Fé em Deus e estudar muito: a trajetória da faxineira que se tornou juíza de Direito

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Reportagem publicada pelo jornal Opção — 31 de maio de 2017

Senador fala sobre livro da faxineira que enfrentou a pobreza e preconceitos até chegar a juíza de Direito, graças a determinação e a dez passos que você pode seguir

 

Wilder Morais

Há tanta notícia péssima por aí, que não vou chateá-los com mais uma. Quero falar de uma história bonita. No fim de abril, foi lançado, em Goiânia, o livro “Dez passos para alcançar seus sonhos”. A obra foi escrita por Adriana Maria Queiróz, juíza de Direito no Estado de Goiás. O que ela conta é sua saga até chegar à magistratura.

Resolvi levar essa trajetória à tribuna do Senado, para que ela sirva de exemplo e também para uma explicação pessoal. As nossas histórias coincidem em diversos episódios.

Adriana é filha de um casal de lavradores que migrou para a cidade grande em busca de estudo. Meus pais também eram lavradores e também tiveram de se mudar para a cidade, para dar educação aos filhos.

Na infância, Adriana teve muitos problemas de saúde e passava por grandes períodos de internação hospitalar. Fui um menino também muito doente. Meus pais tiveram de matar muito serviço para evitar que eu morresse, levando-me de carroça até o hospital mais próximo.

Quando criança, Adriana sonhava ter uma bicicleta. Eu queria tanto uma bicicleta que fiz uma juntando peças velhas que encontrava na rua. E meu primeiro emprego, de ajudante de mecânico, numa oficina de bicicleta.

Em sua cidade, Adriana sempre estudou em escola pública. Também fiz o ensino fundamental e o médio em escolas públicas.

Ao deixar a roça e mudar para a cidade, o pai dela, seu Marcelino, foi trabalhar como vigilante. Ao se mudar da roça para Taquaral, meu pai, seu Natalino, também trabalhou como vigilante.

Quando foi para a Capital, para tentar ser aprovada em concurso público, Adriana teve de passar muitos anos dormindo em colchão, no chão de uma pequena sala. Quando fui para a Capital, enquanto tentava ser aprovado no vestibular, também fiquei durante anos dormindo no chão, no piso de uma pequena sala de um prédio abandonado.

Adriana não tinha nada além de sonhos e de determinação para realizá-los. Ela conta que, quando pensava em tirar um domingo de folga sem estudar, logo pensava: “Como alguém que não possui sequer uma cama para dormir pode pensar em descansar?”

Adriana é incansável.

Na mudança para São Paulo, tudo o que Adriana possuía coube em duas sacolas de plástico. Nem mesmo mala ela possuía. Foi exatamente o que aconteceu comigo quando mudei para Goiânia. Tudo o que eu tinha foi colocado em duas sacolas de plástico — e ainda me lembro bem que eram das Lojas Americanas. Nem mala de duratex eu tinha.

Ao ser aprovada no vestibular, Adriana se deparou com um problema básico: estava sem o dinheiro da matrícula e só conseguiu nas últimas horas do dia final. Ao passar no vestibular, eu também não tinha o dinheiro da matrícula.

Para Adriana estudar, teve de lutar por uma bolsa de 50% das mensalidades. Para estudar, tive de contar com o crédito educativo, que era o Fies da época.

O material escolar é outra barreira para o estudante pobre. Tive as mesmas dificuldades que a doutora Adriana. Essas barreiras se igualam às de milhões de acadêmicos Brasil afora.

São muitos os pontos do livro com os quais me identifiquei, porém, o que mais achei admirável foi a sua fé em Deus. Adriana cita diversos trechos da Bíblia e outras mensagens edificantes.

Dos “Dez passos para alcançar seus sonhos”, três são diretamente ligados a acreditar.

Os dez passos são:

1º passo: sonhe;

2º passo: mantenha sua fé inabalável;

3º: aja;

4º: tenha coragem;

5º: tenha disciplina;

6º: persista;

7º passo: seja resiliente;

8º: tenha paciência;

9º: ore;

10º passo: recorra a Deus.

A doutora Adriana foi precisa em todos os itens. Sonhar, mas agir. Ser corajoso, disciplinado, paciente, resiliente e persistir. E, em todos os momentos, manter inabalável a sua fé e recorrer a Deus em oração.

Se existisse uma fórmula perfeita para uma jornada rumo ao sucesso, seria a de Adriana. Mas ela não ficou o tempo inteiro orando à espera de o milagre cair do céu.

Ela recomenda: “Fortalecido pela oração, não espere que suas dificuldades desapareçam e que tudo estará, enfim, resolvido. O propósito da oração não é esse. Como um dos frutos da oração é a serenidade, você enfrentará as dificuldades de outra forma, sem cair em desespero”.

Quando estavam faltando poucas horas para se encerrar o prazo da matrícula, e ela não conseguia o dinheiro, Adriana foi para a igreja e orou. Em seguida, o milagre aconteceu. Mas ela batalhou, correu atrás, pediu, insistiu. A persistência é outra marca forte na personalidade de Adriana.

