Caixa tem 6 bi para custeio agrícola

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 6 de fevereiro de 2017

Wandell Seixas

Dentro de sua linha de crédito rural, a Caixa Econômica Federal dispõe de 6 bilhões de reais para custeio antecipado no Brasil. As unidades da CEF têm 10% para Goiás, o que representa 1 bilhão. A revelação é de Marise Fernandes de Araújo, superintendente regional no Estado. Segundo ela, até R$ 500 mil a operação é simplificada se esses recursos se destinam a soja, milho, trigo, arroz, feijão e sorgo. O tomate tipo salada deve entrar nesse rol de financiamento, mas a superintendente aguarda a definição para os produtores goianos. Os juros para essas operações serão a partir de 8,5%, conforme Âncoraas dimensões do projeto.

Com os recursos de 6 bilhões para a linha de custeio antecipado, a Caixa possibilita acesso a recursos para custear lavouras até 260 dias antes do início da safra de verão 2017-2018. Marise Araújo que com a antecipação dos recursos da próxima safra, o produtor pode negociar ainda no atual semestre a aquisição de insumos para o plantio. Em sua opinião, “o custeio antecipado proporciona as condições necessárias para que os recursos financeiros do Crédito Rural cheguem ao produtor em tempo hábil, simples e no melhor momento, para que possa se programar e reduzir custos”.

As alterações nas regras de limite por produtor, divulgadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano safra, proporcionam um maior acesso a recursos pelo produtor, que pode contratar até R$ 3 milhões no Custeio Antecipado, deduzido deste limite o valor contratado entre julho e dezembro de 2016.

Custeio Pronamp

A Caixa conta ainda com a linha de crédito Custeio Pronamp. Esta modalidade de custeio antecipado possui condições diferenciadas para os médios produtores que apresentam renda bruta anual de até R$ 1,76 milhão, com taxas de juros de 8,5% ao ano e limite de até R$ 1,5 milhão, e promove o desenvolvimento das atividades desse segmento, proporcionando o aumento da renda e da geração de empregos no campo.

A carteira de crédito Rural da instituição ultrapassou o montante de 7 bilhões de reais de saldo em operações ativas, acrescentou a superintendente. Marise adiantou, ainda, que para o ano agrícola 2016-17, que se encerra em junho deste ano, a Caixa deve superar o volume de 10 bilhões de reais em contratações nas linhas de crédito destinadas a custeio, investimento, industrialização e comercialização para produtores rurais, agroindústrias e cooperativas. O crédito rural está disponível em mais de 1.700 agências da Caixa para todo o Brasil.

Além disse, a empresa leva as principais feiras e eventos do setor, o Caminhão do Agronegócio, agência volante na qual o produtor pode, inclusive, ter acesso ao crédito rural e a diversas informações e produtos. Para auxiliar na elaboração dos projetos agrícolas ou pecuários, a Caixa possui ainda convênio com uma ampla rede de empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) em todas as regiões brasileiras.

Caixa abre as portas às prefeituras

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 1 de fevereiro de 2017

Wandell Seixas/Da Editoria de Cidades

A Caixa Econômica Federal (CEF) abriu o cofre às prefeituras goianas durante reunião, ontem, no auditório do seu edifício sede em Goiânia, aos cerca de cem participantes municipais, entre os prefeitos eleitos e suas equipes de 126 municípios convidados. Todos eles foram concitados a uma parceria com a instituição financeira. A superintendente regional no Sul de Goiás, Marise Fernandes de Araújo, e o superintendente regional no Norte de Goiás, Gilmar Lopes Peixoto, disseram que a instituição tem crédito disponível nos programas de habitação, infraestrutura e saneamento, entre outros, visando o desenvolvimento dos municípios.

