamente convencido que Caldas servirá de modelo administrativo para o nosso Estado”, destaca Wilder Morais.

O senador também se comprometeu em  buscar recursos do Orçamento Federal para a construção de um centro de zoonoses. É meta do senador e do prefeito Magal construírem um canil e um Departamento de Veterinária.

“Sempre vou dedicar nas minhas emendas parlamentares uma importante cota para Caldas Novas, pois desta forma posso colaborar com ações de saúde, educação e infraestrutura. A população do município pode sempre contar com meu apoio irrestrito”, afirma.

Outra luta de Wilder tem sido a construção de um campus da Universidade Federal de Goiás (UFG) em Caldas Novas. Wilder colocou o prefeito Evandro Magal frente a frente com o gabinete do Ministro da Educação, Mendonça Filho.

E o ministro já deu aval para que o município busque as parcerias necessárias e viabilize a chegada de uma UFG no município.

Wilder afirma que é fundamental a parceria de todos envolvidos e que mais educação é o que falta para Caldas Novas tornar-se ainda mais reconhecida nacionalmente.  “Um centro de tecnologia e educação, uma unidade da Federal em Caldas, tudo isso vai fazer a cidade avançar 25 anos em 5. Teremos grande capacitação de mão de obra qualificada”, declara.

Wilder diz que Caldas é uma cidade que ele tem ajudado bastante. “Conquistei recursos para reforma do hospital municipal e também foi fundamental a minha ajuda para construção de 768 apartamentos no conjunto habitacional Filomeno Vieira, região do Itanhanga II”.

Na sexta-feira passada, 22, ele visitou o hospital Nossa Senhora Aparecida, que dispõe de 20 leitos de UTI. “Vou tratar pessoalmente com o Ministro da Saúde para que os 20 leitos de UTI sejam credenciados com o SUS”.