O subtítulo de seu livro é “A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito”. Tudo o que Adriana conseguiu foi por mérito, depois de se submeter a provas, testes, concursos, exames. Um dos testes foi para trabalhar na limpeza da Santa Casa de Misericórdia de Tupã, cidade em que ela nasceu. Adriana passou no teste para faxineira. Limpava a ala do SUS, a mais lotada. O serviço pesado, das 7h da manhã às 7h da noite, dia sim, dia não, era o menor de seus fardos. Tinha de tolerar as piadas, as humilhações, o racismo. E a tudo ela venceu, a tudo superou.

Diziam-lhe: “Lugar de negro é limpando o chão”.

Adriana abaixava a cabeça no momento da ofensa e a levantava em seguida para olhar o futuro: nada a impediria de ser juíza, nada! E assim foi durante doze anos, cinco na faculdade, mais sete se preparando para os concursos. Doze anos! Doze anos sem férias, sem folgas, sem feriados, sem festas. Ao invés desses quatro “efes”, Adriana se dedicava aos três “efes” cantados pelo poeta Projota: foco, força e fé.

Doze anos almoçando pão seco, doze anos estudando dia e noite. Nos tempos de acadêmica de Direito, limpava a Santa Casa nos dias “sim”. Os dias “não” eram também de labuta: prestava serviço na faculdade em troca da meia bolsa. Nos tempos de concurseira, trabalhava no Complexo Jurídico Damásio de Jesus em troca do preparatório.

Outra ótima característica de Adriana é a gratidão. Ela chamou Damásio de Jesus para a sua posse, para prefaciar seu livro e agradecer a ele e a todos quantos a ajudaram.

Foram doze anos de oportunidades para desistir. E Adriana resistiu.

Nunca teve mais que um par de sapatos. O guarda-roupas, que continuava sendo uma sacola, guardava apenas um tipo de roupas: uma calça jeans e camisetas.

Adriana fez o que meu pai sempre me aconselhou a fazer: ela trocou algum tempo da juventude pelo resto da vida de estabilidade.

Depois dessa luta inteira, foi aprovada para juíza em Goiás. Em sua posse, em 2011, ela foi notícia por três motivos:

1) O primeiro é citado por ela no livro: a doutora Adriana faz parte “da pequena estatística de negros que alcançaram a aprovação no concurso da magistratura”.

2) Em segundo lugar, Adriana foi notícia por levar a Goiânia o jurista Damásio de Jesus. O professor Damásio, em seu curso e com seus livros, ajudou milhares de concurseiros, que hoje são juízes, promotores, procuradores, delegados. E só foi a uma posse até hoje, a de Adriana.

3) O terceiro e mais forte motivo para Adriana ser notícia foi sua história, uma linda história de vida e luta, uma história que ficou mais bela ainda pelo reconhecimento que faz ao esforço de sua mãe, Dona Oscarina.

Depois de mudar da roça para a cidade, a mãe de Adriana foi fazer salgados para ajudar no sustento da família. E assim foi até a filha ser aprovada na Magistratura goiana. Aí eu me lembro do esforço da minha mãe. Depois de mudar da roça para a cidade, Dona Angélica foi costurar para sustentar a família. E é assim até hoje, fazendo camisas. Ela se recusa a parar de trabalhar. Mostra as suas peças no Instagram e vende tudo pela internet.

Era ela, Dona Oscarina, quem mandava o dinheiro para Adriana fazer inscrição nos concursos. Dona Angélica era quem me mandava o dinheiro para as inscrições nos vestibulares.

Foi Dona Oscarina quem deu o dinheiro para Adriana se inscrever no concurso do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Foi Dona Oscarina quem deu a passagem de ônibus para Adriana ir de São Paulo a Goiânia fazer as provas. Dona Oscarina merece todas as homenagens, e eu as faço aqui em nome da filha.

O sofrimento moldou a personalidade de Adriana: “As inúmeras noites em que dormi em um colchão posto no chão, as constantes reprovações nos concursos ou mesmo as privações sofridas, na verdade, foram formadoras de nobres sentimentos e virtudes, que só somaram à minha pessoa”.

Naquelas sacolas de plástico havia mais que uma parelha de roupas velhas; ali estava o que Adriana chamava de seu patrimônio: a vontade de vencer. E ela venceu porque, como cita do livro de Lucas, capítulo 1, versículo 37: a Deus nenhuma coisa é impossível. Está na Bíblia, está no livro da doutora Adriana, e essas são as verdades universais.

Parabéns à Magistratura do Estado de Goiás, por contar com integrante tão inspiradora.

Parabéns à Drª Adriana, por sua trajetória, e nossa gratidão por nos dar essa lição.

Artigo extraído, com edições, de pronunciamento feito pelo senador Wilder Morais na Tribuna do Senado no dia 3 de maio de 2017. A obra pode ser encontrada nas principais livrarias do país, como como Saraiva e Cultura, inclusive on-line.

Wilder diz que derrubada de veto é compromisso que fez com prefeitos

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 31 de maio de 2017

Cerca de R$ 6 bilhões passarão a circular agora em vários municípios e não apenas centralizados em um ou outro

Os senadores votaram pela derrubada do veto parcial à Lei 157/2016. A futura norma está relacionada à reformulação do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) em relação a algumas movimentações.

Ao derrubar o Veto 52/2016, os parlamentares fizeram com que a cobrança do ISS seja feita no município do domicílio dos clientes de cartões de crédito e débito, leasing e de planos de saúde. Antes, a cobrança se dava no município do estabelecimento que presta esses serviços.

Senador Eunício Oliveira, que presidiu a sessão, disse que a derrubada do veto é “justiça com os municípios brasileiros”.