Segundo a superintendente, com “essa abertura, além de atender os programas sociais, como da habitação dentro do Minha Casa, Minha Vida, a Caixa financia também os equipamentos e materiais destinados ao fomento da energia solar no meio rural e urbano e a produção de tomate salada em Goianápolis e demais municípios do Estado”. Marise Fernandes de Araújo lembrou que iniciativa nesse sentido no Brasil partiu do senador Wilder Morais e no meio rural de Goiás o estímulo conta com o apoio do governador Marconi Perillo.

O evento reuniu prefeitos, vice-prefeitos, secretários e gestores municipais. Na ocasião, foram abordadas as oportunidades mercadológicas e negociais nos municípios. Bem como o papel da Caixa como agente de políticas públicas do governo federal e sua atuação nos programas sociais e de habitação. Toda a equipe técnica da CEF esteve à disposição para atendimento às dúvidas dos presentes, consoante com a estratégia de recepção da entidade financeira aos prefeitos eleitos e reeleitos.

Municipalismo

O senador Wilder Morais (PP-GO) disse que embora esteja no Congresso Nacional “apenas quatro anos e meio e sentindo as dificuldades dos prefeitos no acesso aos ministérios”, sua equipe de trabalho em Brasília “tem procurado reduzir esse sacrifício ao máximo, procurando solucionar os problemas dos municípios”.

O processo burocrático constitui um dos grandes entraves. Mas, na medida do possível os recursos vão fluindo e contribuindo para o desenvolvimento municipal goiano. E o fomento do Programa Minha Casa, Minha Vida tem sido um deles, para resolver ao máximo a questão do déficit habitacional.

Déficit de moradia

A disposição manifestada pelos superintendentes regionais da Caixa Econômica Federal em dar apoio financeiro nas áreas prementes de infra-estrutura, como água e esgotos, foi bem recebida pela totalidade dos presentes. Com relação à habitação, a iniciativa do governo federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas para famílias de baixa renda, os prefeitos ou seus representantes ficaram profundamente satisfeitos. Em parceria com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos, o programa vem mudando a vida de milhares de famílias brasileiras. É oportunidade para quem precisa e mais desenvolvimento para o Brasil.

O prefeito de Valparaiso, Pabio Mossoró, confirma ao Diário da Manhã que o déficit de moradia na região do Entorno de Brasília é “marcante”. De Americano do Brasil, a prefeita Maria Sueli Rosa diz que “foram realizadas algumas casas através da Agehab, mas precisa de mais habitações”.

O prefeito de Mozarlândia, Adalberto José Ferreira, aponta déficit de duas mil moradias. Explica ele que o advento do Frigorífico JBS trouxe progresso e 10 mil empregos diretos e indiretos ao município. Mas, resultou que a cidade precisa abrigar mais duas mil famílias. Em Itapirapuã, a prefeita Zélia Camelo de Oliveira, aponta para 300 casas entre a sede do município e o distrito de Jacilândia. “O senador Wilder Morais tem sido um apoio nosso”, comenta.

José Elias Fernandes, prefeito de Aragarças, informou que já fez 500 inscrições ao Programa Minha Casa, Minha Vida, financiado pela Caixa em parceria com a Prefeitura. Segundo disse, 280 terrenos já estão encaminhados. Em Moiporá, o prefeito Wolnei Moreira da Silva acusa déficit de cem por cento. “Há vinte anos se não fez nada em termos de casa”, com financiamento, concluiu.

Senador Wilder participa do maior encontro de muladeiros do mundo

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Quando se ouve nas conversas entre vendedores e compradores dá para pensar que estão negociando carros de luxo ou imóveis: “Esta aqui custou 85 mil”, “esse eu não vendo por dinheiro nenhum”, “comprei por 20 mil e hoje consigo vender por uns 60”, “aquela lá, castanha, vale mais de 120 mil”. As frases são de frequentadores do 10º Encontro Nacional de Muladeiros, realizado em Iporá, no Oeste Goiano. O evento reúne anualmente mais de 2 mil animais da espécie muar e recebe visitantes de todo o País e do estrangeiro, além de ser ponto de encontro de lideranças políticas e do agronegócio. Nesta quinta-feira, 26, os senadores Wilder Morais e Ronaldo Caiado e o deputado federal Alexandre Baldy visitaram a feira, que é organizada pela Associação dos Muladeiros do Oeste Goiano (Amog).