Já o senador goiano Wilder Morais, reafirmou que a modificação aumentará a arrecadação da grande maioria dos municípios e formaliza uma nova mentalidade. “Cumpri o compromisso que fiz com os prefeitos goianos que participaram da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Meu voto pela derrubada do veto prova que sou realmente um senador municipalista”, disse Wilder.

Wilder disse que cerca de R$ 6 bilhões passarão a circular agora em vários municípios e não apenas centralizados em um ou outro.

O senador Flexa Ribeiro celebrou também a derrubada e fez questão de reiterar que a demanda dos municípios é enorme e deve ser atendida.

A alteração da tributação para o domicílio do cliente era antiga reivindicação dos prefeitos, mas o Governo Federal condenou o que seria “uma potencial perda de eficiência e de arrecadação tributária.

CRISE

Apesar de acumular a função de vice-líder do governo, Wilder disse que não teria como deixar de atender as demandas dos prefeitos. “Tenho percorrido todo o Estado de Goiás e presenciado as dificuldades enfrentadas pelos municípios pela escassez de recursos e com um grande volume de obrigações a serem cumpridas. Há mais coisas a serem feitas. Faz-se necessária uma reforma tributária para resolver a crise financeira vivida pelas prefeituras. Justiça foi feita aos municípios”.

Líder de amplo grupo de senadores, Wilde conseguiu também destes a adesão a proposta que beneficia os municípios.

O trabalho é remédio para muitos males

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Artigo publicado pelo jornal Diário da Manhã — 26 de abril de 2017

Ailton Martins de Oliveira

Ao me candidatar a prefeito de Urutaí, eu estava consciente dos problemas de ordens diversas vividas pelo município. Tenho comigo uma filosofia de vida: de não me fixar nos problemas, mas sim nas soluções. E é isso que tenho feito prazerosamente. Trabalhar para mim é um santo remédio, pois “o trabalho”, conforme disse o filósofo francês iluminista Voltaire, “nos poupa de três grandes males: tédio, vício e necessidade”.

Enquanto governo de Urutaí, não me faltará empenho para realizar uma administração eficiente no município. O que, vale dizer, não passará de cumprimento de obrigação de minha parte, visto que fui escolhido como prefeito para justamente promover uma gestão criativa, que promova desenvolvimento à cidade.

Nesse sentido, estou buscando obras junto ao governo do Estado, seja buscando emendas junto aos parlamentares federais. Isso porque apenas os recursos que vêm do Estado e da União são insuficientes para se arcar com as muitas responsabilidades que recaem sobre os municípios, principalmente os que não possuem receita própria. O senador Wilder Morais é um desses parlamentares. Já estive com ele em seu gabinete em Brasília algumas vezes e esse apoio já está fechado.

É contagiante o clima de trabalho que reina em seu gabinete. E sua atenção para com os prefeitos é uma só, não se percebe em seu gabinete a observação da cor partidária dos prefeitos para atendê-los com emendas ou acompanhá-los em demandas nos ministérios. Interessante que Wilder atua diretamente como senador, seja destinando emendas às prefeituras e acompanhando os prefeitos em reuniões nos ministérios, e indiretamente: atuando na viabilização de verbas do governo federal para o Estado de Goiás. Cabe citar, por exemplo, o seu empenho junto ao presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, na liberação de recursos para se construir 30 mil moradias em municípios goianos.

Wilder é um parlamentar dinâmico. Minha história de vida assemelha-se bastante em alguns aspectos com a dele, que atualmente presidente estadual do Partido Progressista. Partido este que fez parte da coligação “Juntos por Urutaí” pela qual me elegi a prefeito do município de Urutaí com 61.53% dos votos. E mais: meu vice, Geovany dos Reis Pires, é membro do Partido Progressista, e tem me auxiliado muito na administração.

Essa semelhança está essencialmente na sua origem simples. Está no fato de ele, espremido pela situação difícil da família, ter começado a trabalhar muito cedo na vida como braçal de roça e ter buscado na educação a ferramenta para transformar sua vida.

Enquanto Wilder é filho de um lavrador e uma costureira, eu sou filho de um vaqueiro e uma cozinheira. A educação, como ferramenta transformadora, possibilitou a ele e a mim nos tornarmos respectivamente engenheiro civil e odontólogo. Ambos nos tornamos empresários na área de nossa formação acadêmica. Ambos estamos na vida pública. Ambos honrando a função pública.

Ailton Martins de Oliveira é empresário e prefeito de Urutaí.

Eu ando com o senador Wilder

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Artigo publicado no jornal Diário da Manhã — 16 de abril de 2017


Eric de Melo Silveira

Há um provérbio muito valioso em seu ensinamento, frequentemente usado por aí e equivocadamente atribuído como conteúdo da Bíblia, que diz o seguinte: “Diga com quem tu andas, e eu te direi quem és”. Na verdade, o que realmente consta na Bíblia com certa semelhança de significado está em Provérbios 13:20: “Quem anda com os sábios será sábio; mas o companheiro dos tolos sofre aflição”.

Ao citar tais coisas, quero com isso destacar que tenho orgulho de dizer que “ando” com o senador Wilder Morais. Ele é um parlamentar sério, não é de fazer malabarismos verbais para atrair os holofotes da mídia. É um senador de ações. E estas, quem convive com ele sabe muito bem, são guiadas pelo bom senso. Fato que lhe atribui a qualidade imprescindível a um político que está na vida pública movido pelos interesses da coletividade e não pelos seus. Vale ressaltar algo que o próprio Wilder diz nas palestras que ministra em faculdades de diversos municípios, em que discorre sobre o poder transformador da educação em sua vida: “Não entrei para a vida pública para buscar benefícios pessoais; minha vida pessoal já está bem resolvida”.

Não corro o risco de sofrer “aflição” por andar com o senador Wilder, pois ele, enquanto pessoa e político, é um sábio. Prova explícita de sua sabedoria pode ser encontrada em sua história de vida, que é marcada por muita determinação. Seu gesto de abandonar a vida sofrida de trabalhador da roça em Taquaral de Goiás, sua cidade natal, para estudar e se formar em engenharia civil e se tornar o empresário bem-sucedido da área de construção civil que é hoje mostra que suas ações foram guiadas pela sabedoria. Para chegar ao sucesso empresarial, Wilder também teve de andar com pessoas sábias. As boas relações nos melhoram enquanto pessoa e enquanto profissional.

Tenho orgulho de pertencer a uma sigla partidária cujo nome é Partido Progressista e que por ela fui eleito a prefeito em Piranhas com 4.010 votos. Esse orgulho também está relacionado ao fato de eu ter a honra de ser o presidente do Partido Progressista Jovem. Isso a convite do senador Wilder. Assumi o cargo em grande evento promovido por ele, que teve a participação de 2.500 pessoas. Entre estas, três senadores progressistas (Ana Amélia – RS, Ciro Nogueira – PI, e Wilder Morais), um do PSD (José Medeiros – MT) e outro do PMDB (Hélio José – DF), como também vários deputados federais e estaduais, 151 prefeitos e centenas de lideranças políticas de diversas regiões do Estado de Goiás.

Enquanto presidente do Partido Progressista Jovem, vou me empenhar o máximo possível no sentido de sensibilizar os jovens para a importância do engajamento deles na vida política de seu município, seu estado e seu país. O descontentamento de grande parte dos jovens para com os políticos não se resolve com o afastamento deles das questões políticas. Pelo contrário. Afinal, não há outro caminho a não ser pela via da política para mudar a realidade das pessoas. O problema não está na política em si, mas nas más escolhas dos políticos para exercê-la. A boa escolha envolve uma participação mais intensa, mais sábia.

Eric de Melo Silveira é presidente do Partido Progressista Jovem e prefeito de Piranhas.

Palestra sobre história de vida lota espaço de Senador Canedo

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Reportagem publicada no jornal Diário da Manhã — 26 de março de 2017

Mais um grande evento com a participação do senador Wilder Morais (PP) e forte presença de público foi realizado. Dessa vez a palestra “a senha é determinação” foi realizada na cidade de Senador Canedo, na sexta-feira (24), quando o senador discorreu sobre a importância da educação como ferramenta transformadora.

O evento foi realizado no Espaço Fama, no Setor Canedo, localizado numa rua que leva o nome de um goiano muito importante no cenário nacional literário: Bernardo Élis, o único goiano a fazer parte da Academia Brasileira de Letras.

O senador Wilder Morais, presidente estadual do Partido Progressista, vem realizando inúmeras palestras ultimamente. E sua agenda está repleta de novas palestras, cujo tema é “A senha é determinação”. Entre as mais de 400 pessoas que assistiram ao senador discorrer sobre a importância transformadora da educação em sua vida, estavam o prefeito da cidade Divino Lemes, a primeira-dama Laudeni Lemes, o deputado estadual Sérgio Bravo (PROS), os vereadores da cidade (exceto Jaime Ferreira – PROS, de 28 anos, que morreu justamente no momento em que Wilder proferia a palestra, fato que foi divulgado pelo próprio senador aos presentes), vários empresários locais.

Elogiado por sua postura parlamentar por todos que falaram antes dele, Wilder agradeceu as palavras elogiosas de todos. Disse que é “um senador que trabalha por todos os municípios goianos, independentemente da cor partidária dos prefeitos”. Há uma frase do ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela que Wilder cita sempre em suas palestras. Frase esta que ele ressalta ser um exemplo do seu conteúdo: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.

Segundo o parlamentar, seu pai foi muito importante para ele que estudasse. Wilder conta que disse ao pai que não queria estudar, e ele concordou com o filho, mas, em sua “pedagogia de homem da roça”, levou o filho a uma loja de ferragem de Taquaral de Goiás, cidade natal do senador. Lá comprou uma enxada de duas polegadas (“daquela bem enorme”) e levou Wilder para roça: “Foram poucas enxadadas e eu perguntei a meu pai como era mesmo a história de estudar, mas ele disse que iria falar comigo sobre o assunto só depois de terminarmos de capinar a área da fazenda em que ele trabalhava como lavrador”.

Ele disse: “a enxada me trouxe aqui”. Isso para destacar o quanto foi importante para ele ter optado pelos estudos para transformar profissionalmente sua vida de menino pobre do interior, cuja família nem casa própria tinha. Fato superado depois que ele se formou na PUC-Goiás (antiga Universidade Católica de Goiás) como engenheiro civil e foi trabalhar ainda estudando como estagiário na empresa de engenharia Construsan, da qual Wilder chegou a presidente, mas que pediu demissão para montar a sua própria empresa com dois amigos de curso: Orca Construtora.