Vestido com a camisa do Sindicato Rural de Iporá, Wilder visitou todos os standes da feira e passou pelo acampamento cumprimentando as comitivas de todo o Brasil que já têm na agenda o evento de Iporá como obrigatório. O senador participou da tradicional queima do alho e almoçou ao lado de prefeitos da região, reunidos pelo de Iporá, Naçoitan Leite. Wilder participou também do Desfile de Muladeiros, que marca o início do evento, que vai até o domingo, 29.

“Iporá está em uma região que orgulha Goiás e durante este evento orgulha todo o nosso País com este encontro de muladeiros muito bem organizado e de extrema importância para o agronegócio brasileiro. Por isso, eu, que sou frequentador da Região Oeste, vim aqui deixar meu abraço aos organizadores, ao prefeito Naçoitan, aos prefeitos das cidades vizinhas, que também participam, e dar meu apoio ao agronegócio, que foi o segmento que sustentou o nosso País nesse momento de crise. Nossa situação estaria muito pior se não fosse o agronegócio”, disse o senador Wilder.

O presidente da Associação de Muladeiros, Corivaldo de Sousa, explica que o evento é o maior do mundo nesse sentido porque só permite a entrada e exposição de muares. “Nos Estados Unidos tem o maior encontro de cavalos. Nós no Brasil, aqui em Iporá, temos o de muares”, diz ele.

Segundo Corivaldo, além de comitivas de outros estados, visitantes de países como Estados Unidos, Chile, Colômbia, Argentina e Suíça também estão em Iporá.

Crise dos presídios tem solução

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 25 de janeiro de 2017

Wilder Morais apresenta duas propostas que podem modificar sistema de distribuição de recursos para construção de presídios; senador propõe mudar lei para reduzir população carcerária

A crise instituída nos presídios brasileiros é motivada pela falta de investimentos e uso da legislação para encarcerar a população de forma indiscriminada. O Brasil é um dos país com maior população, ocupando a quarta colocação com 607 mil detentos. Ruim de matemática, o país não observou uma conta nefasta e equivocada: nos últimos 15 anos, a população de presidiários aumentou 160%. Todavia, o aumento no número de presos não foi seguido pelo aumento da capacidade prisional.

O senador Wilder Morais propôs dois projetos de lei para modificar o atual sistema penitenciário brasileiro. A primeira proposta, afirma o parlamentar goiano, tem como intenção reduzir o poder do Governo Federal na concentração de recursos que podem ser usados na construção de presídios. Com a aprovação da proposta, os valores ficariam nos estados, o que facilitaria a aplicação direta na construção de presídios.

A primeira proposta tem como intuito modificar a Lei Complementar 79. Conforme Wilder, a ação possibilita a criação de fundos penitenciários estaduais — além de estabelecer a forma para dispor sobre os recursos que integram estes fundos.

Com tais recursos, as crises que ocorreram agora no Norte não se repetiriam, já que os estados poderiam criar mais vagas em presídios e separar os detentos por periculosidade e não por facções, como ocorre.

Segundo Wilder, a grave crise que assola o sistema penitenciário brasileiro “alcançou ares de notoriedade”. Ele lista os problemas: superlotação dos presídios, ausência de saúde pública no sistema prisional, ociosidade do detento, convivência promíscua entre reclusos, crescimento de organizações criminosas dentro das unidades prisionais.

Conforme Wilder, a Lei Complementar n° 79/94 não tem causado o efeito desejado na repressão do crime e recuperação do detento. “O Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) ainda não conseguiu cumprir plenamente as suas finalidades. E a prova disso é a grave crise penitenciária enfrentada pelo país.”