Wilder, no entanto, ressalta na palestra que não tem nada contra a enxada, inclusive destaca que ela está ligada ao campo, do qual “vem o equilíbrio da Balança Comercial brasileira, o emprego, a renda, o alimento na mesa de todo continente”. Disse mais: “Quem vive na cidade deve ao trabalhador rural, ao homem do campo, ao fazendeiro, ao lavrador, ao tratorista, ao veterinário, ao agrônomo, ao zootecnista, ao vaqueiro, ao produtor, enfim, a quem labuta na roça”.

Wilder se dirigiu aos estudantes na plateia, estimulando-os a estudar, pois, com “determinação”, eles podem ser médico, advogado, engenheiro. Aos pais, pediu que invistam na educação dos filhos. Encerrando a palestra, citou a frase de Nelson Mandela.

Senador Wilder apoia MP que prorroga contratos de parceria no setor de transporte

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Para discutir a Medida Provisória (MP 752/2016) que trata da prorrogação de contratos de parceria no setor transportes, serão realizadas duas audiências públicas nesta semana no Senado. O senador Wilder Morais, que é revisor da MP, antecipa a sua posição e diz ser favorável à aprovação da matéria.

A MP tramita no Senado numa comissão mista. O debate nas duas audiências marcadas para esta semana deve contar com representantes do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e a Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa), o Tribunal de Contas da União (TCU), da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), também devem enviar representantes às audiências.

Segundo o senador Wilder Morais, essa MP representa um avanço e vai ajudar o Brasil na retomada do crescimento econômico e na geração de empregos. A MP autoriza a prorrogação e a relicitação de contratos de parceria dos setores rodoviário, ferroviário e aeroportuário que fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Segundo o governo, a intenção é viabilizar novos investimentos no setor de transportes. A prorrogação alcança as concessões em andamento. Já a relicitação será aplicada quando houver problemas na execução dos contratos de parceria.

As duas audiências serão realizadas de forma interativa, com a possibilidade de participação popular. Críticas, dúvidas e sugestões poderão ser enviadas por meio do portal e-Cidadania. A comissão tem como presidente o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e como vice o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG). O deputado Sergio Souza (PMDB-PR) é o relator e o senador Wilder Morais é o revisor.

“Outras iniciativas como essa devem ser propostas no Congresso Nacional. Precisamos de uma legislação mais moderno para setores da economia que podem gerar emprego e renda. Isso é fundamental nesse momento em que vive o Brasil”, defendeu o senador Wilder.

Wilder defende governo e rebate Lúcia

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Entrevista publicada pelo jornal Diário da Manhã — 5 de março de 2017

Senador elogia governador por buscar investimentos: “O PIB goiano cresce acima da média nacional e subiu mais de mil por cento pelo trabalho de Marconi”

 

HÉLTON LENINE

Diário da Manhã – Como o sr. avalia o governo do presidente Michel Temer?

Senador Wilder Morais – Temer encontrou um País quebrado, desacreditado internacionalmente, com todos os índices bons em queda…

DM – Um dos índices em queda é o da popularidade dele…

Wilder – Essa quebradeira foi provocada pela incompetência e a demagogia dos três mandatos anteriores. Para solucionar, Temer teve de tomar medidas impopulares e está fazendo as reformas necessárias. No início, a aprovação fica baixa, mas reage junto com os índices da economia. E já começa a ter modificação na economia, com a inflação caindo e o comércio reagindo. A popularidade será consequência.

DM – E o governo de Marconi Perillo em Goiás?

Wilder – Marconi é um professor de gestão pública. Seus mandatos em Goiás são utilizados por professores e jornalistas de todo o País como exemplos de administração. O terceiro mandato foi um doutorado de quatro anos e o atual é um pós-doutorado em várias áreas.

DM – Não é o que acha a sua colega de bancada, a senadora Lúcia Vânia?

Wilder – Mas é o que acha a maioria dos quase 7 milhões de goianos. Avaliação cada qual faz a sua, mas não podemos negar os números. O PIB de Goiás cresce acima da média nacional. Aliás, até 400% a mais que o restante do País.

DM – Lúcia diz que, em vez de viajar, está trabalhando, numa referência direta à missão internacional que Marconi faz atualmente.

Wilder – O que Marconi está fazendo é trabalho e trabalho do mais alto nível. Falei sobre os bons números do PIB e eles se tornaram possíveis por causa do talento de Marconi, inclusive, para buscar investimentos. Feliz o povo que tem um governante inovador, moderno e antenado como Marconi. Isolar-se é um ato provinciano, tacanho, atrasado. É inconcebível imaginar um governo fechado em si mesmo na era da globalização e em face do recrudescimento da crise econômica nacional. Como empresário, sou testemunha da importância das missões comerciais que colocaram Goiás como um dos grandes players mundiais. Graças à política ousada voltada para o comércio exterior do governador Marconi Perillo desde a primeira gestão, em 1999, o Estado e os empresários acumularam expertise neste setor, como a reconquista do mercado russo para a carne goiana, e outras incursões vitoriosas da nossa paradiplomacia que, em 18 anos, multiplicou por mais de 25 vezes o que o Estado exportava em 1998.

DM – As viagens de agora estão dando resultado?

Wilder – Há pouco, o governador Marconi Perillo e o CEO da Caracal Internacional, Hamad Salem Al Ameri, assinaram, em Abu Dhabi, o protocolo de intenções para implantar uma planta da companhia bélica em Goiás. A indústria, que fabrica armas de pequeno calibre, fará um investimento inicial de R$ 100 milhões na construção e início das operações da unidade no Estado, com geração de 600 empregos diretos.

DM – Um negócio das Arábias…

Wilder – A melhoria dos preços das commodities no mercado internacional e a prospecção de negócios levam, agora, o governador Marconi Perillo à Arábia Saudita, que tem muito dinheiro, grandes fundos soberanos, e empresários com interesse de investir em novos mercados e empreendimentos. Como empresário, aplaudo a política de atração de investimentos para Goiás continuar a crescer e a oferecer empregos e oportunidades. Como político, sei que isso eleva o prestígio da classe, tão combalido no País.

DM – Os goianos querem saber quanto isso rende. Está rendendo?

Wilder – Acompanho com interesse o assunto e sei que, graças a essas missões, mais R$ 3 bilhões estão em fase adiantada de negociação para que corporações se instalem e tragam prosperidade, emprego e renda às diversas regiões do Estado. Marconi, hábil e talentoso, está em missão internacional oficial para, como sempre, atrair recursos e investidores. Goiás não pode se apequenar. Precisa pensar grande e além das fronteiras. Este é um dos segredos que explica a vitalidade do estado, o primeiro a sair da crise no país, um dos poucos que manteve o cumprimento de compromissos a despeito das dificuldades impostas pelo cenário nacional. Se o Brasil está em crise, o que o governante deve fazer? Chorar, lamentar ou buscar solução? Marconi busca e as soluções vêm. Tem sido assim há quase 20 anos e os goianos querem que continue assim.

DM – Por falar em continuar, Lúcia é contra o vice José Eliton ser candidato à reeleição porque estará no cargo de governador…

Wilder – Pois eu penso exatamente o contrário. A regra é essa e José Eliton estará cumprindo a regra. Assim ela [Lúcia Vânia] foi candidata à reeleição exercendo o cargo de senadora e dentro da regra. Eu vou apoiar a reeleição de José Eliton a governador, o PP será pioneiro novamente na pré-campanha e no apoio ao PSDB.

DM – O sr. acha que a chapa marconista está pronta, então?

Wilder – Para governador, sim: nosso candidato será José Eliton. Marconi será senador se quiser, mas vejo grande possibilidade de candidatura em âmbito nacional. Converso com muita gente, empresários, políticos, e é incrível a repercussão de seus governos em Goiás. Todo mundo elogia.

DM – Tem vaga nessa chapa para sua candidatura à reeleição?

Wilder – Estou trabalhando muito para isso. Sem gritaria, sem alarido, mas com projetos, com a defesa de Goiás, ajudando Marconi e José Eliton.

DM – Com José Eliton para governador e Marconi e o senhor para o Senado, seria por isso que Lúcia está criticando o governo?

Wilder – Não sei as razões de quem critica, sei as minhas para elogiar. Mas não identifico motivos para o combate. Com o incentivo e o apoio de Marconi, Lúcia Vânia foi ministra de Fernando Henrique, candidata a governadora e eleita e reeleita senadora.

DM – Seria ingratidão?

Wilder – Ingratidão é sentimento que, quando manifesto, tem reiteradas vezes gerado reação negativa por parte do eleitor, que costuma punir tais atitudes. Por outro lado, os partidos têm direito de se movimentar, mas não podem perder de vista a conjuntura. A base aliada ao governo está convencida de que o nome do vice-governador José Eliton é o mais qualificado, o mais preparado, o mais apto para enfrentar a disputa majoritária em 2018.

DM – Como escreveu em seu perfil no Twitter, o sr. concorda com a criação da secretaria voltada para habitação para substituir a Agehab?

Wilder – Como senador da moradia, eu aplaudo a mudança. Com certeza, vai dar mais fôlego e peso a este setor tão crucial para os goianos e para a economia. Vou continuar a batalha para ampliar os recursos oriundos do governo federal para que possamos construir casas e apartamentos para as famílias goianas, em especial as de baixa renda, que sonham e precisam da casa própria. Sei que esse caminho vai, paralelamente, impulsionar a economia e gerar milhares de empregos diretos no curto prazo.

DM – O sr. ajudaria à nova secretaria mesmo se for ocupada pelo PSB da senadora Lúcia?

Wilder – Claro. A secretaria não será de uma pessoa ou de um partido, mas do Estado e dos goianos que precisam de habitação.

DM – Em vez de brigar em Goiás, por que os três senadores não se unem pelo Estado?

Wilder – Respondo apenas por mim: sou inteiramente dedicado a Goiás. Convido a todos para a questão objetiva de propiciar segurança jurídica para as centenas de empresas que investiram no Estado se valendo das políticas de incentivos fiscais, na medida em que sua proposta de convalidação já foi aprovada pelo Senado e não pode sofrer modificação para prejudicar Goiás. Essa é a grande luta de Goiás que precisa nos unir a todos, em especial num momento em que nosso estado que está sendo questionado pelo Governo de São Paulo em Ação Direta de Inconstitucionalidade [ADI 2441] e que deve ser votada no Supremo Tribunal Federal (STF) por agora.