GOIÁS

Wilder afirma que estados como Goiás já se anteciparam e criaram fundos próprios. Mas é preciso fazer com que mais recursos cheguem neles. Devido ao contingenciamento realizado pelo Governo Federal nos últimos dois anos, estados como Goiás, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso optaram em criar seus fundos penitenciários.

Outra proposta do senador goiano em tramitação diz respeito a mudança na aplicação de penas. Ele quer reduzir momentaneamente a população carcerária. E a saída é criativa e ao mesmo tempo ousada: alterar o inciso I do artigo 44 do Código Penal, tendo em vista a modificação do requisito temporal para a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito. Em resumo, as penas restritivas de direito (não cumpridas dentro do presídio) serão aplicadas em caso de condenação por pena privativa de liberdade não superior a seis anos, em vez do limite de quatro anos atualmente em vigor. Esta faixa de dois anos seria suficiente para diminuir a população carcerária enquanto os governos não realizarem investimentos na construção de presídios.

Senador Wilder reúne na Superintendência da Caixa 70 prefeitos

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 21 de janeiro de 2017

Reunião com superintendentes Marise Fernandes e Gilmar Lopes foi a primeira de três que serão realizadas com prefeitos de todos os municípios do Estado. Foram convidados 78 e participaram 70

O senador Wilder Morais (PP) promoveu, nesta quinta-feira, 19, reunião com 70 prefeitos de 14 partidos, na Superintendência da Caixa Econômica Federal, em Goiânia, com os superintendentes Marise Fernandes de Araújo (Goiânia) e Gilmar Lopes Peixoto (Anápolis) para apresentar à Caixa as demandas de cada município na área de habitação e firmar convênios das prefeituras com o banco. Esta foi a primeira de três que serão realizadas com prefeitos de todos os municípios do Estado. Foram convidados 78 e participaram desta primeira 70. Aos prefeitos presentes na reunião foi apresentado um plano de ações para viabilizar a destinação de recursos para construção de unidades habitacionais nos municípios pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal.