Boa gestão vem ações inteligentes e não de lamúrias

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Artigo publicado no jornal Diário da Manhã — 23 de fevereiro de 2017

Jorge do Escritório

A partir do momento em que me candidatei a prefeito do município de Firminópolis, ofereci meu nome para buscar soluções para o município. Portanto, agora que estou no comando da administração da cidade, não é certo que eu fique lamuriando que existem problemas e mais problemas para serem resolvidos na cidade e que os cofres municipais estão vazios e assim sem recursos para sanar tais problemas.

Esse papel não combina comigo. Os 2.473 eleitores que me elegeram me querem na cadeira do prefeito para gerar prosperidade ao município. É isso que estou buscando fazer, e não apenas para atender os que votaram em mim, mas para atender a todos firminopolinos. Que os cofres estão vazios isso é fato, mas esse fato, asseguro a todos que estão lendo este artigo, não vai atar as minhas mãos. A palavra inércia não existe em meu dicionário.

Tão logo venci as eleições a prefeito, recebi a ligação do senador Wilder Morais me parabenizando pela vitória. Aproveitei o ensejo da conversa e marquei uma visita a seu gabinete em Brasília. Mesmo ainda não sendo prefeito formalmente, fui falar com o senador Wilder com o propósito de buscar emenda para meu município. E felizmente fui atendido. O que não é nada de anormal na rotina de atendimento dele, pois prefeito que bate na porta de seu gabinete não volta de mãos vazias.

Durante a conversa que tive com o Wilder, isso depois de esperar dezenas de prefeitos que estavam na minha frente serem atendidos, ele me disse algo muito valioso; algo que reforçou ainda mais o meu objetivo de gestão: “Jorge, o povo de Firminópolis te escolheu a prefeito para você resolver os problemas da cidade. Lamentar problema é ação de gente fraca. Uma boa gestão é resultado de ações inteligentes e não de lamúrias. Vá ao gabinete dos senadores e deputados goianos, aos ministérios buscar recursos para sua cidade”.

Cofres vazios têm sido algo rotineiro, principalmente para a maioria das prefeituras brasileiras, cuja sobrevivência está ligada à dependência de recursos estaduais e federais. O governo federal, conforme o senador Wilder citou certa vez num de seus discursos na Tribuna do Senado, “precisa se atentar que os problemas estão nos municípios e que sobre eles pesa uma carga de obrigações impossíveis de se cumprir devido ao pequeno volume de recurso que possuem”.

Até estados estão situação crítica. Alguns inclusive em situação bem crítica, que é o caso do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. O PIB desses estados perto do de Goiás (2,9%) é bem maior: Rio de Janeiro 11,6%, Rio Grande do Sul 6,2%. Fato que mostra que Goiás tem sendo gerido de modo criativo. Lógico que enfrentando algumas dificuldades, mas não como as dos estados citados, que nem a folha de pagamento dos funcionários estão conseguindo honrar.

Wilder, o senador dos livros, lança mais 3

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Depois de fazer o maior evento literário da história de Goiás, com 1.200 pessoas e 800 autógrafos numa noite, Wilder prepara obras e eventos por todo o Estado

Nilson Gomes

A manchete do Diário da Manhã, em fevereiro passado, foi precisa: “Maior lançamento de livro da história de Goiás”. A referência era a evento protagonizado pelo senador Wilder Morais, que há um ano reuniu 1.200 pessoas e conseguiu autografar 800 exemplares de seu “Manual das Eleições”, elaborado em coautoria com o advogado Leonardo Batista. Agora, Wilder prepara mais três obras, um feixe de códigos a ser apresentado ainda neste mês, um estudo dedicado a prefeitos e vereadores (estreia prevista para 10 de março), além de pequenos trechos de sua trajetória contados como motivação para estudantes. Somados os volumes jurídicos, Wilder já lançou 14 livros, que são distribuídos em colégios e faculdades, nos quais faz palestras. Por isso, é chamado de “senador dos livros”.

O site e os perfis do senador nas redes sociais são recheados de imagens com o sucesso dos eventos. Há lançamentos no Estado inteiro, de Goiânia a cidades pequenas, como Cumari, no Sudeste, e Jaupaci, no Oeste. Pessoas que nunca haviam comparecido a um evento literário, fizeram parte das multidões. Nas fotos, filas imensas de Goianésia (no Vale do São Patrício) a Caiapônia (Oeste). Na região Metropolitana, o sucesso da Capital se repetiu em Hidrolândia, Bela Vista, Trindade… Foram centenas de autógrafos na terra natal do governador Marconi Perillo (Palmeiras), na da primeira-dama Valéria Perillo (Pirenópolis), na do vice-governador José Eliton (Posse) e também na da oposição (a Cristianópolis de Iris Rezende).

Por doar muitos livros, Wilder também os recebe. Livro foi o presente sugerido em sua festa de aniversário, em junho de 2016, àquela à qual compareceu o presidente Michel Temer em sua primeira aparição circulando no meio do povo. Foram mais de mil exemplares presenteados ao senador. Os livros que Wilder ganha compõem a biblioteca que está montando e colocando à disposição dos leitores em seu gabinete, no Setor Sul. A relação com os livros faz com que eles também sejam parte dos pedidos que recebe. Formandos da Faculdade de Jussara reivindicaram do senador a publicação de suas pesquisas em meio ambiente e empreendedorismo. Como são duas áreas de dedicação de Wilder, ele topou e a obra foi publicada.