Participaram da reunião os prefeitos de Adelândia – Joaquim dos Reis (PP); Água Limpa de Goiás – Valdir do Prado (PP); Amorinópolis – Silvio Isac de Souza (PMDB); Araçu – Joelton Bernardo da Costa (PMDB); Aragoiânia – Nauginel (PSDB); Arenópolis – Flávio Júnior Vilela (PMDB); Aruanã – Hermano Carvalho (PSDB) (representado pelo assessor Coimbra); Baliza – Fernanda Nolasco (PTB); Bela Vista – Nárcia Kelly (PTB); Bom Jesus de Goiás – Daniel Vieira Ramos (PTB); Caiapônia – Caio Lima (PP); Caldas Novas – Evando Magal (PP); Campinaçu – Milson Alves (PP); Campo Limpo – Arivart Alves (PP); Ceres – Rafael Melo (PSDB); cidade de Goiás – Selma Bastos (PT); Córrego do Ouro – Murilo César (PP); Damianópolis – Gilmar José Ferreira (PDT); Firminópolis – Jorge José de Souza (PP); Gameleira de Goiás – Wilson Tavares (PP); Goiatuba – José Alves Vieira (PP); Goianira – Carlos Alberto Andrade (PSDB); Guapó – Colemar Cardoso de Queiroz (PSDB); Heitoraí – Lúcio Pires dos Santos (PP); Hidrolândia – Paulo Sérgio de Resende (DEM); Ipameri – Daniela Vaz Carneiro (PSDB); Ipiranga de Goiás – Alex de Queiroz (PSD); Iporá – Naçoitan Leite (PSDB); Israelândia – Miriã Pires Barbosa (PSDB); Itaberaí – Roberto do Mercadão (PP); Itauçu – Moacir Dias Barbosa (PSDB); Itapuranga – Daves Soares da Silva (PSD); Jandaia – Milena Pereira Lopes (PMDB); Jaraguá – Zilomar Antônio de Oliveira (PSDB); Jataí – Vinícius de Cecílio Luz (PSDB); Matrinchã – Claudia Valéria Alves (PTN); Maurilândia – Edjane Alves (PSDB); Morrinhos – Rogério Troncoso (PTB); Morro Agudo – Anatair Antônio Santana (PSD); Nerópolis – Gil Tavares (PRB); Nova Aurora – Vilmar Dias Carneiro (PT); Nova Glória – Carlos Luiz de Oliveira (PP); Novo Gama – Sonia Chaves de Freitas – PSDB; Orizona – Joaquim Augusto Marçal (PSDB); Padre Bernardo – Francisco de Moura (PSDB); Palmeiras de Goiás – Vando Vitor Alves (PSDB); Paraúna – Paulo José Martins (PRB); Petrolina de Goiás – Dalton Vieira Santos (PP); Pires do Rio – Cleide Aparecida Veloso (PP); Porangatu – Pedro João Fernandes (PSDB); Posse – Wilton Barbosa (PSDB) (representado pelo vice-prefeito Minguito, do PP); Rialma – Fred Vidigal (PTB); Rio Quente – João Pena (PR); Rubiataba – José Luiz Fernandes (PSDB); Sanclerlândia – Itamar Leão do Amaral (PSDB); Santa Bárbara – Wagner Vaz (PP); Santa Cruz de Goiás – Mateus Felix Lopes (PRTB); São Domingos – Cleiton Gonçalves Martins (PSDB); São Francisco de Goiás – Wilmar Ferreira da Silva (PSDB); São Luís de Montes Belos – Antônio Paulo da Cruz (PSD); São Miguel do Araguaia – Nélio Pontes da Cunha (PSDB); São Miguel do Passa Quatro – Marcio Cecílio (PSDB); Taquaral de Goiás – Hélio Gontijo (PMDB); Uirapuru – Ailton Neri Amorim (PSDB); Uruaçu – Valmir Pedro (PSDB); Urutaí – Ailton Martins de Oliveira (PR); Vianópolis – Issy Quinan (PP); Vicentinópolis – Neilton Ferreira de Ozeda (PSDB); Terezópolis – Francisco Júnior (PSDB).

A superintendente Marise Fernandes, que fez a abertura do evento, agradeceu em seu discurso à iniciativa pioneira do senador Wilder, de reunir os prefeitos. “Foi uma verdadeira mobilização que envolveu desde o nosso presidente Occhi [Gilberto Occhi, presidente da Caixa], a superintendência nacional, as diretorias, os prefeitos. Estamos aqui para fazer a nossa parte, para orientar as formas corretas de execução e de apoio para que os senhores prefeitos, secretários e equipes de assessoramento saibam de todos os programas oferecidos pela Caixa. E vamos trabalhar para que, nesses quatro anos, de preferência já em 2017, vocês possam alcançar os recursos federais e transforma-los em melhorias e qualidade de vida para a população de suas cidades”, disse a superintendente.

O senador Wilder, chamado de anfitrião pelos prefeitos, destacou em seu discurso a importância de se trabalhar na busca de recursos para construção de moradias. E disse que prioriza em seu mandato orientação a prefeitos sobre como conseguir recursos. “Tive essa iniciativa porque a maioria dos prefeitos presentes aqui está em seu primeiro mandato, e a maioria dos recursos do governo federal passam pela Caixa. Então, quero agradecer à Caixa, em nome dos superintendentes Marise e Gilmar, por essa parceria, em que recebemos 67 prefeitos para discutir como trabalhar isso. Quero agradecer aos prefeitos e dizer que essa iniciativa, com certeza, vai levar recursos para os municípios de nosso Estado”, disse Wilder.

Prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PP) ressaltou o perfil municipalista do senador Wilder. “Sou muito feliz com o atendimento que o senador Wilder sempre nos dá, seja em Brasília ou Goiânia. É um municipalista. Atende prefeitos de cidades grandes, médias ou pequenas, sem distinção. Ele tem sido a voz dos prefeitos lá em Brasília. E esta iniciativa de hoje é mais uma de tantas que ele tem feito para aproximar os prefeitos do órgão públicos, para facilitar a vida dos gestores. E isso nos ajuda muito, a ajuda do senador é essencial para o nosso trabalho”, disse Magal.

De Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, a prefeita Sonia Chaves disse que o senador acertou em organizar as reuniões na Caixa “Às vezes o prefeito não tem condições de ter essas informações lá na sua cidade, e aqui a gente está tendo a oportunidade de conhecer toda a tramitação de projetos, e como inicia-los, para podermos desenvolver nossos municípios”, disse ela.

Nárcia Kelly (PTB), prefeita de Bela Vista, também “viu com muitos bons olhos” a reunião promovida pelo senador Wilder. “A caixa desempenha um papel fundamental para auxiliar os municípios na distribuição de renda e leva benefícios sociais a eles, então eu tenho que parabenizar o senador Wilder por essa iniciativa e também agradecê-lo. Por mais que a gente saiba e tenha conhecimento dos projetos, sempre tem algo novo e hoje foram passadas novas informações aqui”, disse Nárcia.

Do Oeste Goiano, o prefeito de Iporá, Naçoitan Leite (PSDB), disse que o senador Wilder é “uma pessoa muito bem vista em Goiás e no Brasil”. “Wilder hoje é respeitado no meio político, no meio empresarial, respeitado por todos os prefeitos de Goiás. Essa iniciativa é muito boa para os prefeitos terem um relacionamento com o senador e com o pessoal da Caixa. Isso ajuda porque é muito importante saber por onde ir procurar os benefícios. O senador está dando esse ‘norte’. Estou muito confiante que o senador estará onde ele sempre pensou que estaria politicamente falando”, observou Naçoitan.

O SENADOR DA HABITAÇÃO

Além de lutar no Senado por moradias a famílias de baixa renda, o senador Wilder quer também diminuir as despesas para essas famílias. Ele apresentou o projeto de lei nº 224, de 2015, para que o governo federal construa as unidades habitacionais já com equipamentos de geração de energia solar. “Seria não apenas uma ajuda a essas famílias, mas uma forma de modernizar a geração de energia no nosso país e, sendo uma fonte renovável, preservar o meio ambiente”, diz o senador.

A lei proposta por Wilder altera a Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009, para obrigar a instalação, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, sem ônus para os beneficiários, de equipamentos destinados à geração de energia elétrica própria com base em fonte solar fotovoltaica para injeção na rede elétrica das concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica.

O senador Wilder justifica que a irradiação solar global que incidente no território brasileiro é muito superior às verificadas em países que lideram o uso dessa fonte de energia, como Alemanha, França e Espanha.

Ele cita a nota técnica “Inserção da Geração Fotovoltaica Distribuída no Brasil – Condicionantes e Impactos”, publicada em 2014, para mostrar que as residências brasileiras, a partir da instalação de painéis fotovoltaicos em seus telhados, podem gerar 230% da energia elétrica que consomem. “Apesar de já haver, no Brasil, incentivos destinados à fonte solar fotovoltaica, os obstáculos para a disseminação dessa opção limpa de geração de energia elétrica ainda persistem. O custo e o investimento inicial são elevados. E esse problema é ainda mais grave junto aos cidadãos de menor poder aquisitivo”, diz Wilder.

Nesse contexto, o senador Wilder propõe o uso do programa Minha Casa, Minha Vida como veículo de expansão da fonte solar fotovoltaica. “Trata-se de uma forma de desenvolver a fonte solar fotovoltaica e de privilegiar a população de baixa renda”, diz o senador Wilder.