Alguns dos acadêmicos em Jussara são de Itapirapuã, no Oeste do Estado. Ali ocorreu um fenômeno: cerca de mil de seus 7 mil habitantes prestigiaram o lançamento de um livro do senador Wilder. Como o município tem grande área rural e distritos, calculam-se em 3 mil os adultos da sede, onde aconteceu o evento. Não se tem notícia de um lançamento de livro que reuniu um terço da população de alguma cidade. Em termos proporcionais, as tardes e noites de autógrafos de Wilder têm públicos espantosos de tão grandes. Afinal, juntar cem pessoas num lançamento de livro em Cumari é como encher ao mesmo tempo o Estádio Serra Dourada e o Goiânia Arena. Para comparar o público do lançamento em Itapirapuã só se houvesse na Capital novo comício pelas Diretas Já.

Exagero? A estatística é uma ciência. Estatisticamente, a população que apareceu em Itaberaí, às margens da GO 070, para receber autógrafo e fazer selfie com o senador Wilder se repete em Goiânia apenas em espetáculos de estrelas sertanejas – aliás, a noite de autógrafos de Wilder foi muito maior que a da cantora Joelma (ele com o “Manual das Eleições, ela com “Entre Olhares”), ambos em shoppings da Capital (o dele no Bougainville, o dela no Cerrado). O evento do senador só encontra similares com lançamentos de livros de líderes religiosos, como os da Igreja Universal e os dos padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo.

HABITAÇÃO

Além da dedicação aos livros, Wilder também é chamado de senador da moradia, por sua luta em favor da casa própria. A fama vem do tempo em que construía conjuntos habitacionais, como o Morada do Morro, em Senador Canedo, na Grande Goiânia, além de diversos prédios residenciais na Capital. Agora, Wilder ajuda o governador Marconi Perillo e o vice-governador José Eliton no combate ao déficit habitacional do Estado. Apenas neste ano, Wilder já fez cinco encontros com autoridades no assunto, que vieram a Goiás debater o assunto com lideranças municipais. Nesta segunda-feira, Wilder, Marconi e Eliton recebem o presidente nacional da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, em evento no Centro de Convenções de Goiânia. Por articulação de Wilder, vai ser assinado convênio para construir 30 mil casas nas 246 cidades goianas. Será um acontecimento suprapartidário: foram convidados prefeitos de todos os municípios.

Caixa tem 6 bi para custeio agrícola

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Reportagem publicada pelo jornal Diário da Manhã — 6 de fevereiro de 2017

Wandell Seixas

Dentro de sua linha de crédito rural, a Caixa Econômica Federal dispõe de 6 bilhões de reais para custeio antecipado no Brasil. As unidades da CEF têm 10% para Goiás, o que representa 1 bilhão. A revelação é de Marise Fernandes de Araújo, superintendente regional no Estado. Segundo ela, até R$ 500 mil a operação é simplificada se esses recursos se destinam a soja, milho, trigo, arroz, feijão e sorgo. O tomate tipo salada deve entrar nesse rol de financiamento, mas a superintendente aguarda a definição para os produtores goianos. Os juros para essas operações serão a partir de 8,5%, conforme Âncoraas dimensões do projeto.

Com os recursos de 6 bilhões para a linha de custeio antecipado, a Caixa possibilita acesso a recursos para custear lavouras até 260 dias antes do início da safra de verão 2017-2018. Marise Araújo que com a antecipação dos recursos da próxima safra, o produtor pode negociar ainda no atual semestre a aquisição de insumos para o plantio. Em sua opinião, “o custeio antecipado proporciona as condições necessárias para que os recursos financeiros do Crédito Rural cheguem ao produtor em tempo hábil, simples e no melhor momento, para que possa se programar e reduzir custos”.

As alterações nas regras de limite por produtor, divulgadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano safra, proporcionam um maior acesso a recursos pelo produtor, que pode contratar até R$ 3 milhões no Custeio Antecipado, deduzido deste limite o valor contratado entre julho e dezembro de 2016.

Custeio Pronamp

A Caixa conta ainda com a linha de crédito Custeio Pronamp. Esta modalidade de custeio antecipado possui condições diferenciadas para os médios produtores que apresentam renda bruta anual de até R$ 1,76 milhão, com taxas de juros de 8,5% ao ano e limite de até R$ 1,5 milhão, e promove o desenvolvimento das atividades desse segmento, proporcionando o aumento da renda e da geração de empregos no campo.

A carteira de crédito Rural da instituição ultrapassou o montante de 7 bilhões de reais de saldo em operações ativas, acrescentou a superintendente. Marise adiantou, ainda, que para o ano agrícola 2016-17, que se encerra em junho deste ano, a Caixa deve superar o volume de 10 bilhões de reais em contratações nas linhas de crédito destinadas a custeio, investimento, industrialização e comercialização para produtores rurais, agroindústrias e cooperativas. O crédito rural está disponível em mais de 1.700 agências da Caixa para todo o Brasil.

Além disse, a empresa leva as principais feiras e eventos do setor, o Caminhão do Agronegócio, agência volante na qual o produtor pode, inclusive, ter acesso ao crédito rural e a diversas informações e produtos. Para auxiliar na elaboração dos projetos agrícolas ou pecuários, a Caixa possui ainda convênio com uma ampla rede de empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) em todas as regiões brasileiras.

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