Safra recorde de 215 milhões de toneladas no Brasil

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 9 de janeiro de 2017

Tudo indica que o Brasil terá uma nova safra recorde, o que significa confiança dos produtores no mercado de consumo nacional e do exterior. Pelo cenário traçado, a safra deste ano pode chegar a 215 milhões de toneladas. Com essa perspectiva, o PIB do agronegócio pode crescer 2% nos próximos 12 meses.

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) projeta, por sua vez, ampliação do PIB nacional em 2016 de 21,5% para 23%. Conforme relatório da entidade, em dezembro, a agropecuária representou 48% das exportações totais do País. Os produtos do agronegócio tendem a assegurar saldo comercial de US$72,5 bilhões ao Brasil em 2016.

Oriundo do meio rural, ou mais precisamente do município goiano de Taquaral, o senador Wilder Morais (PP) comemora o êxito do campo, observando que os agropecuaristas “se comportam com inteligência e cria ferramentas de sustentação da economia, quando os brasileiros mais precisam”. A produção agropecuária respondeu por 20% do Produto Interno Bruto na última década, lembra o senador goiano.

Exemplos de sucesso

Wilder Morais, ligado ao Fórum Empresarial de Goiás pela sua condição de empresário na construção civil, vê o agronegócio como otimismo. “Está recheado de exemplos de sucesso que devem ser copiados pelos demais segmentos econômicos nacionais”, observa, justamente ele um empresário bem sucedido em obras que se estendem por vários países do mundo.

Ele atribui o êxito do agro “devido ao empreendedorismo do empresário rural, do uso da moderna tecnologia e gestão. “Por isso, os sojais, os cafezais e os milharais se disseminam na região Centro-Oeste”, diz confiante. Na pecuária, “até os Estados Unidos compram carne brasileira sem a menor restrição, demonstrando confiança em sua qualidade, na sanidade do nosso rebanho”.

O parlamentar bate na tecla da logística que atenda um Brasil moderno, pra frente, no escoamento de sua produção ou das mercadorias entre os Estados. “Precisamos da integração urgente do sistema viário, incorporando ferrovias, hidrovias, rodovias e portos, que, com certeza, redução em mais de 40% os custos nos fretes”, afirma categórico, defendendo, ainda, juros compatíveis, promovendo as reformas básicas para atendimento da sociedade brasileira.

O realismo e o estilo bizantino sintetizados na arte sacra de Cristiane Rezende

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CULTURA GOIANA – As imagens sacras de Cristiane Rezende

MINISTÉRIO DO TRABALHO – Com parecer favorável de Wilder no Senado, proposta de uso do FGTS para gerar energia solar é aprovada

AJUSTE FISCAL – ‘Estamos evitando um colapso no nosso Estado’, diz Marconi

PARCERIAS E DIÁLOGO – A receita de sucesso de Issy Quinan, candidato único em Vianópolis, uma das vitrines progressistas

 

 

CERRADO

Quinta-feira,22 de dezembro de 2016
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Má gestão da água preocupa Senador

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 22 de dezembro de 2016

 Mudanças climáticas e má gestão na infraestrutura do abastecimento prejudicam o Brasil

Wandell Seixas/Da Editoria de Cidades

O senador Wilder Morais (PP-GO), originário de um Estado agropecuário por excelência, demonstra preocupação com a freqüente escassez de água no Brasil. E, justamente, num país que detém quase a quinta parte das reservas de água do mundo. Os recursos hídricos brasileiros estão divididos de forma geográfica e a degradação nas bacias. Essas condições provocam mudanças climáticas e má gestão na infraestrutura do abastecimento, segundo se depreende dos estudos do Banco Mundial. Segundo o Diagnóstico Sistemático do País, os setores que mais contribuem com o processo econômico são os mais dependentes de água.

Observa a título de exemplo que 62% da energia é gerada por usinas hidrelétricas. E a água é também essencial para a agricultura, outro setor importante para a economia nacional, conforme expõe o senador goiano. Conforme a Agência Nacional de Águas, a agricultura consome 72% de água no País. Este tipo de dependência significa que em tempos de escassez a produtividade dos diferentes setores econômicos pode ficar ameaçada. O Banco Mundial lembra a propósito a experiência sofrida em São Paulo nos dois últimos anos.

Em São Paulo, por alguns meses, “não ficou claro se as indústrias, como a de alumínio, grande consumidora de água, poderiam continuar produzindo no ritmo anterior à crise hídrica”, lembra Gregor Wolf, líder do programa de desenvolvimento sustentável do Banco Mundial no Brasil. O Nordeste está cinco anos sem chover, afetando a vida do sertanejo. Suas lavouras se perdem e o rebanho definha cada diz mais, havendo menor produção de leite e constante morte de animais. Em Goiás, a Federação da Agricultura e Pecuária (Faeg) registrou perdas de grande parte da safra de milho em função do estio prolongado. As chuvas somente chegaram agora.

Modelo sustentável

O estudo inclui alguns pontos importantes sobre a forma como o Brasil gerencia seus recursos hídricos e, embora não aponte soluções, discute os principais obstáculos que devem ser enfrentados a fim de estabelecer um modelo sustentável e inclusivo.

Diante da evidência científica da relação entre desmatamento, a degradação das florestas e das alterações dos padrões das chuvas, o informe adverte: as crises de água, tais como as que ocorreram em São Paulo, estado industrial por excelência do Brasil, podem se repetir nas próximas quatro décadas. Essa alteração tende a afetar o abastecimento de água, a produção agrícola e a geração de energia, entre outras atividades.

O estudo do Banco Mundial também destaca a redução da floresta da Amazônia nos últimos anos e as regulamentações criadas com o advento do Código Florestal para ajudar a proteger os recursos naturais e impedir erosões no meio rural. Para o Banco Mundial, vinculado a Organização das Nações Unidas, se trata de conquistas recentes e recomenda, depois de décadas de devastação é necessário controle constante para que não se percam.

Exportação de alimentos

No diagnóstico, o Brasil se destaca como segundo maior exportador de alimentos do mundo. E cita que os brasileiros sobressaem na agricultura e na pecuária, e assim representa 8,4% do PIB. A lavoura irrigada consome extensas áreas. Atualmente, menos de 20% das terras irrigáveis têm acesso a irrigação. Já na área de geração de energia, mesmo com a diversificação das fontes prevista para as próximas duas décadas, as usinas hidrelétricas continuarão entregando 57% da eletricidade consumida pelos brasileiros.

A indústria é uma das principais causadoras da degradação do meio ambiente, pelo informe oficial. Segundo o documento, os pesquisadores encontraram resíduos industriais, incluindo metais pesados, nos cursos de água das regiões metropolitanas. E adverte que as descargas são feitas sem tratamento prévio. Esses registros foram mais fortes em São Paulo e Recife. Os recursos hídricos, assim, ficam contaminados, o que afeta o consumo de água saudável.

Ao tomar conhecimento do “tamanho problema”, o senador Wilder Morais defende junto ao governo da União as “medidas capazes de contribuir para a sanidade da água e agregar qualidade de vida dos brasileiros, gerir melhor os recursos naturais e manter a sua conservação”.

CONTABILIDADE AMBIENTAL E RELATÓRIOS SOCIOAMBIENTAIS

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O SENADOR DE GOIÁS – Wilder participa de diplomação dos prefeitos Carlão, de Goianira, e Frederico, de Santo Antônio de Goiás

EDUCAÇÃO AMBIENTAL – Estudantes lançam em Jussara livro com apoio do senador Wilder

EXECUTIVO – Projeto do senador Wilder torna obrigatórias equipes de transição na troca de gestores

 

 

CERRADO

Terça-feira,20 de dezembro de 2016
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